O motivo, segundo o documento, foi que o banco incorporou em suas estimativas para 2021 um maior consumo de caixa, impulsionado por um Ebitda mais fraco no curto prazo. “Nossas estimativas estão bastante alinhadas com a orientação da Oi, que julgamos otimista. Vemos a execução como o principal risco para a tese de investimentos da companhia”, diz o Credit Suisse.
Além disso, o banco explica que sua estimativa é derivada de um valor justo de R$ 10 bilhões para a participação de 42% da Oi na InfraCo e um valor de R$ 8 bilhões para a ClientCo.
“Estamos esperando que a Oi relate uma grande queima de caixa de cerca de R$ 6 bilhões, conforme a companhia acelera a implantação da fibra e a lucratividade permanece pressionada”, diz o banco.
No acumulado de 2021, as ações da Oi vêm registrando queda de 36,82%. Às 12h30, os papéis estavam em baixa de 3,68%, cotados a R$ 1,31.