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Mercado

Oi (OIBR3): recuperação judicial e troca de CEO apontam para fim definitivo

Com a proximidade da conclusão do novo plano de recuperação, analistas recomendam cautela com ações da empresa

Por Jenne Andrade

29/01/2024 | 3:00 Atualização: 29/01/2024 | 19:30

Fachada de loja da Oi (Shutterstock/Gajus/Reprodução)
Fachada de loja da Oi (Shutterstock/Gajus/Reprodução)

A Oi (OIBR3) enfrenta desde março do ano passado sua segunda recuperação judicial (RJ) para lidar com passivos da ordem de R$ 44 bilhões, contraídos com cerca de 159 mil credores. Para a surpresa dos investidores, esta nova RJ foi peticionada a menos de três meses da conclusão do primeiro processo, quando a empresa afirmou ter capacidade financeira para cumprir com as obrigações pelos três anos posteriores.

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Agora, com a proximidade da conclusão do novo plano de RJ, cuja apresentação deve ser feita ainda este mês, a Oi anuncia a troca da sua principal liderança. No dia 18 de janeiro, a a companhia informou que o então CEO Rodrigo Abreu não renovaria o mandato de dois anos, apesar de permanecer como membro do Conselho de Administração e continuar “participando ativamente” das negociações com credores e junto a órgãos como Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Tribunal de Contas da União (TCU) e Advocacia Geral da União (AGU).

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No lugar de Abreu, o executivo Mateus Bandeira assume o posto. O profissional deve guiar a Oi para a finalização dos acordos necessários para a submissão do plano de recuperação judicial à Assembleia Geral de Credores (AGC) – próximo passo do processo de RJ. Uma vez superada essa fase, um novo diretor-presidente deve ser escolhido para implementar as estratégias.

“Mateus Bandeira irá trabalhar na aceleração das principais frente da operação da empresa, que são a Oi Fibra e a Oi Soluções, além da reestruturação das operações relacionadas ao legado da concessão. Todas as etapas críticas do processo de transformação da companhia foram conduzidas com sucesso ao longo dos últimos dois anos. O novo CEO participou do processo de transformação como integrante do Conselho de Administração, do qual faz parte há três anos”, afirma a Oi, em comunicado ao E-Investidor.

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Entre os especialistas de mercado, entretanto, a chegada de Bandeira dividiu opiniões. Com uma bagagem ampla, que inclui a passagem pela presidência da Falconi Consultoria e do Banrisul (BRSR6), a competência do novo executivo para o cargo não é posta em xeque. Por outro lado, essa movimentação no board da Oi ainda não ganhou uma leitura única.

Para onde vai a Oi?

Hugo Queiroz, sócio e diretor de Corporate Advisory da L4 Capital, vê a Oi se encaminhando para um final dramático. Para o especialista, Bandeira foi elevado ao posto de CEO para dar uma “solução definitiva” à crise na operadora. Ou seja, pagar, de vez, os credores, enterrando as esperanças de geração de retornos a investidores.

“Não acredito que tenha mais valor nenhum para acionistas ali dentro”, diz Queiroz. “Tudo que Bandeira tomar de decisão será para equacionar os passivos tributários e regulatórios, que foram deixados um pouco para trás na primeira RJ. E agora ele precisa solucionar isso para que os antigos sócios não tenham nenhum problema jurídico lá na frente.”

Para Queiroz, o mercado precisa entender e encarar, o quanto antes, a irreversibilidade da situação. Na visão dele, os investidores devem ficar longe dos papéis. “Essas ações valem zero”, diz o executivo da L4 Capital. “Não sobrou quase nada mais dentro da companhia. Os ativos interessantes já foram vendidos ou passados para terceiros em troca de perdão de dívida e ajustes de passivos. E agora, a Oi tem discussões para travar com a Anatel e discussões para travar com o governo em termos de reorganização de passivos que ficarem abertos.”

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Há pelo menos três anos a Oi passa por um processo de grande enxugamento. Em 2021 a empresa alienou as unidades de data centers e torres de telefonia fixa. No ano seguinte, os ativos de telefonia móvel foram vendidos para as concorrentes Tim (TIMS3), Vivo (VIVT3) e Claro. Também foi realizada a venda do controle da unidade de fibra ótica, V.tal, para fundos do BTG Pactual.

Hoje, restam entre os principais ativos da operadora a participação de 34% na V.tal, além da ClientCo, braço de prestação de serviços a clientes, e Oi Soluções, que atende o mercado corporativo. Contudo, as alienações da ClientCo e Oi Soluções chegaram a ser cogitadas no plano de RJ aprovado pelo Conselho de Administração da companhia em maio do ano passado.

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“Operacional mesmo é só a V.tal, que vai demandar muito capital pela frente para expandir. A Oi não tem capacidade financeira para isso e ela vai ser constantemente diluída, como já vem acontecendo”, afirma Queiroz.

Dentro da Oi, existem ainda as subsidiárias Tahto, de atendimento, e Serede, responsável pela implantação, operação e manutenção em redes de fibra. Está última, também aparece na relação de ativos para possível alienação, no plano aprovado pelo Conselho de Administração no ano passado e que, neste mês, deverá ser reapresentado.

Oi longe da reviravolta

Para Fábio Sobreira, analista CNPI-P da Ivest, a vinda de Mateus Bandeira pode trazer novas perspectivas e abordagens na gestão, o que é “essencial” para uma empresa que busca se reinventar e fortalecer sua posição no mercado de telecomunicações.

“Há uma expectativa cautelosa de que a liderança de Mateus Bandeira possa conduzir a empresa a uma fase mais estável e lucrativa, considerando sua experiência e histórico profissional. Contudo, persiste uma consciência das dificuldades que a Oi enfrentou no passado, tornando o mercado observador e expectante quanto aos resultados concretos que essa mudança de liderança poderá trazer”, afirma.

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Contudo, Sobreira também tem poucas esperanças a respeito de uma grande reviravolta. “Não enxergo ainda uma efetiva recuperação da Oi nem nada que indique um turnaround (reviravolta) e não recomendo a compra do papel até que veja algum sinal de que a empresa esteja de fato no caminho de se recuperar e fugir da falência definitiva”, diz o analista da Ivest.

Por último Felipe Argemi, sócio-fundador da Santis, ressalta que a saída de Abreu pode, ainda, significar uma insatisfação dos credores com as iniciativas tomadas nos últimos anos.

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“Abreu conduziu a Oi para sair da primeira recuperação judicial, façanha que conseguiu principalmente com venda de diversos ativos para concorrentes. Porém, isso não foi suficiente, a Oi continuou tendo dificuldades e entrou em nova RJ, o que certamente não colaborou para ele permanecer à frente da companhia”, diz Argemi. “Isso gerou dúvidas sobre se a empresa seria capaz de se recuperar, de fato. O momento é de cautela.”

OIBR3 à deriva

No mercado, o sentimento é de que as ações de OIBR3 estão à deriva. Das 12 grandes instituições que cobrem o papel, elencadas no site de Relações com Investidores (RI) da companhia, oito deixaram de acompanhar de perto a empresa, três estão com recomendação neutra (New Street, UBS e BTG Pactual) e uma recomenda a venda (Santander).

O esvaziamento também fica evidente quando levantados os fundos com as maiores posições compradas ou vendidas em Oi. Até dezembro do ano passado, entre as carteiras abertas a público a maior aposta na alta em OIBR3 vinha do fundo Mystique, da BTG Wealth Management. Em dezembro, última carteira disponível, o produto que possui apenas 1 cotista tinha R$ 1,4 milhão em OIBR3 – apenas 0,12% do PL.

O segundo e terceiro lugares da amostra também são de fundos com cotista único. Na outra ponta, as apostas na baixa de OIBR3 também são tímidas: o maior “short”, do fundo DAO Multifactor Long Biased, não chega ao montante de R$ 750 mil (0,75% do fundo). Os dados foram levantados por Filipe Ferreira, da ComDinheiro.

O que fica para os investidores

Diferentemente dos fundos, poucos expostos à OIBR3, Adilson Bolico da Silva, sócio do Mortari Bolico Advogados, vê um saldo de pequenos investidores amargando fortes perdas. Desde o anúncio o pedido da segunda RJ (2 de março de 2023), as ações caem 68%. Em cinco anos, a queda é de 95%.

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Este segundo processo de recuperação não era esperado pelos investidores, em especial, após um laudo econômico elaborado pela Licks e apresentado pela Oi à Justiça em agosto de 2022. O documento apontava que a Oi tinha capacidade financeira para lidar com as dívidas nos três anos seguintes. Na época, Abreu estava à frente da companhia.

“Só que o que vimos, depois, foi que a companhia pediu nova RJ por não ter capacidade de enfrentar suas dívidas. Logo, Rodrigo Abreu esteve em meio à uma grande falha informacional aos acionistas que foram amplamente prejudicados. Ele, inclusive, poderá ser imputado em processos judiciais que tramitam questionando estes pontos”, afirma Silva.

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