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Mercado

Ações da MMX, de Eike Batista, disparam 10% após suspensão de dívida

Mineradora havia sido intimada a pagar R$ 3,4 bilhões em impostos atrasados

Eike Batista, então presidente da MMX, durante a entrevista coletiva feita em 2008 para falar sobre a cisão da empresa e venda de uma fatia para a Anglo American, em seu escritório no Flamengo zona sul do Rio. Foto: Fabio Motta/Agência Estado/AE
Eike Batista, então presidente da MMX, durante a entrevista coletiva feita em 2008 para falar sobre a cisão da empresa e venda de uma fatia para a Anglo American, em seu escritório no Flamengo zona sul do Rio. Foto: Fabio Motta/Agência Estado/AE
  • Os papéis da mineradora em recuperação judicial MMX, de Eike Batista, subiram 10,74% na manhã desta segunda-feira (26)
  • A companhia foi intimada no dia 16 de abril a pagar uma dívida de R$ 3,4 bilhões em impostos atrasados, mas conseguiu a suspensão da decisão
  • Para evitar a execução dos débitos, a mineradora argumentou junto à Justiça que a cobrança de dívidas fiscais a empresas em recuperação judicial é vedada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ)

Os papéis da mineradora em recuperação judicial MMX (MMXM3), de Eike Batista, subiram 10,74% na manhã desta segunda-feira (26), para R$ 25,47, após uma reviravolta fiscal. Às 13h40, a ação tem alta de 9,30%, cotada a R$ 25,14.

Há dez dias, a companhia foi intimada a pagar uma dívida de R$ 3,4 bilhões em impostos atrasados, mas conseguiu a suspensão da decisão.

Para evitar a execução dos débitos, a mineradora argumentou junto à Justiça que a cobrança de dívidas fiscais a empresas em recuperação judicial é vedada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O pleito está em análise pelo próprio STJ.

“Segundo os termos da própria decisão, a Execução Fiscal deve ficar suspensa até que a matéria (Tema 987), que trata sobre constrição judicial sobre empresas em recuperação judicial em execuções fiscais, seja julgada pelo STJ”, explica a mineradora, em fato relevante.

Na semana passada, os papéis MMXM3 cederam 15,35%, para R$ 23, em função da dívida bilionária e polêmicas envolvendo o principal acionista, Eike Batista. Os impostos atrasados são decorrentes da venda de 30% da participação da empresa nos Projetos Minas-Rio e Amapá, em 2007.

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