• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Adeus 100 mil pontos: entenda por que Ibovespa acelerou queda em setembro

Risco fiscal é maior vilão e faz com que índice brasileiro se descole dos pares no exterior

Por Thiago Lasco

30/09/2020 | 20:18 Atualização: 03/12/2020 | 11:15

ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA
ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA

Setembro não foi um mês generoso com o Ibovespa. O principal índice da Bolsa brasileira perdeu 4,80% no mês e fechou o período em 94.603 pontos. Nesse segundo mês consecutivo de queda, já que em agosto houve retração de 3,44%, o evento mais simbólico foi a perda da zona dos 100 mil pontos, a partir do dia 18.

Leia mais:
  • A Bolsa pode sofrer uma nova depressão em 2020?
  • Ibovespa hoje: Suzano, Ultrapar e Equatorial são os destaques negativos do dia
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Esse desempenho é fruto da combinação de fatores locais como internacionais. O período foi de abalos generalizados nas bolsas globais, por conta do receio quanto a uma segunda onda de contágio do coronavírus e seus possíveis impactos na economia mundial. Em meio a esse ambiente de maior aversão ao risco, o Ibovespa não poderia ficar incólume.

“Quando as coisas dão certo no exterior, não necessariamente dão certo aqui também. Mas, quando dão errado lá fora, nós sempre sofremos”, diz João Guilherme Penteado, CEO e estrategista da Apollo Investimentos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O mercado financeiro global estava apostando que a retomada das economias ocorreria em um ritmo mais acelerado do que o que de fato se verificou. Quando as expectativas se frustraram, isso levou a um choque de realidade que acabou se traduzindo em correções nos mercados.

Até então, os preços das bolsas estrangeiras vinham esboçando uma recuperação. O Ibovespa não reagiu com a mesma intensidade em função de um fator muito relevante do cenário doméstico: a insegurança quanto à questão fiscal. É ela a principal culpada pelo mau desempenho da B3 nos últimos meses.

Risco fiscal impede voos mais altos da Bolsa

O desequilíbrio das contas públicas brasileiras é um problema de longa data, mas se agravou muito com a pandemia de covid-19. O governo foi obrigado a lançar mão de medidas de emergência para enfrentar a crise, como o auxílio emergencial, que deve ser substituído pelo programa Renda Cidadã. Com isso, o déficit primário já beira os 13% e a dívida pública já é de quase 100% do PIB, algo impensável para um país em desenvolvimento.

“É preciso discutir como será paga essa conta. Não é sustentável manter essa política de gastos ao longo do tempo”, diz Luiz Constantino, gestor de ações do Opportunity. “Por outro lado, se os estímulos forem reduzidos, qual será o impacto sobre o consumo e a atividade econômica?”, indaga.

O Brasil está longe de ser o único país que recorreu a políticas expansionistas nesse momento. Estados Unidos e países europeus também lançaram mão de medidas semelhantes. “Mas a capacidade financeira dos países desenvolvidos é muito clara. O risco para eles é bem menor. Então, o mercado financeiro não demanda grandes prêmios e o investidor exige menos retorno para os ativos. Com isso, o preço das ações pode ser mais alto”, diz Constantino.

Publicidade

Já no Brasil, ao contrário, a percepção é de que o aumento de gastos tornará ainda mais difícil o controle da situação fiscal e a redução da dívida. Uma parte importante da dívida do governo vence nos próximos meses, e a rolagem está saindo cada vez mais cara. Isso se traduz em risco maior para o País, gera fuga de investimentos e deprecia seus ativos.

“Para o mercado financeiro ter mais tranquilidade, o governo precisa mostrar que o teto de gastos continua em pé em 2021, que este ano foi uma exceção. E oferecer contrapartidas, segurar outros gastos: proibir reajustes salariais e contratações no setor público”, aponta o gestor da Opportunity.

Para o estrategista da Apollo, a luz no fim do túnel da Bolsa só virá com medidas mais enérgicas que imprimam velocidade à agenda de reformas do governo.

“A reforma mais importante é a administrativa. Quase todo o dinheiro do governo vai para salários e aposentadorias”, diz Penteado. “Isso dará espaço para uma reforma tributária que não eleve ainda mais a nossa carga tributária de 36%, que esmaga a capacidade de crescimento do País.”

Publicidade

Ricardo França, analista da Ágora Investimentos, diz que outubro será um mês muito importante para a Bolsa. “Teremos maior clareza sobre a sucessão presidencial nos Estados Unidos, que sempre gera volatilidade. E outubro é praticamente o último mês cheio com o Congresso Nacional funcionando, antes das eleições municipais, em que muitos deputados são candidatos. Seria muito bom ter alguma novidade positiva no encaminhamento das reformas.”

Recente boom de IPOs não favoreceu o índice

O aumento do ritmo de ofertas públicas de ações, tanto iniciais (IPOs) como subsequentes (follow-ons), deu o tom na B3 nos últimos meses. Elas captaram R$ 5 bilhões em junho, R$ 6 bilhões em julho e R$ 20 bilhões em cada um dos meses de agosto e setembro.

Embora isso pareça um sinal de pujança, o efeito para o índice Bovespa foi o contrário. Seria preciso que viesse dinheiro de fora da Bolsa para absorver essas ofertas, o que não aconteceu. Na prática, para participar das ofertas, os investidores acabaram vendendo outras ações, o que ajudou a segurar o preço dos ativos.

“Por mais que os preços dos IPOs estejam descontados, a Bolsa não consegue atrair R$ 20 bilhões instantaneamente. Então, para realocar seu capital e comprar essas ações, o investidor exige um retorno mais alto, que se traduz em preço mais baixo dos papéis”, diz Constantino.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa
  • mercado
Cotações
19/04/2026 22h56 (delay 15min)
Câmbio
19/04/2026 22h56 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Cenário é positivo para dividendos da Petrobras, apesar do vaivém do petróleo

  • 2

    Por que a Petrobras (PETR4) impulsiona e trava o Ibovespa rumo aos 200 mil pontos

  • 3

    Irã reabre Ormuz e petróleo tomba ao menor nível em um mês

  • 4

    Acumular grandes quantidades de dinheiro garante a grandeza? Veja o que diz Warren Buffett

  • 5

    Tesouro Direto dispara com Selic alta: veja como aproveitar os juros elevados

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Imagem principal sobre o 4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Logo E-Investidor
4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Últimas:
Petróleo dispara com escalada de tensão entre Irã e EUA
Tempo Real
Petróleo dispara com escalada de tensão entre Irã e EUA

Depois de cair abaixo de US$ 90 com a abertura pelo irã do Estreito de Ormuz, o petróleo abriu em alta de mais de 7% com ataque a cargueiro iraniano e ameaça de retaliação

19/04/2026 | 21h16 | Por E-Investidor
Tele Sena de Páscoa 2026: NÚMEROS SORTEADOS; veja o resultado do 5º sorteio da campanha
Loterias
Tele Sena de Páscoa 2026: NÚMEROS SORTEADOS; veja o resultado do 5º sorteio da campanha

A Tele Sena de Páscoa apresenta diferentes tipos de premiação aos participantes

19/04/2026 | 19h18 | Por Jéssica Anjos
Semana sem dividendos na B3: veja o que esperar e onde ficar de olho
Tempo Real
Semana sem dividendos na B3: veja o que esperar e onde ficar de olho

Feriado de Tiradentes esvazia agenda de proventos, mas investidores devem acompanhar anúncios e datas-com

19/04/2026 | 17h00 | Por Isabela Ortiz
Agenda econômica da semana: inflação, PMIs e bancos centrais devem movimentar mercados
Tempo Real
Agenda econômica da semana: inflação, PMIs e bancos centrais devem movimentar mercados

Indicadores de inflação, atividade global e falas de dirigentes do BCE e Fed entram no radar e podem mexer com juros e ativos

19/04/2026 | 17h00 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador