• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Por que “fator Brasil” explica mais um mês de Bolsa negativa? Veja as 5 maiores altas e baixas

Fluxo de capital no Ibovespa caiu diante de preocupações no cenário doméstico; veja a perspectiva para junho

Por Luíza Lanza

31/05/2024 | 17:41 Atualização: 03/06/2024 | 7:17

(Imagem: joyfotoliakid em Adobe Stock)
(Imagem: joyfotoliakid em Adobe Stock)

O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (31) aos 122.098,09 pontos, com uma desvalorização de 3,04% em maio. Não é uma queda expressiva, mas ajuda a estender por mais um mês o momento negativo que tomou a Bolsa brasileira em 2024. No acumulado do ano, o índice de referência da B3 recua 9,01%.

Leia mais:
  • Petrobras com nova presidente: o que investidores pensam sobre dividendos, preço e futuro
  • Dividendos fartos: 17 empresas que mais enchem o bolso do acionista
  • Ouro dispara: como investir no ativo brilhante de 2024
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Boa parte do mau humor de investidores este ano tem a ver com o cenário externo. A ainda aquecida economia americana adiou consecutivamente as projeções do mercado para o início do ciclo de cortes na taxa de juros dos Estados Unidos e, no geral, predomina o entendimento que a Bolsa só voltará a ter altas expressivas quando essa pressão macroeconômica internacional se atenuar.

  • Veja também: Com setor “queridinho” em crise, qual é a melhor ação para ganhar dividendos em 2024?

Mas, ainda que esse fator tenha permanecido no radar, não foi ele o grande responsável pelas quedas do Ibovespa em maio. As bolsas americanas, inclusive, tiveram um mês positivo e voltaram a sondar as máximas históricas. Em termos de comparação, o S&P500 acumulava uma valorização anual de 9,76% até o dia 30 de maio; a Nasdaq subia 11,5%.

Para Ricardo França, analista da Ágora Investimentos, essa descorrelação evidencia que o que pesou no mercado brasileiro foram mesmo os fatores domésticos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Vimos esse mês uma certa abertura de curva de juros, com uma série de revisões para cima nas projeções para a Selic. Foi uma mudança bastante significativa que reflete a preocupação persistente em relação à trajetória fiscal, as expectativas de inflação que seguem desancoradas para o longo prazo e um grau de incerteza relacionado à última a decisão do Copom e a como será o processo de sucessão do atual presidente do Banco Central”, explica.

Nos dias 7 e 8 de maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reuniu mais uma vez para dar continuidade ao ciclo de afrouxamento monetário no País. Dessa vez, o grupo optou por reduzir o ritmo de cortes na Selic que vinha sendo adotado desde agosto de 2023, de 0,50 ponto porcentual (p.p.), e cortar os juros brasileiros em apenas 0,25 p.p. Mas a decisão não foi unânime, em um placar de 5 a 4 votos – um “racha” no comitê que caiu mal no mercado e ajudou a acentuar o movimento de abertura na curva de juros.

  • “Estamos cautelosos com a Bolsa, mas não pessimistas”, diz gestora de R$ 103 bi no portfólio

O último Boletim Focus do mês de maio mostra que, agora, o mercado espera por uma Selic terminal de 10% ao ano em 2024. Há 4 semanas, a projeção era de 9% ao ano. “É importante mencionar que esse cenário por si só poderia justificar até uma queda mais intensa do Ibovespa, então, em algum grau, nosso mercado mostra resiliência. Primeiro, porque o valuation (valor dos ativos) continua muito deprimido. Segundo, porque a temporada de resultados referente ao primeiro trimestre de 2024 foi em geral bem razoável”, destaca França, da Ágora.

Com preocupações no cenário doméstico e no exterior, investidores estão em modo de cautela e o fluxo de capital na Bolsa caiu. Caso não haja gatilhos positivos em junho, o próximo mês pode ser mais um período “de lado” do Ibovespa.

“Mesmo com algumas ações atrativas, não tem fluxo. Por isso vemos essa performance mais negativa”, afirma Renato Nobile, gestor e analista da Buena Vista Capital. “É muito difícil prever o curto prazo, mas o Brasil ainda está muito dependente do cenário externo. Enquanto não estiver mais claro quando será a queda de juros nos Estados Unidos, dificilmente veremos esse fluxo retornar para a Bolsa local.”

As 5 maiores altas da Bolsa em maio

Apesar da performance ruim do Ibovespa, alguns nomes e setores conseguiram se destacar na Bolsa em maio. O mês foi especialmente positivo para frigoríficos, com Marfrig (MRFG3), JBS (JBSS3) e BRF (BRFS3) entre as principais altas do período.

Publicidade

“JBS e BRF talvez sejam as duas empresas que divulgaram os melhores resultados e bateram mais o consenso no trimestre”, resume Bruno Benassi, analista de ativos da Monte Bravo. Veja os detalhes do balanço da JBS aqui e da BRF aqui.

No primeiro trimestre de 2024, a JBS registrou uma melhora nas operações nos Estados Unidos, além de margens positivas na operação de suínos e aves. Para Benassi, a JBSS3 tinha ficado para trás na Bolsa e, com os números apresentados, conseguiu se recuperar. “O mercado estava muito mais negativo com a continuação do ciclo ruim do gado nos Estados Unidos e não percebeu que as outras unidades de negócio da JBS poderiam vir com resultados positivos. Por isso a surpresa foi bem relevante”, diz.

A BRF surfou no mesmo movimento: apresentou um resultado considerado forte, com evolução nas margens em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior. “O mercado começa a colocar na conta que a BRF, hoje, vai trabalhar em um novo patamar de rentabilidade depois da melhoria da estrutura de capital com os follow-ons (oferta subsequente de ações) feitos nos últimos anos e o novo time da Marfrig tocando. E, como a Marfrig é a controladora, a MRFG3 subiu no embalo da boa performance”, explica o analista da Monte Bravo.

Publicidade

A VAMO3 também foi impulsionada pelos resultados apresentados no 1T24. "Foram números acima do consenso no 1T24 em EBITDA e lucro líquido. A surpresa na melhora operacional foi observada principalmente na margem EBITDA de aluguel de 91,4%, um aumento anual de 2,2pp, e EBITDA das concessionárias de R$ 18 milhões, revertendo prejuízo de R$ 36 milhões apresentado no 4T23. Além disso, a rentabilidade sobre o capital investido (RoIC) dos últimos 12 meses permaneceu forte, em 16,8%", aponta José Ricardo Rosalen Filho, analista da Ágora Investimentos.

As 5 ações com maior queda

Fora do noticiário econômico, as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul no pior desastre climático da história do Estado foram o principal acontecimento de maio. Entidades têm mobilizado a sociedade civil em todo o País para arrecadar doações às vítimas das chuvas, que, segundo a Defesa Civil, afetou mais de 2,3 milhões de pessoas. E isso teve impacto em algumas empresas da Bolsa.

  • Veja os canais oficiais para doar para as vítimas das enchentes no RS

A maior queda mensal do Ibovespa ficou com o IRB Re (IRBR3), que cedeu 25,71% em maio. "O mercado está preocupado com os possíveis impactos da tragédia do Rio Grande do Sul nas seguradoras", destaca Bruno Benassi, da Monte Bravo. "A seguradora faz o seguro e vende um porcentual disso para as resseguradoras. Imagino que o mercado entende que o IRB tem uma exposição relevante em sinistros que já surgiram que ainda vão poder surgir no Estado."

O IRB é a companhia do setor de seguros mais exposta ao Rio Grande do Sul, na avaliação do JPMorgan, que estima que o impacto dos eventos climáticos sobre o lucro na companhia pode alcançar 14%.

Quem também caiu em maio foram as ações da Petz (PETZ3), com uma desvalorização de 20,38%. Com a queda, a companhia devolveu os ganhos que acumulou em abril depois de anunciar a fusão com a Cobasi. "No caso de Petz, também pesou sobre o papel outro conjunto de resultados fracos no 1T24, impactados por recuo das vendas pelo critério de mesmas lojas e mix de canais negativo impactando a margem bruta. Sendo que a Petz já vinha apresentando tendências fracas nos dois últimos resultados trimestrais tendo em vista o cenário competitivo acirrado para os varejistas de cuidados com animais de estimação no Brasil", destaca José Ricardo Rosalen Filho, da Ágora.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa
  • irbr3
  • JBS (JBSS3)
  • Taxa de juros
Cotações
24/02/2026 1h47 (delay 15min)
Câmbio
24/02/2026 1h47 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele

  • 2

    Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

  • 3

    Quer cortar gastos mensais? Comece pela conta de internet e pelos serviços de streaming

  • 4

    Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em queda com desdobramentos da tarifa global de Trump e projeções do Focus

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? Veja como funciona o TED para pagamentos
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? Veja como funciona o TED para pagamentos
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (23)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (23)?
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? Entenda o que acontece com o dinheiro durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? Entenda o que acontece com o dinheiro durante instabilidades
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja como consultar pelo e-CAC
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja como consultar pelo e-CAC
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja o que fazer primeiro
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja o que fazer primeiro
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: conta inválida pode impedir o depósito?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: conta inválida pode impedir o depósito?
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (22)?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (22)?
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Raízen (RAIZ4) salta 5%; Santander (SANB11) tomba em dia negativo para bancos
Mercado
Ibovespa hoje: Raízen (RAIZ4) salta 5%; Santander (SANB11) tomba em dia negativo para bancos

Mercados acionários repercutiram tarifa global de 15% imposta por Donald Trump no fim de semana

23/02/2026 | 19h24 | Por Beatriz Rocha
Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa
Mercado
Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

Decisão histórica limita poder unilateral do Executivo nos EUA, expõe risco fiscal bilionário e sustenta atração por ativos de risco, apesar de novo anúncio de Trump por taxação de 15%; veja o que dizem especialistas

23/02/2026 | 09h54 | Por Isabela Ortiz
Mercados globais começam a semana defensivos após EUA elevarem tarifas de importação
CONTEÚDO PATROCINADO

Mercados globais começam a semana defensivos após EUA elevarem tarifas de importação

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Ibovespa hoje fecha em queda com desdobramentos da tarifa global de Trump e projeções do Focus
Mercado
Ibovespa hoje fecha em queda com desdobramentos da tarifa global de Trump e projeções do Focus

Relatório semanal do BC, índice de atividade nos EUA e política comercial de Trump entraram no radar após recorde na sexta (20)

23/02/2026 | 04h30 | Por Igor Markevich, Manuela Miniguini e Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador