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Mercado

No último pregão de janeiro, Ibovespa acelera perdas e fica negativo no mês

Índice conseguiu se beneficiar da entrada de capital estrangeiro, mas perdeu pontos com o medo da covid-19

Por Isaac de Oliveira

29/01/2021 | 19:34 Atualização: 29/01/2021 | 19:35

Foto: Robson Fernandjes/Estadão
Foto: Robson Fernandjes/Estadão

O Ibovespa encerrou janeiro no campo negativo, com queda mensal de 3,32%, na faixa dos 115 mil pontos. Durante o mês, as sessões oscilaram entre quedas e fortes altas, inclusive com renovação de máximas históricas, devido à continuidade do fluxo de capital estrangeiro no País e aos receios com o recrudescimento da pandemia no mundo.

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Até a última quarta-feira (27), a bolsa registrou entrada de R$ 23,302 bilhões em dinheiro gringo. Em termos nominais, foi o melhor janeiro desde o início do levantamento mensal que a B3 disponibiliza desde 1994. Esse movimento iniciou no quarto trimestre de 2020, quando um forte apetite ao risco levou os investidores a buscarem mercados emergentes, como o Brasil. O melhor patamar foi o de novembro, com saldo de R$ 34 bilhões.

“O fluxo de capital estrangeiro tem sido bastante propiciado por um cenário mais otimista em relação à retomada econômica global e à chegada das vacinas para a população”, afirma Paloma Brum, economista da Toro Investimentos. “Outro aspecto que tem ajudado é a realização de lucros em papéis que já tiveram desempenho extraordinário nas grandes economias”, completa.

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Na reta final do mês, o índice acumulou seis sessões seguidas de queda, entre terça-feira (19) e quarta-feira (27). O ritmo de crescimento chegou a ser restabelecido nesta quinta-feira (28), com alta de 2,59%, aos 118.883,25 pontos, em uma sessão em que apenas quatro ações registraram queda.

Nesta sexta (29), contudo, o que se viu foi um dia de perdas quase generalizadas, pois apenas as ações da Marfrig (+0,08%) e Braskem (+1,64%) ficaram positivas no dia. O IBOV, por sua vez, caiu 3,21%, aos 115.067,55 e com giro financeiro de R$ 37,8 bilhões.

Uma combinação de notícias internas e externas influenciaram o desempenho do principal índice da bolsa nesta sexta (29), como a prorrogação do auxílio emergencial aos atingidos de Brumadinho (MG) até 28 de fevereiro, o alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre os riscos de um distribuição desigual de vacinas contra a covid-19 no mundo, e o pedido de aprovação do novo pacote fiscal dos EUA feito pelo presidente, Joe Biden.

Na visão de José Francisco Cataldo, head de research da Ágora Investimentos, além da forte chegada de capital estrangeiro, a dinâmica de janeiro na Bolsa foi marcada sobretudo por notícias acerca do avanço da covid-19 em diversas regiões do mundo. “As incertezas sobre a campanha de vacinação acabam trazendo aversão a risco no Brasil”, afirma Cataldo.

Em janeiro, o Brasil voltou a registrar um expressivo aumento de casos de covid-19. Apesar do início da vacinação no País, o processo ainda é lento e a incerteza sobre a capacidade do governo de garantir doses suficientes para imunizar a população entrou no radar dos investidores.

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Outro fator que causou dias de baixa no índice em alguns foi a incerteza se o ciclo de commodities, que se valorizaram desde o quarto trimestre, será tão forte e duradouro ao longo de 2021 como espera o mercado.

“A China vem dando sinais de que o crescimento da economia pode ser prejudicado pelos novos surtos de coronavírus que estão acontecendo lá de novo. Há incertezas se o estímulo do governo em infraestrutura e construção civil vai se manter forte a ponto de manter o ciclo de commodities favorável. Vale lembrar que este é um setor que tem um peso grande no Ibovespa, como a Vale”, observa Brum.

Para fevereiro, o mercado deve se concentrar na eleição para a presidência da Câmara e do Senado. “É um evento importante para o mercado como um todo porque deve ditar o ritmo de como serão votadas as prioridades no Congresso, como o que vai ser aprovado de reformas. Então vai ser um mês em que pode haver ainda volatilidade dos ativos e que é necessário ser bastante seletivo na escolha dos papéis”, frisa Cataldo.

GameStop à brasileira?

Apesar de não ter papel central no desempenho do Ibovespa em janeiro, o caso de uma ação coordenada de pequenos investidores, e que causou prejuízos milionários, parece ter sido replicada no Brasil. Nas últimas semanas, um forte movimento comprador de usuários do fórum Reddit levou as ações da varejista de games GameStop a saltarem mais de 1.600% no acumulado de janeiro – o que deu dor de cabeça para os grandes fundos de investimento que possuíam enormes posições vendidas na empresa e precisaram adquirir novamente as ações (short squeeze).

No penúltimo pregão do mês, investidores brasileiros quiseram replicar o movimento ocorrido nos Estados Unidos. A empresa escolhida teria sido a IRB Brasil Resseguros (IRBR3), cujos papéis fecharam a sessão da quinta (28) com alta de 17,82%, para R$ 7,67. A alta expressiva nos EUA se deve ao grande número de pessoas físicas na bolsa, o que é uma realidade bem diferente da nacional.

Devido à repercussão de uma possível GameStop à brasileira, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou um alerta ao mercado, afirmando que a prática do short squeeze é considerada crime. “A atuação com o objetivo deliberado de influir no regular funcionamento do mercado pode caracterizar ilícitos administrativos e penais”, afirma o comunicado da entidade.

As ações que saltaram em janeiro

NotreDame Intermédica (GNDI3) e Hapvida (HAPV3) lideram as altas mensais entre os papéis do Ibovespa, com valorização de 20,63% e 12,66%, respectivamente. O motivo do desempenho se deve justamente ao anúncio de que as duas companhias, do setor de saúde, pretendem combinar seus negócios.

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Maior operadora de plano de saúde do Nordeste, a cearense Hapvida anunciou, em 8 de janeiro, que pretende se unir ao Grupo Notredame Intermédica, notícia que fez as ações HAPV3 e GNDI3 saltarem 17,68% e 26,59%, respectivamente, naquele dia.

“As companhias têm uma alta probabilidade de conseguirem a aprovação dos órgão regulamentadores, porque elas não competem propriamente nas mesmas regiões. Elas vão simplesmente se juntar e têm muitas complementaridades e o mercado vê bastante positivo essa movimentação das duas de fazer essa fusão”, avalia Brum.

A terceira maior alta ficou com a Weg (WEGE3), com alta mensal de 10,63%. A companhia se beneficia com o dólar, ainda em um patamar elevado, com uma gestão bem avaliada pelo mercado, além de aquisições estratégicas. “Mesmo em um patamar elevado, o papel dela não para de subir, e tem uma capacidade de continuar crescendo de forma acelerada ao longo do tempo. Por isso a Weg continua entre as queridinhas da bolsa”, afirma a economista da Toro.

Os destaques negativos

Os papéis da Eletrobras, ELET6 e ELET3, acumularam as maiores quedas mensais, de 22,32% e 21,76%, respectivamente, refletindo o pessimismo gerado entre investidores com o anúncio da saída de Wilson Ferreira Jr. da presidência da companhia. “O mercado acha que isso pode ser um cenário ruim para que aconteça a privatização da Eletrobras, que era um dos direcionadores do papel”, explica Cataldo.

O executivo informou sua saída da estatal no domingo (24), por meio de fato relevante enviado à CVM. Ferreira deverá assumir o comando da BR Distribuidora a partir do dia 19 de março. Segundo a Comissão de Ética Pública, ligada à presidência da República, Ferreira não precisará cumprir um período de quarentena antes de assumir a nova posição.

Na sequência, ficaram dois papéis de companhias do setor da construção civil: Ezetec (EZTC3) e Cyrela (CYRE3), com desvalorização mensal de 14,50% e 13,06%. A economista da Toro explica que essas quedas refletem um movimento de rotação setorial. Papéis que tiveram bom desempenho ao longo dos últimos meses começam a ceder espaço para aqueles que podem vir a se valorizar.

“Acontece uma realização de lucros, com investidores indo buscar aquelas oportunidades que têm maior potencial de ganho enquanto esses papéis aqui basicamente já mostraram uma alta bem forte, principalmente para quem pegou ali quando eles ficaram bem descontados no auge da crise”, diz Brum.

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