• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

44 títulos do Tesouro Direto têm perdas em setembro por causa desses 3 fatores

Poucos entre os 50 títulos públicos negociados se salvaram; confira também as perspectivas para outubro

Por Jenne Andrade

30/09/2024 | 18:54 Atualização: 01/10/2024 | 12:39

Títulos acumulam desvalorização em setembro (Foto: Adobe Stock)
Títulos acumulam desvalorização em setembro (Foto: Adobe Stock)

A maioria dos títulos do Tesouro Direto apresentaram desvalorização em setembro. Pelo menos 44 dos 50 papéis em circulação tiveram rendimento negativo no período. A maior perda ocorreu no RendA+ 2065, focado em geração de renda para aposentadoria, com um deságio de 10,03%. Já o título vencedor foi o pós-fixado Tesouro Selic, com ganhos de 0,84%.

Leia mais:
  • As empresas com políticas de dividendos mais seguras
  • CDB ou Tesouro Direto? Veja qual pode oferecer a melhor vantagem na carteira
  • Tesouro Direto: como aproveitar a maior rentabilidade já registrada por título do IPCA+
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O que provocou os prejuízos no mês para boa parte dos títulos públicos foi a subida das taxas. A plataforma do Tesouro Nacional possui três categorias de ativos: os prefixados, que pagam um prêmio fixo ao ano; os papéis atrelados à inflação, como os IPCA+, RendA+ e EducA+, que remuneram a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais uma taxa prefixada anual; e o Tesouro Selic, cujo rendimento está atrelado à variação da taxa básica de juros Selic.

Fora o Tesouro Selic, todas as outras categorias sofrem efeitos de “marcação a mercado”. Ou seja, os preços dos títulos variam diariamente conforme as expectativas econômicas e a demanda pelos papéis. Em termos gerais, quando as taxas caem, os preços dos papéis sobem. O contrário também acontece – ou seja, se as taxas sobem, como ocorreu em setembro com boa parte dos ativos, esses títulos se desvalorizam na carteira.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Pense que você possui um título prefixado para 2029 com rendimento de 11% ao ano. Se o Tesouro passa a emitir outros prefixados com o mesmo vencimento mas com um rendimento maior, de 12% ao ano, quem comprou a 11% verá o papel se desvalorizando. Contudo, o “prejuízo” só acontece de fato se o investidor vender o título antes da data acordada. Caso leve até o vencimento, receberá exatamente o porcentual de retorno combinado.

“Tivemos um desempenho ruim dos Prefixados e IPCA+ no mês de setembro. O Prefixado 2025, por exemplo, rendeu 75% do CDI no mês”, afirma Fabrício Silvestre analista da Levante Inside Corp. “E à medida que a gente vai alongando os vencimentos, os retornos são menores.”

Por que as taxas do Tesouro Direto subiram em setembro?

Por trás da alta das taxas do Tesouro Direto estão o aumento da percepção de risco fiscal, pressões inflacionárias e a decisão de juros no Brasil. Os gastos fora da meta, maior concessão de crédito e a suposta falta de transparência a respeito da condução das contas aumentou a aversão a risco dos investidores, que passaram a pedir mais prêmio para financiar a dívida do País. Esse prêmio significa retornos maiores para adquirir títulos públicos.

Em 18 de setembro, o Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central decidiu subir a taxa básica de juros Selic pela primeira vez desde agosto de 2022. A alta foi de 0,25 ponto porcentual, para 10,75% ao ano. Para frente, a expectativa é de que ocorram novas elevações – o boletim Focus, por exemplo, traz uma projeção de juros em 11,75% até o final de 2024.

Embasando a decisão do Banco Central (BC) para aumentar a Selic, fora o risco fiscal, estão alguns dados econômicos sensíveis. É o caso do Produto Interno Bruto (PIB) mais forte do que o esperado e desemprego nas mínimas. Apesar de serem notícias positivas, essa combinação historicamente resulta em uma alta da inflação por conta da economia mais aquecida, o que também significa que o BC poderá ter que subir ainda mais os juros à frente.

  • Leia também: Ata do Copom – 5 pontos para entender a escalada dos juros no País

“A alta das taxas foi influenciada por vários fatores, incluindo a preocupação com o cenário fiscal brasileiro e a expectativa de novos aumentos da taxa Selic pelo Banco Central. Além disso, a prévia da inflação de setembro apontou para uma aceleração, o que aumentou a pressão sobre os juros futuros”, afirma Mariana Conegero, especialista em mercado de capitais e sócia da The Hill Capital.

Publicidade

Isto também é o que aponta Andressa Bergamo, especialista em mercado de capitais e fundadora da AVG Capital. “O movimento refletiu a elevação das expectativas de juros futuros e a postura mais rígida do Banco Central diante do cenário de inflação persistente e pressões fiscais”, diz.

Como ficam os rendimentos dos títulos em outubro?

Para o próximo mês, o consenso é de que as taxas continuarão em patamares elevados. Como a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) acontece apenas em novembro, os investidores devem se preparar para volatilidade. “Estamos em um momento de inflexão. A expectativa é de que o BC eleve os juros para patamar mais restritivo, já antevendo uma inflação mais persistente. Porém, até isso acontecer, ficaremos em um vácuo de incerteza”, afirma Guilherme Viana, especialista em renda fixa da Veedha investimentos.

Vale lembrar que o boletim Focus aponta para uma Selic de 11,75% até o final de 2024. Isto significa que os juros ainda tem um bom espaço para subir – o que deve impulsionar os prêmios no Tesouro Direto e fazer os títulos perderem na marcação a mercado, para vendas antes do vencimento.

Nesse cenário, Viana vê oportunidades nos prefixados, que já pagam mais de 12% ao ano. Os títulos de inflação também estão em patamares interessantes, já que o tradicional “IPCA+” paga entre 6,34% e 6,56% de juro real ao ano. “Mas vale atentar para o cenário de alta de Selic adiante. Com o avanço da taxa básica de juros, a expectativa é de arrefecimento e ancoragem da inflação, o que impactaria nos rendimentos dos títulos atrelados a esse indexador”, ressalta o especialista da Veedha.

Para Conegero, especialista em mercado de capitais e sócia da The Hill Capital, os pós-fixados se mostram opções interessantes, já que são os mais seguros do mercado, possuem liquidez diária (o capital pode ser resgatado a qualquer momento), sem marcação a mercado e, agora, estão com os rendimentos em alta em função da elevação da Selic.

Publicidade

“Além disso, os títulos Tesouro IPCA+ podem ser atrativos para proteção contra a inflação, especialmente os de prazos intermediários, como o IPCA+ 2029”, afirma Conegero. Já os Prefixados podem ser oportunidades no momento que o mercado perceber que a Selic atingiu o pico. Isto porque, com as taxas caindo, esses papéis ganham na marcação a mercado. “Já se as taxas continuarem subindo, representam maior risco”, diz a especialista.

Veja os preços e taxas do Tesouro Direto no fechamento desta segunda-feira (30).

 

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central (BC)
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Taxa Selic
  • Tesouro Direto
Cotações
21/02/2026 19h44 (delay 15min)
Câmbio
21/02/2026 19h44 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

  • 2

    A reação do mercado à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte

  • 3

    NYT: crises estão por toda parte, mas os mercados parecem não se importar

  • 4

    Brasileiros cruzam a fronteira em busca de menos impostos; vale a pena?

  • 5

    Ibovespa fecha em patamar recorde, acima dos 190 mil pontos, após Suprema Corte derrubar tarifas de Trump

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Imagem principal sobre o PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Últimas: Mercado
Moody’s altera perspectiva da Amazon com ampliação das despesas em mais de 50%
Mercado
Moody’s altera perspectiva da Amazon com ampliação das despesas em mais de 50%

Plano da companhia é de acelerar seus investimentos para cerca de US$ 200 bilhões em infraestrutura para nuvem e IA

20/02/2026 | 20h57 | Por Patricia Lara
Ibovespa hoje: Vale (VALE3) e Santander (SANB11) saltam mais de 3%; Raízen (RAIZ4) tomba
Mercado
Ibovespa hoje: Vale (VALE3) e Santander (SANB11) saltam mais de 3%; Raízen (RAIZ4) tomba

Suprema Corte derrubou boa parte das tarifas impostas por Trump e notícia movimentou mercados

20/02/2026 | 19h19 | Por Beatriz Rocha
Ibovespa na semana: Axia Energia dispara com migração para Novo Mercado; GPA cai 11%
Mercado
Ibovespa na semana: Axia Energia dispara com migração para Novo Mercado; GPA cai 11%

O índice terminou o período em alta de 2,18%, no nível recorde de 190.534,42 pontos

20/02/2026 | 18h44 | Por Jenne Andrade
A reação do mercado à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte
Mercado
A reação do mercado à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte

Decisão pode ajudar exportadoras e aliviar sentimento de risco, mas acende alerta para economia dos EUA

20/02/2026 | 14h14 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador