• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Ibovespa confirma pior agosto desde 2015; entenda o que aconteceu

Mês ficou marcado pela pior sequência de quedas da história da Bolsa; veja o que esperar de setembro

Por Luíza Lanza

31/08/2023 | 17:33 Atualização: 31/08/2023 | 17:38

(Foto: Envato)
(Foto: Envato)

O Ibovespa encerrou o pregão desta quinta-feira (31) com uma baixa de 1,53%, aos 115.741,81 pontos. Com o desempenho, o índice de referência da Bolsa de Valores brasileira terminou agosto com uma queda acumulada de 5,09%, confirmando o pior mês de agosto desde 2015.

Leia mais:
  • O que esperar de setembro? Veja os investimentos que podem se destacar
  • O que investidor pode aprender com agosto para lucrar?
  • Mês do “desgosto”: pior agosto desde 2015 é oportunidade ou risco?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Entre os dias 1º e 17, o Ibovespa acumulou a pior sequência da história. Sem um único dia positivo no período, o índice registrou 13 pregões consecutivos de queda, acumulando uma desvalorização de 5,21% aos 114.982,30 pontos. Como explicamos nesta reportagem, tratava-se do pior desempenho para um mês de agosto desde 2015.

Em termos de nível de fechamento, era como se o Ibov tivesse dado um “passo atrás” de quase dois meses, dado que a última vez que o índice foi negociado na casa dos 114 mil pontos foi no início de junho.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O que se viu em agosto foi uma deterioração de todos aqueles fundamentos que, nos meses anteriores, vinham impulsionando altas na Bolsa.

O tão sonhado e debatido primeiro corte do ciclo de queda de juros, que causou boa parte da reprecificação positiva dos ativos de renda variável entre maio e julho, foi concretizado pelo Banco Central no dia 02. A Selic caiu 0,5 ponto percentual, para 13,25% ao ano, depois de 12 meses estacionada. Mas, como boa parte desse movimento já havia sido antecipado no mercado, o corte de juros não foi suficiente para se sobrepor a outros fatores negativos, especialmente os que vinham do exterior.

“Os dados da economia americana continuam mostrando certa resiliência em um ano em que se esperava que a economia americana ia entrar em uma recessão. Ainda houve o downgrade do crédito soberano dos Estados Unidos pela agência Fitch”, destaca Jennie Li, estrategista de ações da XP Investimentos. “E ainda tem os dados da China, que continuam mostrando uma retomada econômica fraca, o que trouxe algumas questões em relação ao crescimento global.”

A somatória desses fatores levou a uma onda de aversão a risco pelos mercados globais, impulsionando inclusive uma abertura nas curvas de juros pelo mundo. Nos EUA, o retorno das treasuries, os títulos do Tesouro americano, bateu 4,36%, um patamar que não se via desde a crise de 2008.

Publicidade

Com o investimento mais seguro do mundo pagando taxas altas e tantas incertezas no radar, sobrou pouco apetite para mercados emergentes.

Segundo dados da B3, investidores estrangeiros tiraram R$ 9,7 bilhões do mercado brasileiro até o dia 29. É o pior desempenho mensal em termos de fluxo em 2023. A saída desse capital impactou também o câmbio: o dólar saltou 4,87% no mês, passando de R$ 4,72 para R$ 4,95 em agosto.

Foi do cenário doméstico que vieram alguns poucos sinais de alívio, que permitiram que o Ibovespa revertesse parte das quedas e arrancasse alguns pregões positivos desde a última semana. Nas primeiras semanas de agosto, a demora para a aprovação final do arcabouço fiscal causou certa volatilidade no mercado; um sentimento que se reverteu no último dia 22, quando o texto foi aprovado pela última vez na Câmara de Deputados.

“Depois de algum desconforto, a aprovação do arcabouço fiscal ajudou nessa recomposição dos últimos dias”, destaca Ricardo França, analista da Ágora Investimentos.

O que esperar de setembro

Boa parte dos fatores que pressionaram o mercado brasileiro em agosto seguirão no radar para o mês que se inicia. As incertezas em relação à China continuam, enquanto a discussão de política monetária nos Estados Unidos ganhará novos capítulos. O Federal Open Market Committee (FOMC), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) se reúne nos dias 19 e 20 de setembro para discutir se realiza ou não mais um ajuste na taxa de juros americana.

Publicidade

“O cenário externo vai continuar retendo muito a atenção dos investidores, principalmente no que diz respeito à política monetária nos EUA”, destaca Ricardo França, da Ágora.

Ainda assim, o mercado brasileiro pode ter um contraponto importante, diz ele. Na mesma data do FOMC, o Copom também se reúne no Brasil para discutir a taxa de juros brasileira. A expectativa geral é por um novo corte de 0,50 ponto percentual, que levaria a Selic para 12,75% ao ano.

“Nesse cenário, é muito difícil apostar contra a renda variável. Ainda temos uma Bolsa atrativa, bastante barata em termos de múltiplos e que, com a Selic em queda, deve seguir recebendo fluxo”, explica França. “Por mais que ainda haja um cenário de cautela, tanto interna com a questão fiscal, quanto externa com os EUA, o plano de fundo ainda é de queda de juros.”

Nessa toada, depois das altas generalizadas vistas em maio e junho, analistas veem espaço para a volta do movimento de valorização. Dessa vez, em ativos e teses pontuais.

Publicidade

“Até julho, era um movimento mais de Beta. Agora, parece ser um mercado mais de Alfa, escolhendo realmente os papéis e setores que tendem a se beneficiar”, diz Rodrigo Cabraitz, gestor de portfólio de alocação de ativos da Principal Claritas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • arcabouço fiscal
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Estados Unidos
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Ibovespa
  • Selic
  • Taxa de juros
Cotações
13/05/2026 22h32 (delay 15min)
Câmbio
13/05/2026 22h32 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Itaú lança cartão para altíssima renda da Mastercard com até 7 pontos por dólar

  • 2

    Tesouro Selic ou Tesouro Reserva? Veja quais títulos do Tesouro Direto servem para reserva de emergência

  • 3

    Tesouro Reserva estreia com operação 24x7 e sem oscilação; novo título promete mudar reserva de emergência no Brasil

  • 4

    Investidores inexperientes perdem 0,29% por ano com COEs. Experientes ganham 3%, mostra estudo

  • 5

    Saíram na hora errada? Maioria dos fundos que bateram o Ibovespa perdeu investidores em 12 meses

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: endividados podem usar FGTS para pagar contas atrasadas; entenda quanto é possível sacar
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: endividados podem usar FGTS para pagar contas atrasadas; entenda quanto é possível sacar
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode participar do programa para aliviar dívidas; entenda como
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode participar do programa para aliviar dívidas; entenda como
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Imagem principal sobre o Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Logo E-Investidor
Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Imagem principal sobre o Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Logo E-Investidor
Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Últimas: Mercado
Guru mais otimista de Wall Street prevê rali do S&P 500 em 2026 e alta mais expressiva até 2029; veja as projeções
Mercado
Guru mais otimista de Wall Street prevê rali do S&P 500 em 2026 e alta mais expressiva até 2029; veja as projeções

Presidente da Yardeni Research vê resultados das empresas como impulso para a bolsa de Nova York; outras casas também revisam estimativas

13/05/2026 | 19h29 | Por Jason Ma, da Fortune
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas pelo 2º dia seguido; Localiza (RENT3) cai 6%
Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas pelo 2º dia seguido; Localiza (RENT3) cai 6%

Divulgação de áudios trocados entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro mexeu com os mercados nesta quarta-feira (13)

13/05/2026 | 18h58 | Por Beatriz Rocha
Dasa (DASA3) mostra forte desempenho no 1T26 e recebe recomendação de compra; ação sobe 3%
Mercado
Dasa (DASA3) mostra forte desempenho no 1T26 e recebe recomendação de compra; ação sobe 3%

Com lucro de R$ 9 milhões, companhia dispara no Ibovespa após focar em medicina diagnóstica

13/05/2026 | 16h47 | Por Ana Ayub
Fim da “taxa das blusinhas” pressiona varejistas e ações reagem; veja impacto para Renner, C&A e Riachuelo
Mercado
Fim da “taxa das blusinhas” pressiona varejistas e ações reagem; veja impacto para Renner, C&A e Riachuelo

Apesar do impacto negativo da medida, mercado vê varejistas locais mais preparadas para o ambiente competitivo

13/05/2026 | 16h37 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador