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Mercado

Confira a recomendação de 7 casas para as ações do Assaí (ASAI3)

No primeiro dia de negociação após separação com Pão de Açúcar, os papéis subiram 385,71%

Por Jenne Andrade

09/04/2021 | 9:04 Atualização: 09/04/2021 | 10:13

Unidade do supermercado atacadista da rede Assaí em São Paulo (Foto: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO)
Unidade do supermercado atacadista da rede Assaí em São Paulo (Foto: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO)

Os papéis do atacadista Assaí (ASAI3) passaram a ser negociados na Bolsa em 1º de março, após a separação do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3). Logo no primeiro dia de pregão, as ações subiram 385,71%, passando de R$ 14,69, no leilão de abertura, para R$ 71,40.

Leia mais:
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Até o fechamento da quinta-feira (8), os ativos estavam cotados a R$ 77,42, uma valorização de 8,43% desde o início das negociações em Bolsa. Entretanto, o atual patamar ainda parece descontado. Na data de estreia da ASAI3, Thiago Suedt, analista da XP Investimentos, descreveu a empresa como ‘barata demais para ser ignorada’ e ressaltou as perspectivas de crescimento sólidas.

“Destacamos a companhia como nossa preferência no setor por conta de um valuation muito atrativo, em 15x P/L 2021e (um desconto de 35% frente os pares internacionais), enquanto vemos muito potencial de crescimento a ser entregue”, disse o especialista, em relatório.

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A visão foi confirmada pelo Bank Of America (BofA) que projetou um salto de 30% para os papéis nesta semana, com preço-alvo de R$ 100. “O Assaí, que foi desmembrado do Grupo Pão de Açúcar (GPA), é um operador de armazém de rápido crescimento e alto retorno”, explica a instituição.

Em 2020, a novata na B3 obteve lucro líquido de R$ 1 bilhão, em um aumento de 25% em relação a 2019, quando a empresa lucrou R$ 802 milhões. A geração de caixa operacional, por sua vez, foi de R$ 2,1 bilhões. Segundo o Assaí, que possui 184 lojas em 23 estados, o resultado foi impulsionado pelo crescimento das vendas e maturação dos novos estabelecimentos.

Para entender se essa visão positiva é majoritária no mercado, o E-Investidor foi atrás de recomendações de corretoras, bancos e casas de análise sobre os papéis ASAI3.

Ativa Investimentos

  • Recomendação: Compra
  • Preço-alvo: R$ 112,40

“Assaí vem realizando forte processo de expansão, com um guidance de abertura de 78 lojas nos próximos 3 anos – sendo 28 dessas aberturas em 2021. Além dessa expansão orgânica, acreditamos na possibilidade de ganhos de operação, devido à cisão com GPA, uma vez que a estratégia estará totalmente focada nas operações de Cash and Carry [atacado de autosserviço]”, avalia Pedro Serra, analista da Ativa Investimentos.

Warren

  • Recomendação: Compra
  • Preço Alvo: –

“O setor alimentício precisou lidar com uma mudança brusca no comportamento de consumidores ao longo de 2020. Apesar do cenário pandêmico, a demanda do segmento se mostrou bastante resiliente. O auxílio emergencial foi essencial para manter o crescimento das receitas da Assaí. E, agora, no curto prazo, a retomada do estímulo pode ajudar a manter os níveis de venda em patamares estáveis.

Avaliamos que a cisão do Assaí traz benefícios para o atacarejo. E esse benefício envolve não somente o fato de destravar valor para os stakeholders, como também um melhor direcionamento de seus negócios. A companhia passa a deter autonomia para investir na operação de comércio eletrônico, algo que estava estagnado frente ao conflito dentro do Grupo Pão de Açúcar, que já possuía o Extra atuando nesse espaço. Com um plano de abrir 28 lojas até final de 2021, o Assaí pretende aumentar sua capilaridade e se expandir organicamente”, afirma Iago Souza, analista da Warren.

Eleven Research

  • Recomendação: compra
  • Preço-alvo: R$ 100

“Acreditamos que a margem EBITDA da companhia deva apresentar alguma expansão nos próximos anos, considerando a maior alavancagem operacional, derivada principalmente de diluição das despesas gerais e administrativas. Por fim, com relação ao lucro líquido, dado o endividamento da companhia, advindo do Éxito, acreditamos que eventuais ganhos de alavancagem sobre o resultado financeiro devem ser menores, e portanto temos um CAGR [taxa de crescimento anual] de 21,2% para esta linha.

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Assim, iniciamos nossa cobertura com recomendação de compra, com base no potencial de valorização e também no interessante perfil de crescimento orgânico e forte geração de caixa que a companhia já vem provando nos últimos anos”, afirmam Eric Huang e Tales Granello, analistas que assinam o relatório.

Goldman Sachs

  • Recomendação: compra
  • Preço-alvo: R$ 101

“Acreditamos que está bem posicionada para continuar a entregar um crescimento de receita de + 20%, com retornos atraentes e geração de caixa. Embora consolidada com o negócio multiformato do GPA, acreditamos que as características diferenciadas do case Assai não foram totalmente avaliadas pelos investidores.

Vemos uma perspectiva de crescimento atraente para Assai, impulsionada por uma contínua expansão de sua base de lojas”, afirma a instituição.

XP Investimentos

  • Recomendação: compra
  • Preço-alvo: R$ 120

“Nós continuamos otimistas com o setor de supermercados uma vez que esperamos que ele continue a ter uma performance forte no curto prazo, dada a continuidade de restrições relacionadas à Covid-19, enquanto nós acreditamos que ele deve estar estruturalmente melhor no ‘novo normal’”, afirma Thiago Suedt, da XP.

Bank Of America

  • Recomendação: compra
  • Preço-alvo: R$ 100

“Embora o segmento de atacarejo no Brasil tenha crescido a um CAGR de mais de 20% nos últimos 5 anos, ​​as propostas de valor superior do Assaí oferecem espaço considerável para expansão adicional, em nossa opinião.

Esperamos que o Assaí lance operações de comércio eletrônico B2B nos próximos 12-24 meses e aproveite cada vez mais plataformas de comércio eletrônico de terceiros para atender clientes de varejo”, afirma a instituição.

Itaú BBA

  • Recomendação: outperform
  • Preço-alvo: R$ 75

“Nossa visão construtiva sobre o Assai é baseada no impressionante histórico do ativo, com 28% CAGR de receita líquida entre 2016 e 2019, combinado à expansão de margem EBITDA de 200 pontos-base no mesmo período. Estamos confiantes de que a excelente execução da empresa continuará, dada a orientação da empresa para inaugurações 78 novas lojas entre 2021 e 2023”, afirma o Itaú.

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