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Mercado

Hashdex: muita coisa ruim ainda pode acontecer no mercado cripto

Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex, aconselha investidores a não se desesperarem com o ‘inverno cripto’

Hashdex: muita coisa ruim ainda pode acontecer no mercado cripto
Marcelo Sampaio, da Hashdex, aposta na visão de longo prazo para as criptomoedas. Foto: Divulgação/Hashdex
  • Para o CEO da Hashdex, projetos sem fundamentos tendem a ‘quebrar’ nesse período de baixas generalizadas, o que por um lado é positivo para retirar do mercado ativos não sustentáveis
  • Para Sampaio, os fundamentos nos quais se baseiam os criptoativos estão melhores hoje, mesmo em meio às quedas
  • “Cripto remunera muito bem o investidor paciente, o investidor de longo prazo. Em vez de ficar negociando, fique em uma posição longa e seja paciente”

Diferentemente do que ocorreu na série Game of Thrones, nenhum investidor conseguiu prever que o ‘crypto winter’ (inverno cripto, em português) estava chegando. Porém, ele chegou e lançou pânico no mercado das criptomoedas. Somente em 2022, o bitcoin (BTC) e o ethereum (ETH), ativos digitais mais consolidados, estão cedendo 60% e 70%, respectivamente.

Se foi difícil antecipar o começo desse inverno, entender quando essa estação irá passar é ainda mais complexo. De acordo com Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex, gestora especializada em criptoativos, a situação do mercado cripto pode piorar bastante antes de começar a melhorar.

Na visão do executivo, o que está pressionando preços é uma junção entre fatores macro, como inflação e juros altos nas economias globais, e questões próprias dos ativos digitais. O recente colapso do token Luna, que perdeu 99,9% do valor em poucos dias, é um desses fatores específicos das criptomoedas que geraram aversão a risco e pressionaram os preços dos ativos.

Além disso, grandes plataformas de criptomoedas como Celsius Networks e Babel Finance suspenderam saques em meio a uma crise de liquidez – isto é, com a desvalorização das criptomoedas nas últimas semanas, muitos clientes optaram para sacar seus ativos de uma vez. A gestora Three Arrows Capital também limitou resgates em fundos, preocupando ainda mais os investidores.

“Muito difícil dizer até quando vai (o inverno cripto), porque isso parte de um movimento que transcende o mundo cripto. Sinceramente, acho que em cripto ainda tem muita coisa feia que pode acontecer. Hoje temos uma série de projetos que podem estar expostos, alavancados. Isso realmente pode piorar muito o cenário de preços”, afirma Sampaio.

Entretanto, o investidor deve agir racionalmente nesse período de baixas generalizadas e olhar, sobretudo, para o longo prazo. Para Sampaio, os fundamentos nos quais se baseiam os criptoativos estão melhores hoje, mesmo em meio às quedas, do que estavam antes.

“Cripto hoje é um investimento melhor do que era há alguns meses”, diz Sampaio. “Essas circunstâncias que estão acontecendo no mercado cripto, da Celsius, Babel, Terra (Luna), por mais dolorosas que sejam, são saudáveis para o longo prazo do mercado. Os projetos que não eram sólidos se revelam e morrem, deixando no mercado projetos cada vez mais parrudos. Projetos nos quais é possível confiar.”

Leia a entrevista na íntegra:

E-Investidor – O que está causando essas grandes baixas nas criptomoedas?

Marcelo Sampaio – Tem dois grandes elementos. O primeiro é exógeno, fatores do mercado em sí. Hoje temos um cenário macro extremamente desafiador, principalmente para os ativos percebidos como de risco. Os números de inflação estão crescendo muito, temos uma provável recessão nos EUA e isso está mexendo com todos os ativos de risco, não só criptos, como equities, principalmente empresas de tecnologia.

Nos últimos dois anos podemos dizer que o mercado financeiro descobriu cripto. Isso muito pelos criptoativos terem ido para o mainstream, hoje temos ETFs de cripto e uma série de estruturas que não tínhamos antes. E obviamente esse investidor que é mais novo nesse mundo de ativos digitais, percebe as criptos como ativos de risco e, em uma situação como essa (de aversão a risco), busca trazer o dinheiro para perto.

Além dos fatores de mercado, os criptoativos têm questões próprias, endógenas. A quebra do protocolo do Terra (Luna), uma criptodólar que tinha dezena de bilhões de dólares, colocou muita pressão no mercado de criptomoedas.

A deterioração do mercado cripto também foi revelando outros players (que tiveram problemas), como Babel Finance, Celsius e Three Arrows Capital. Esses players centralizados começaram a congelar resgates, não pagar, basicamente quebrar. Isso faz uma pressão enorme nos preços das criptos.

Contudo, são situações que não mudam em nada os fundamentos. Hoje, temos muito mais boas notícias do que más notícias. A primeira (boa notícia) é que a tecnologia dos protocolos DeFi (finanças descentralizadas) estão funcionando fantasticamente, o que está quebrando são as empresas ou projetos centralizados. O próprio Terra (Luna) quebrou pela falta de colateral dele, não por uma falha tecnológica.

O quanto essas instabilidades em grandes corretoras devem preocupar o investidor de criptomoedas?

Sampaio – Depende do prazo do investidor. O investidor de longo prazo não tem que estar preocupado com nada disso, porque o case de criptos continua mais forte do que nunca. As tecnologias estão cada vez melhores e integradas ao mercado, a regulação está cada vez mais clara. Os dados e fundamentos que interessam, dos principais protocolos, seguem cada vez mais robustos.

Obviamente que para o investidor que está olhando o curto prazo há, sim, uma preocupação. Realmente, o mercado pode piorar muito antes de melhorar.

É o momento de o investidor repensar deixar as criptos em corretoras e guardar em wallets?

Sampaio – Deixar criptos nas corretoras realmente não é uma boa prática, mas gosto de ressaltar que temos corretoras boas e corretoras ruins. O problema é que o investidor geralmente não faz esse dever de casa, de saber qual é qual, e também é difícil fazer essa diferenciação. Hoje, a ideia de custódia, de você fazer a segurança de uma cripto, é algo extremamente complexo.

Para fazer isso bem, seja de qualquer forma que o investidor escolher, exige um nível de conhecimento e cuidado. E sempre existirá algum tradeoff (escolha e consequência): em uma hardware wallet há o risco de perda física, se a chave é danificada. Em uma hot wallet, o investidor terá exposição maior a hacks.

Principalmente para o investidor, recomendamos contratar players que fazem isso (custódia) profissionalmente. Quando você entende como funciona e o prestador de serviços dá clareza de como funciona, isso basicamente é muito melhor do que tentar fazer na mão.

Podemos dizer que há risco de ocorrer uma espécie de “corrida bancária” nas exchanges?

Sampaio – Se é possível: sim, é. Não tenho a menor dúvida de que isso é uma possibilidade se o mercado entrar muito em colapso. O difícil é saber se realmente vai acontecer.

O que eu diria é que pode ter terror e pânico, mas será circunstancial. Fundamento ganha historicamente, então mesmo que o mercado entre em um profundo estresse, essa tecnologia é criadora de valor. Pode deprimir em preço, mas se os fundamentos continuarem bons, como é o caso, ela tende a recuperar.

Um dado muito legal é de que os investidores mais antigos de bitcoin, ethereum e das blockchains mais estabelecidas, não estão vendendo. Eles estão comprando. Quem está vendendo são investidores mais recentes, que talvez estejam pegando seu primeiro ‘bear market’ ou ‘inverno cripto’ e reagindo mais efusivamente a essas circunstâncias.

As carteiras antigas não estão vendendo. Estão paradas, esperando essa onda passar, ou até comprando, aumentando exposição.

Até quando vai esse inverno cripto?

Sampaio – Muito difícil dizer até quando vai, porque isso parte de um movimento que transcende o mundo cripto. Sinceramente, acho que em cripto ainda tem muita coisa feia que pode acontecer. Hoje temos uma série de projetos que podem estar expostos, alavancados. Isso realmente pode piorar muito o cenário de preços de criptos.

Eu sou fã de ter uma exposição a cripto de longo prazo, zero alavancada, com custódia forte. Claro que ainda sofrerá as oscilações, mas o investidor estará a longo prazo. É difícil dizer quando terminará o inverno cripto e, sinceramente, no mundo cripto todas as más notícias vieram e no macro está piorando antes de melhorar.

Mas e quanto a suposta descorrelação entre cripto e os mercados tradicionais? Lembro que, antes dessa grande queda, discutia-se muito no mercado sobre o bitcoin ser uma reserva de valor, como ouro ou o dólar.

Sampaio – Então, hoje tem um monte de gente falando que ‘se provou que as criptos não são reservas de valor’. Eu sempre convido as pessoas a olharem em um prazo maior, porque essa correlação é conhecida, a escala é que mudou.

Quando o mercado entra em estresse, tudo se correlaciona, todo mundo quer trazer liquidez para perto. Entretanto, quando deixamos passar um tempo maior, essa correlação historicamente quebra (das criptos com o mercado tradicional). E aí, podemos ter um cenário de que o mundo está indo mal e cripto está indo bem. Eu chutaria que as coisas tendem a acontecer assim, mas não dá para descrever datas ou em quais níveis de preço essa retomada começará.

Se você ampliar a visão, dá para perceber que é descorrelacionado e uma ótima reserva de valor. Sempre peço para as pessoas olharem para trás para perceberem como as coisas aconteceram.

Poderia citar exemplos de crises em que o bitcoin quebrou a correlação com os mercados tradicionais?

Sampaio – Veja como foi no Brexit, como o bitcoin performou quando teve a quebra da Grécia, quando estourou a pandemia do coronavírus. Tudo é bem parecido, os mercados tradicionais e o mercado cripto se correlacionam em um primeiro momento. Depois, essa correlação quebra e bitcoin performa muito melhor que as alternativas.

O que acontece agora é que essa é a primeira vez que cripto vai encarar um cenário macro global estruturalmente ruim e que tende a não recuperar rápido. Vai ser interessante ver como serão os impactos disso em cripto, mas o que eu quero dizer é que essa correlação não é nova, o que talvez seja novo é o prazo que dura essa correlação.

Em todas as oportunidades do passado, essa correlação foi quebrado alguma hora, com bitcoin se mostrando uma reserva de valor excelente e melhor que as outras.

É o momento de ir às compras ou a faca ainda está caindo?

Sampaio – Se você está comprando um ativo pensando nos próximos 10 ou 20 anos, a grande verdade é que é muito difícil acertar ponto de entrada. Principalmente para o investidor comum. Existem algumas alternativas: o investidor pode definir o valor ao qual quer ter exposição e ir comprando um tanto por semana, por dia ou por mês.

Ir comprando aos poucos cria um hedge natural dessas oscilações. Tudo depende muito da cabeça do investidor. Se você está comprando para um prazo realmente longo, não devia fazer tanta diferença assim. A sensação que dá é que as pessoas querem especular nessa queda, comprar porque está ‘barato’, mas não dá para saber se não vai cair mais. Para mim, bitcoin a US$ 70 mil é extremamente barato, porque estou em um horizonte de 20 anos.

Tudo está muito no começo e esses ativos tendem a encontrar caminhos de valor ao longo da história. Você consegue capturar esse valor se estiver investido, principalmente no mercado. É mais fácil você comprar o mercado como um todo, do que tentar acertar qual projeto vai dar certo.

Se eu estivesse na pele do investidor eu colocaria um prazo muito longo, não olharia para os investimentos nos próximos cinco ou 10 anos. Já se o objetivo fosse operar mesmo, a maneira de fazer é ir comprando frações ao longo do tempo, com disciplina. Então você não atribui julgamento se está caro ou barato, simplesmente compra.

Eu sugiro que as pessoas continuem disciplinadas, nenhum mercado cai para sempre. Cripto hoje é um investimento melhor do que era há alguns meses, os fundamentos estão melhores hoje do que estavam antes. Essas circunstâncias que estão acontecendo no mercado cripto, de Celsius, Babel, Terra (Luna), por mais dolorosas que sejam, são saudáveis para o longo prazo do mercado.

Os projetos que não eram sólidos se revelam e morrem, deixando no mercado projetos cada vez mais parrudos. Projetos nos quais é possível confiar ao longo do tempo.

Hoje, quais projetos cripto são ciladas? E por quais a Hashdex tem preferência?

Sampaio – Evitamos entrar em projeto a projeto. Temos uma lógica de tentar investir no mercado como um todo, em uma tese, e não em um ativo em específico. A maneira como fazemos na Hashdex é investir em um índice de criptos, como o HASH11, ou em temas, como investir em DeFi, NFTs, Web3 e etc.

Criamos formas de o investidor ser mais agnóstico em relação a projetos e conseguir ganhar exposição a teses e temas maiores. Dito isso, dentro da nossa generalidade, eu tentaria estar mais próximo dos projetos mais provados, como bitcoin e ethereum. Paralelamente, tentaria estar longe de projetos sem fundamentos claros, como as criptomoedas memes, os shibas e dogecoins da vida.

Tentaria não navegar hypes e me afastar de ativos pouco provados, a não ser que o investidor tenha um conhecimento muito claro de determinado projeto. Lembrando que aqui acreditamos que a maior parte do dinheiro cripto de um investidor, profissional ou não, deveria estar em comprar o mercado como um todo. Essa é a tese do HASH11, no que acreditamos e trouxemos para os investidores.

Por que investir no mercado ou em teses é melhor no mundo cripto?

Sampaio – Basicamente, você estará investindo nos ganhadores a longo prazo desse mercado. Quem investe em apenas um criptoativo, precisa ter uma opinião muito profunda sobre aquele ativo em si, aquele mundo em si. Você precisa estar tão confiante ao ponto de achar que ele irá performar melhor que o mercado ao longo do tempo, na próxima década.

Isso é muito difícil porque o mundo cripto já tem um nível de incerteza tremendo, por isso que tem um prêmio tão grande. A vantagem do índice é que você sai dessa conversa. Se você tem um mercado que pode te dar um retorno em potencial de muitas vezes, não é necessário aumentar tremendamente o seu risco para encontrar um ativo específico que irá superar o mercado, gerar alfa.

Em mercados muito mais maduros achar um ativo que gere alfa já é muito difícil, um trabalho profissional. Existem fundos de investimentos de gestoras fantásticas, como a Verde, Dynamo e etc, que têm times com experiência de décadas e muito capital. E mesmo assim para esses fundos é complicado ganhar do Ibovespa. Imagina no mundo cripto que possui um nível de incerteza muito maior?

Nosso ponto é: você não precisa aumentar seu risco para procurar ganhar do mercado que já vai te dar um retorno de muitas vezes. Diversificação é o nome do jogo. Hoje o HASH11 é o segundo maior ETF em número de investidores, então é uma forma de investir muito conveniente e melhor tributariamente também.

Quais as lições que o investidor pode tirar dessa nevasca cripto?

Sampaio – A primeira lição é investir no tamanho certo. Não invista mais do que você pode suportar, porque a volatilidade realmente é tremenda. Nada do que está acontecendo hoje, de volatilidade em cripto, é novo. Isso já aconteceu várias vezes nos 14 anos de história que os criptoativos têm.

Outra coisa é ter paciência. Cripto remunera muito bem o investidor paciente, o investidor de longo prazo. Em vez de ficar negociando, fique em uma posição longa e seja paciente.

A terceira é: diversifique-se. Hoje temos o bitcoin como a criptomoeda mais estabelecida. Tem até a lógica de que quando o mercado entra em estresse, a dominância do bitcoin aumenta. Isso porque o BTC acaba virando um investimento seguro dentro do mundo cripto, mas a verdade é que essas narrativas mudam ao longo da história.

Bitcoin era sozinho até poucos anos atrás e não tinha nada que pudesse tirar a dominância de quase 100% do BTC. E aí surgiu ethereum, os protocolos de Web3, de DeFi, do metaverso, e tantas outras linhas. Basicamente ter um nível de diversificação se torna algo muito poderoso para operar e garantir que você estará investido no que irá funcionar.

Costumo dizer que os melhores projetos de cripto ainda não foram nem inventados. É como se estivéssemos em algum momento dos anos de 1990, quando ninguém tinha visto o Google, nem a Amazon, Arbnb ou o Facebook. Ou seja, não havia ideia ainda de tudo que iria acontecer depois e os projetos que já existiam, estavam em fase muito inicial. Assim é com o mundo cripto hoje.

Por fim, a última dica é se educar. Estude, entenda, acompanhe o mercado. É um mundo fascinante.

Na sua visão, o que os ativos digitais serão no futuro?

Sampaio – Para mim, cripto é um fenômeno maior que a internet. O impacto que a internet teve nas nossas vidas e na sociedade foi total e completo. Na minha visão, cripto é maior do que isso. Cripto é uma internet nova.

A internet antiga foi a da informação, transformou a forma de criar e trocar informações. O que possibilitou a criação de serviços, empresas, mundos que não existiam antes. As criptos farão absolutamente a mesma coisa com o valor, de reinventar a lógica de valor.

Com cripto, uma série de coisas que não eram valoráveis, passarão a ser. Equipamentos e computadores poderão trocar valor entre eles. Por exemplo, automóveis autônomos que não precisarão ser de ninguém, eles simplesmente irão existir, prestar serviços (como Uber, por exemplo) e poderão pagar pela própria gasolina e manutenção e se aposentar depois de um tempo. Esse é um tipo de mundo que cripto pode viabilizar a existência, porque será necessário trocar valor de uma forma indiscriminada, imediata e autônoma.

É um mundo muito diferente. Tem coisas que já sabemos que irão acontecer, mas as mudanças mais legais, mais impactantes, são aquelas que não foram nem inventadas ainda. Cripto é, sem dúvida, a plataforma que potencializa esse mundo novo, e tudo isso é criador de valor, falando de investimentos. Gosto da ideia de estar investido em algo com esse potencial, mas o caminho é tortuoso.

 

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