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Mercado

Novembro dos sonhos: como o Ibovespa conseguiu seu melhor mês em três anos

Virada de chave no exterior trouxe capital estrangeiro de volta à B3, levando Ibov à maior alta em 36 meses

Por Luíza Lanza

30/11/2023 | 18:36 Atualização: 01/12/2023 | 15:39

Alta de novembro do Ibovespa foi a maior desde 2020 na B3. (Foto: Werther Santana/Estadão)
Alta de novembro do Ibovespa foi a maior desde 2020 na B3. (Foto: Werther Santana/Estadão)

Novembro foi um mês dos sonhos na Bolsa brasileira. O Ibovespa saiu de 113.161,23 pontos para 127.331,12 pontos, encerrando esta quinta-feira (30) com uma alta mensal de 12,54%. Uma valorização dessa magnitude não era vista há muito tempo; especificamente, há 36 meses, desde novembro de 2020, quando o índice subiu 15,90%, mostram dados da Economatica.

Leia mais:
  • Entre o otimismo e a cautela: o que esperar da Bolsa em dezembro?
  • O Ibov vai bater recorde de 130 mil pontos? A análise gráfica responde
  • O que preocupa os investidores mais do que os juros em 2024?
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Os 127 mil pontos também são representativos. O Ibovespa não alcançava tal patamar desde junho de 2021 e, agora, investidores começam a sonhar em superar o recorde histórico dos 130 mil pontos. Veja o que esperar de dezembro.

Quem não acompanhou de perto o mercado pode estar se perguntando como o cenário mudou tanto e tão rápido, dado que, em outubro, o Ibovespa cedeu 2,94% pressionado por uma onda de aversão a risco global. À época, o mercado brasileiro foi apenas um dos muitos que foram impactados pela alta dos juros futuros nos Estados Unidos.

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Dados de inflação e sinalizações de dirigentes do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, fizeram o mercado precificar que os juros americanos permaneceriam mais altos por mais tempo. Como consequência, as “Treasuries”, como são chamados os títulos de dívida pública americanos, viram suas taxas baterem recorde. A T-Notes de 10 anos chegou a superar os 5%, coisa que não acontecia desde 2007.

O que vimos em novembro, no entanto, foi a inversão deste cenário. O índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês), divulgado durante o mês, permaneceu estável em outubro ante setembro, abaixo do consenso de mercado. Estes dados mais benignos de inflação, somados a novas declarações do Fed, indicaram que o ciclo de alta de juros por lá pode ter chegado ao fim.

No lado mais otimista, há quem acredite que os juros americanos possam ser reduzidos já no primeiro semestre de 2024. Tudo isso fez as taxas do T-Notes caírem, aliviando os índices de ações globais.

“Entre setembro e outubro, houve uma abertura muito forte da ponta longa da curva de juros americana, o que puxou para baixo os mercados emergentes. O que observamos agora em novembro foi uma reversão dessa tendência, com a Treasury americana caindo de 5% para 4,5%,”, explica Phil Soares, chefe de análise de ações da Órama. “Nitidamente, foi isso o que puxou a Bolsa.”

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Mas essa é a história internacional. Por aqui, outros fatores também ajudaram o Ibovespa a deslanchar em novembro.

No cenário doméstico, a questão fiscal voltou ao radar, mas também com indicativos mais positivos aos olhos do mercado. Em novembro, o governo sinalizou que deve manter a meta de déficit fiscal zero no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024 – atenuando parte da incerteza que rondou o mercado em meses anteriores.

“A questão fiscal ficou mais clara e alguns indicadores mostraram fraqueza da atividade econômica, o que, pelo prisma do copo meio cheio, poderia ser visto como mais um fator que ajudaria na queda dos juros”, destaca Alexsandro Nishimura, economista e sócio da Nomos. “Os juros futuros brasileiros seguiram o alívio externo, com fatores adicionais internos que podem ajudar na intensificação ou extensão do ciclo de queda da Selic.”

Alta generalizada

Com o ciclo de alta de juros nos EUA no fim e o fiscal brasileiro sob controle, o apetite a risco que tomou o mercado global em novembro ajudou a impulsionar as ações brasileiras. Não seria por menos: dados da B3 mostram que a entrada de capital estrangeiro na Bolsa em novembro, até o dia 27, foi de R$ 17,5 bilhões, o melhor fluxo mensal desde março de 2022.

Para Bruno Madruga, sócio e head de renda variável da Monte Bravo, este é o principal motivo por trás da valorização de dois dígitos do Ibovespa em novembro. “Sobrou capital de risco do investidor global para países emergentes e, dentre os emergentes, nos parece que o Brasil é o grande beneficiado. Foi isso que trouxe o Ibovespa dos 113 mil pontos para 126 mil.”

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Segundo ele, boa parte desse fluxo estrangeiro foi direcionado às principais empresas brasileiras – como bancos e commodities – que têm um peso relevante na composição do Ibovespa.

“O fluxo comprador foi principalmente para as principais empresas que têm peso no índice. Um destaque muito importante para o setor financeiro, mas também para empresas como Vale, que tiveram um impacto bastante positivo com uma boa alta do minério de ferro no mercado asiático”, diz Madruga.

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