A última semana de abril no mercado financeiro começa sem grandes novidades para os investidores, com a maioria das bolsas rondando a estabilidade, mas com as de Nova York em regiões de máximas históricas.
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A última semana de abril no mercado financeiro começa sem grandes novidades para os investidores, com a maioria das bolsas rondando a estabilidade, mas com as de Nova York em regiões de máximas históricas.
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Além de uma série de balanços das big techs (as maiores empresas de tecnologia) que podem ser determinantes para sustentar a alta de quase 10% neste mês do S&P 500, todos estão atentos às decisões de política monetária nesta semana, seja no Brasil ou no exterior.
Com relação ao conflito no Oriente Médio, o Estreito de Ormuz se tornou praticamente intransitável pela primeira vez, com o número de travessias diárias perto de zero e a produção de petróleo do Golfo Pérsico 57% abaixo dos níveis pré-guerra, mas o Irã sinalizou que aceitaria um acordo provisório com os norte-americanos para a sua reabertura em troca do fim do bloqueio a seus portos.
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Para além das bolsas, o dólar opera em leve baixa frente a outras moedas, os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries), registram pequeno avanço e o ouro passa por leve ajuste negativo.
Já entre as principais commodities, os contratos futuros do petróleo avançam para casa de US$ 107 o barril, enquanto os preços futuros do minério de ferro fecharam a sessão praticamente estáveis em Dalian, aos US$ 114,97 por tonelada.
Esse ambiente incerto pode ser contrabalanceado pela manutenção da dinâmica de preços entre as principais matérias primas, dando algum fôlego ao Ibovespa – e, de fato, o principal ETF brasileiro negociado lá fora, o EWZ, subia pouco mais de 0,50% no pré-mercado.
Como contraponto, podem apoiar revisões nas projeções de inflação o reajuste de 18% no preço do querosene de aviação (QAV) pela Petrobras, a partir de 1º de maio, bem como a adoção da bandeira tarifária amarela de energia em maio, exigindo prêmios maiores na curva de juros futuros.
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