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Mercado

Azul (AZUL4): como ficam as ações após o balanço do 4T22

Entenda a visão de analistas sobre a conjuntura para a empresa aérea

Por Jenne Andrade

07/03/2023 | 15:29 Atualização: 07/03/2023 | 15:49

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

As ações da Azul (AZUL4) terminaram o pregão da última segunda-feira (6) em alta de 38%, aos R$ 9,99. Nesta terça (7), os papéis continuaram a trajetória de valorização. Até às 14h59, o ativo subia 11,31%, aos R$ 11,12. Lembrando que a AZUL4 havia sido a ação que mais caiu em fevereiro.

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Por trás da atual valorização, está o acordo feito pela aérea com as companhias de leasing (aluguel de aeronaves) para renegociação de 90% das dívidas de arrendamento de aviões.

A reestruturação dos débitos era bastante aguardada pelo mercado. As companhias aéreas, que já têm histórico de endividamento alto e são sensíveis aos ciclos econômicos, ficaram em uma situação ainda mais delicada durante a pandemia de Covid-19. As restrições à locomoção, necessárias para conter o vírus, afetaram diretamente o setor de viagens.

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“O grande problema da Azul para 2023, em termos de liquidez, era o grande pacote de dívidas que ela negociou durante a pandemia. A empresa ficou parada, não tinha dinheiro, chegou então em um acordo com os fornecedores de aeronaves para empurrar essa dívida de 2020 e 2021 para 2023”, diz Ygor Bastos, analista do setor de transportes da Genial Investimentos.

Contudo, a Azul não gerou o caixa esperado para pagar os débitos de R$ 4,4 bilhões programados para este ano no cronograma de amortização de arrendamentos. Além disso, os custos aumentaram com a alta dos preços do querosene de aviação e do dólar. A soma total do pagamento mínimo dos arrendamentos seria de R$ 26,8 bilhões.

“Com a renegociação, eles pedalaram essa dívida lá para 2030. E essa notícia é super positiva”, afirma Bastos. “Antes, esperávamos que a Azul fosse queimar R$ 3 bilhões em caixa esse ano, e isso não vai mais acontecer.”

Em troca de melhores taxas e condições para o pagamento dos débitos, os arrendadores receberão um título de dívida negociável com vencimento em 2030 e ações da companhia. Saiba mais sobre a renegociação dessas dívidas aqui.

E o balanço?

Se a renegociação das dívidas foi muito bem vista, o balanço também divulgado na última segunda (6) dividiu analistas. A aérea registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 610,5 milhões no 4º trimestre de 2022. No acumulado do ano passado, o saldo negativo foi de R$ 2,6 bilhões.

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“O prejuízo veio maior do que o esperado pelo mercado. Empresa aérea é um poço sem fundo. Não existe nenhuma no mundo que não tenha quebrado. Não existe empresa aérea no mundo que não quebre”, afirma Ricardo Brasil, fundador da Gava Investimentos. “O setor é tão ruim que estava se prevendo uma recuperação judicial em Azul. Com a situação de renegociação com seus credores e tudo mais, saiu pelo menos o risco de recuperação judicial.”

Contudo, o resultado operacional surpreendeu positivamente. A receita líquida total cresceu 60%, passando de R$ 9,9 bilhões, em 2021, para R$ 15,9 bilhões, no final do ano passado. O EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) chegou a R$ 3,2 bilhões, ante R$ 1,6 bilhões em 2021. A margem EBITDA também avançou 4,3 pontos percentuais, de 16% para 20,3%.

As aéreas também estão subindo preços das passagens para compensar o aumento dos custos com o combustível de aviação, o que é lido como positivo. “Os números divulgados pela Azul no balanço do 4T2022 vieram melhores que o esperado pelo mercado, principalmente por conta do aumento de yield (valor pago por passageiro para voar um quilômetro), que atingiu R$ 0,5060, um salto de 15,8% no trimestre”, afirma André Fernandes, Head de Renda Variável e sócio A7 Capital.

Essa também é a visão de Wellington Lourenço, analista da Ágora Investimentos, que lista outros fatores positivos que devem impulsionar os papéis. “Em março, a companhia deve começar a operar 84 novos voos no Aeroporto de Congonhas, que é tido como o mais lucrativo do Brasil. É um fator que também é muito benéfico”, diz.

Recomendações

Apesar de o céu aparentemente estar clareando para a Azul, algumas dúvidas se mantém no radar. A renegociação das dívidas é bastante positiva, mas o tamanho do passivo ainda gera preocupação. O cenário macroeconômico de juros e inflação altos também pesam contra os papéis.

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“Seguimos de olho no cronograma de amortização. Falta sabermos maiores detalhes sobre esse acordo”, diz Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimentos, que tem recomendação neutra para os papéis. “O risco não está totalmente dissipado, não sabemos o preço que foi pactuado nessa emissão de títulos para 2030.”

Gustavo Cruz, estrategista chefe da RB Investimentos, ressalta que o setor é complexo e de maior risco, principalmente em épocas de aperto monetário. “Não vale estar posicionado para sofrer com essa volatilidade. Melhor ficar distante das aéreas”, afirma.

Já Lourenço, analista da Ágora Investimentos, tem uma visão mais positiva e possui recomendação de compra para a Azul, com preço-alvo de R$ 32. “Considerando tanto a sobreposição limitada da malha aérea com as concorrentes, como Gol, os novo voos em Congonhas e o valuation atrativo”, diz. Já para Gol a indicação é neutra, principalmente por conta da companhia também ter dívidas de arrendamento e ainda não ter negociado com credores.

 

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