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Como ficam os investimentos na Vale após recorde do valor da ação

Mineradora brasileira foi beneficiada por alta no preço do minério

Por Isaac de Oliveira

15/07/2020 | 16:00 Atualização: 15/07/2020 | 18:47

Foto: Washington Alves/Reuters
Foto: Washington Alves/Reuters

Os papéis da Vale (VALE3) atingiram o maior valor histórico, sendo cotados em R$ 61,70 ao fim do pregão desta terça-feira (14), com uma alta de 7,03% no dia. Até então, o preço mais alto após o fechamento do mercado havia sido de R$ 60,84, em 25 de setembro de 2018.

Leia mais:
  • Por que Vale, Bradespar e Ultrapar tiveram os melhores desempenhos do dia na Bolsa
  • Vale (VALE3) amplia zona de autossalvamento e deixa mercado em alerta
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A valorização é justificada pelo preço do minério de ferro, bem acima dos US$ 100 a tonelada, e a perspectiva da retomada de pagamento de dividendos. Apesar de indicar uma queda de pouco mais 1% nesta quarta-feira (15), a perspectivas são boas para os analistas do mercado.

Com a alta desta terça, a empresa mineradora atingiu um valor de mercado de R$ 326 bilhões, o maior desde o plano real, segundo dados compilados pelo Broadcast, a partir da base da B3. O valor também mostra um crescimento de quase 50% em relação aos R$ 218,7 bilhões, referentes ao primeiro pregão após o rompimento da barragem em Brumadinho (MG), em janeiro de 2019.

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Desde o começo de 2020, o preço do minério de ferro negociado no porto chinês de Qingdao, que serve de referência para as negociações à vista da commodity, já subiu 22%. Nesta terça, quando a Vale ON subiu 7,03% frente a alta de 6,74% de Bradespar PN, a commodity fechou com preço de US$ 112,48 a tonelada.

Além disso, um relatório do banco Goldman Sachs prevê que a mineradora anuncie a volta do pagamento de dividendos quando divulgar os resultados do segundo trimestre de 2020. A informação atraiu diversos investidores para o papel da mineradora.

Mas, afinal, é o momento certo para investir na Vale?

José Cataldo, superintende de research da Ágora Investimentos, tem recomendação de compra nos papéis da companhia. Para ele, ainda que a empresa possa ter alguns impactos na produção, o momento tem sido favorável com a alta do minério de ferro.

“A Vale hoje é um dos maiores players transoceânicos de minério de ferro. A nossa recomendação é de compra, e o nosso preço alvo é de R$ 85. Então ainda tem um campo bom para valorização”, avalia Cataldo.

O economista Gustavo Bertotti, da Messem Investimentos, destaca que, além de ser um dos maiores players do mundo, a Vale não parou de gerar receita e a demanda por minério só aumenta. Outro atrativo é o bom desempenho da empresa frente à pandemia de coronavírus.

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“É uma empresa que sempre teve bons índices de liquidez, e isso traz segurança para os investidores. É uma blue chip que tem uma importância muito grande no mercado, pela geração de renda e emprego”, diz Bertotti.

No dia 12 de março, a ação da Vale caiu para R$ 35,35. O valor é inferior aos R$ 41,45 de 28 de janeiro de 2019, no primeiro pregão após o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais. Agora, em julho de 2020, a empresa acumula crescimento de 8,76% no mês. No ano a alta é de 14,11%.

Quais riscos o investidor deve considerar antes de investir?

Para Christian Lupinacci, analista do banco digital Modalmais, o momento para compra da ação é favorável, com o papel caindo um pouco após a alta desta terça. O analista enxerga espaço para a ação crescer até a faixa dos R$ 75. Já para os investidores que ainda temem maiores desdobramentos da tragédia de Brumadinho, a recomendação é de aplicar entre 5% e 10% dos recursos na companhia.

“A forma do investidor mitigar esse risco é por tamanho de posição. Ele não vai ter 50% de Vale no portfólio, mas sim entre 5% e 10%. Se acredita que esse risco é mais importante, investe mais perto de 5%. Se acredita que esse risco é menos importante, aplica mais perto de 10%.”, afirma.

Lupinacci reforça que é difícil dizer que os riscos da empresa estão precificados, uma vez que eles ainda existem. “Se amanhã uma barragem cair, a ação da Vale vai desabar. Mas se comparar seu preço atualmente contra os seus pares globais, a empresa negocia com desconto.”

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Bertotti, da Messem, lembra que a grande oferta pode provocar, ainda em 2020, uma queda no preço do minério de ferro. “Tem alguns analistas já colocando que o preço do minério de ferro, no final do ano, talvez seja um pouco menor, na casa de US$ 93 ou US$ 95.”

Nossos editores indicam este conteúdo para você investir cada vez melhor:
As 8 ações que cresceram o dobro do Ibovespa após tombo da B3

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