• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

The Economist: Quer saber o tamanho da economia chinesa? Pergunte ao Big Mac

Revista The Economist contradiz Banco Mundial e sugere que PIB da China já ultrapassou o dos EUA

Por E-Investidor

20/07/2020 | 16:42 Atualização: 22/07/2020 | 19:23

Fachada do McDonald's em Pequim, na China, em 7 de maio de 2020 (Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins)
Fachada do McDonald's em Pequim, na China, em 7 de maio de 2020 (Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins)

(The Economist) – A economia americana só superou a chinesa em tamanho por volta de 1880, de acordo com o Maddison Project da Universidade de Groningen, na Holanda. Agora, as duas voltam a competir. Considerando que a China tem 4,7 vezes mais trabalhadores do que os Estados Unidos, a produção do país asiático ultrapassaria a do concorrente mesmo que sua mão de obra fosse consideravelmente menos produtiva. Atualmente, 53 países já teriam um PIB maior que o americano se fossem tão populosos quanto a China.

Leia mais:
  • Como algoritmos e a China precipitaram o novo boom de commodities
  • The Economist: China cria condições para um bull market "à moda americana"
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em 2019, os trabalhadores chineses produziram o equivalente a 99 trilhões de yuans em bens e serviços. Já a força de trabalho dos Estados Unidos produziu o equivalente a US$ 21,4 trilhões. Como em 2019 era preciso ter 6,9 yuans para comprar 1 dólar, o PIB da China valia apenas US$ 14 trilhões na taxa de câmbio praticada pelo mercado – montante bem abaixo do produto interno bruto americano.

A questão é que, na China, dá para fazer bem mais com 6,9 yuans do que se faz com 1 dólar nos EUA. Um bom exemplo é o Big Mac. De acordo com os preços registrados pela Economist, o sanduíche do McDonald’s custa cerca de 21,70 yuans na China e US$ 5,71 numa lanchonete americana. Por esse parâmetro, para comprar o mesmo que se consegue com um dólar nos Estados Unidos, seriam necessários apenas 3,8 yuans na China. Se a proporção for essa, então os 99 trilhões de yuans poderiam comprar o equivalente a US$ 26 trilhões – e a economia do gigante oriental já seria muito maior que a do rival.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Partindo dessa lógica, a Economist comparou o valor do Big Mac ao redor do mundo, desde 1986. O resultado oferece um termômetro mais ou menos aproximado do poder de compra de diferentes moedas. Os números indicam que muitas delas estão subvalorizadas no mercado de câmbio em relação ao dólar (veja na tabela abaixo). Por outro lado, o franco suíço e a libra libanesa estão sobrevalorizados. No Líbano, o dinheiro estava depreciado até o fim do ano passado, quando o índice de inflação decolou e empurrou para cima os preços no país – mesmo com a libra local atrelada ao dólar. Só o Big Mac subiu 38%.

 

Todos os anos, o Banco Mundial realiza um trabalho bem mais sistemático para medir o poder aquisitivo em diferentes nações, cotejando milhares de preços de todo o planeta. As revelações são surpreendentes. A pesquisa de 2011, por exemplo, mostrava que a China era mais barata – e, consequentemente, tinha uma economia m

Tabela: The Economist
Tabela: The Economist

aior – do que se imaginava. Com base nessas estimativas, o FMI calculou que o PIB chinês superou o americano em 2014, e em 2019 já era 27% maior que o dos Estados Unidos.

No entanto, vários observadores receberam essas estatísticas com ceticismo. Em 2010, uma pesquisa informal realizada por um repórter da revista de economia Caixin mostrou que uma série de produtos incluídos na análise eram bem mais queridos em Hangzhou do que na cidade-irmã de Boston. (O estudo comparava maçãs com maçãs – literalmente –, e descobriu que a variedade Golden Delicious da fruta era 37% mais cara na cidade chinesa.)

Publicidade

Em maio, quando o Banco Mundial divulgou o mais recente exercício de comparação, os céticos tiveram sua vingança. Segundo o relatório, as coisas são cerca de 17% mais caras na China do que nos Estados Unidos, ao contrário do que se acreditava. Com isso, o PIB chinês despencou mais de US$ 3,2 trilhões. Os cálculos dão conta de que só em 2016 a economia dos asiáticos ultrapassou a dos americanos.

Mas será que a nova estimativa é mais sólida do que trabalhos anteriores? Comparar preços de várias partes do mundo é um processo repleto de obstáculos. Um produto pode fazer parte da cesta básica num lugar e ser uma iguaria noutro. Além disso, o Banco Mundial precisa decidir que peso conferir a cada item da lista, e isso depende dos hábitos de compra de cada lugar – que, por sua vez, dependem dos preços de cada lugar. Ou seja: não é difícil ficar rodando em círculos.

Portanto, pode ser útil colocar os números do Banco Mundial ao lado de uma régua mais simples, como o valor do Big Mac. Nosso índice sugere que, no momento, o banco está (na melhor das hipóteses) subestimando o poder aquisitivo da moeda chinesa – e, portanto, o tamanho da economia do país. Houve um tempo em que o McDonald’s era um símbolo do poderio financeiro dos Estados Unidos. Agora o Big Mac mostra que esse poderio está ficando para trás.

* (Tradução: Beatriz Velloso)

Publicidade

© 2020 The Economist Newspaper Limited. Direitos reservados. Publicado sob licença. O texto original em inglês está em www.economist.com

Nossos editores indicam este conteúdo para você investir cada vez melhor:
China cria condições para um bull market “à moda americana”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • China
  • Economia
Cotações
02/01/2026 8h29 (delay 15min)
Câmbio
02/01/2026 8h29 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Bitcoin encerra 2025 com a maior queda em 2 anos e entra em 2026 sob nova lógica de preço

  • 2

    CDBs do Banco Master: o que acontece com a garantia do FGC se a liquidação for revertida

  • 3

    Por que a Geração Z e Millennials veem nas criptomoedas uma saída para construir riqueza

  • 4

    175 anos de Eufrásia Teixeira Leite: a engenharia financeira por trás da primeira investidora brasileira

  • 5

    Como investir em bitcoin e criptomoedas em 2026

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Período sem rodízio em São Paulo encerra em breve; veja data
Logo E-Investidor
Período sem rodízio em São Paulo encerra em breve; veja data
Imagem principal sobre o INSS: quais são os canais para verificar informações do benefício
Logo E-Investidor
INSS: quais são os canais para verificar informações do benefício
Imagem principal sobre o Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Logo E-Investidor
Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: confira resultado do sorteio do prêmio de R$ 1,09 bilhão
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: confira resultado do sorteio do prêmio de R$ 1,09 bilhão
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Mega-Sena, após Mega da Virada?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Mega-Sena, após Mega da Virada?
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Imagem principal sobre o Resultado da Quina 6915: SORTEIO SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Logo E-Investidor
Resultado da Quina 6915: SORTEIO SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Imagem principal sobre o Como será assistência para vítimas de violência doméstica não seguradas pelo INSS?
Logo E-Investidor
Como será assistência para vítimas de violência doméstica não seguradas pelo INSS?
Últimas:
Natura (NATU3) conclui venda da Avon International e mantém linha de crédito de até US$ 25 milhões
Tempo Real
Natura (NATU3) conclui venda da Avon International e mantém linha de crédito de até US$ 25 milhões

A operação não inclui o mercado russo da Avon nem a marca e as operações da Avon na América Latina

02/01/2026 | 08h28 | Por Ana Paula Machado
Raízen (RAIZ4): acionistas aprovam reorganização e incorporação de 4 empresas
Tempo Real
Raízen (RAIZ4): acionistas aprovam reorganização e incorporação de 4 empresas

Todas as avaliações foram realizadas pela PGS Auditores Independentes

02/01/2026 | 08h22 | Por Wilian Miron
Fitch rebaixa rating da Braskem (BRKM5) e vê risco elevado de inadimplência; veja o que diz a empresa
Tempo Real
Fitch rebaixa rating da Braskem (BRKM5) e vê risco elevado de inadimplência; veja o que diz a empresa

Na avaliação da Fitch, a Braskem precisa manter o acesso a financiamento por meio de bancos ou mercados de capitais para evitar uma reestruturação

02/01/2026 | 08h16 | Por Amélia Alves e Patricia Lara
Trade com Cyrela (CYRE3) pode render até 14,8%; veja a operação na Bolsa hoje (2)
CONTEÚDO PATROCINADO

Trade com Cyrela (CYRE3) pode render até 14,8%; veja a operação na Bolsa hoje (2)

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador