• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Se o Brasil fizer a lição de casa, a bolsa subirá como pólvora, diz Franklin Templeton

Para Frederico Sampaio, CIO da Franklin Templeton, com US$ 1,3 tri sob gestão, quem pode virar o jogo é o investidor estrangeiro

Por Daniel Rocha

17/06/2024 | 3:00 Atualização: 17/06/2024 | 18:10

Frederico Sampaio é CIO da Franklin Templeton há mais de 20 anos (Foto:Franklin Templeton)
Frederico Sampaio é CIO da Franklin Templeton há mais de 20 anos (Foto:Franklin Templeton)

A inquietação dos investidores para o início do corte de juros nos Estados Unidos (EUA) tem deixado os ativos mais voláteis. A divulgação dos dados do mercado de trabalho em maio, o payroll, com quase 90 mil postos a mais do que se esperava, piorou o humor dos investidores com o indicativo de que os juros devem se manter no intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano.

Leia mais:
  • 1º semestre enterra otimismo da Bolsa; veja as novas projeções
  • SPX Capital: "Financiamento imobiliário não volta aos bancos”
  • Fed sem brilho nesta quarta-feira também será decisivo; entenda os motivos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Esse resultado ajuda o Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano, a definir os próximos passos da política monetária no país. Com a ausência de sinais de desaquecimento econômico, o Fed decidiu manter a taxa de juros pela sétima vez consecutiva, obrigando os agentes econômicos a mudarem as apostas para o primeiro corte. A previsão passou de setembro para novembro deste ano, segundo os dados da ferramenta de monitoramento do CME Group.

“Se houver uma surpresa da inflação acima do esperado, os juros futuros disparam. Se vier abaixo, as taxas desabam. A volatilidade está maior do que o normal e todos estão monitorando de perto o movimento de queda de juros”, diz Frederico Sampaio, chief investment officer (CIO) da Franklin Templeton.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O cenário, classificado como atípico pelo gestor, mostra um certo receio dos investidores em tentar antecipar o movimento de queda dos juros. Enquanto não houver sinais consistentes para o início do ciclo de queda, o fluxo de capital estrangeiro não deve voltar para os mercados emergentes, como o Brasil.

  • Leia também: Por que este país está “roubando” o investidor estrangeiro do Brasil

O CIO da Franklin, gestora internacional com mais de US$ 1,3 trilhão em ativos sob gestão, falou ao E-Investidor sobre como a depreciação da bolsa oferece oportunidades de investimento ao permitir que as ações de qualidade sejam negociadas com preços descontados (abaixo do seu valor considerado ideal). Veja os principais trechos da entrevista:

E-Investidor – Com a indefinição dos juros e a renda fixa pagando IPCA+ 6%, a bolsa perdeu o protagonismo?

Frederico Sampaio – Vemos uma deterioração grande no cenário doméstico em uma velocidade rápida. Tivemos uma surpresa negativa com a despesa do precatório que deve ficar de fora do arcabouço fiscal. Ou seja, a verdade é que deveríamos estar próximo a um ponto de equilíbrio e estamos com algo de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) de déficit primário. Há um choque de desconfiança muito grande. A bolsa de valores vem sofrendo há mais de dois anos com uma atividade de resgate contínua nos fundos de investimentos. O que está acontecendo? Um cenário de juros altos e a oferta de investimentos isentos de imposto de renda que tiram a atratividade de qualquer ativo de risco.

Mas a atratividade ainda permanece para os objetivos de longo prazo?

Publicidade

Se olharmos para essa perspectiva, a bolsa está bizarramente barata. Estamos com um múltiplo preço-lucro (indicador que aponta o quanto o mercado está disposto a pagar pelo lucro apresentado ou projetado pela empresa) de cenário de absoluta volatilidade devido à ausência de previsibilidade econômica, mas não vejo o nosso cenário atual desta forma, embora esteja ruim. O múltiplo da bolsa não é compatível com o cenário econômico de curto prazo. Quem pode virar o jogo é o investidor estrangeiro, mas ele tem preferido outras geografias, embora mais caras, com perspectivas de crescimento no longo prazo. Se houver uma inversão das expectativas, a reação será como “pólvora” e a bolsa subirá absurdamente. Esse gatilho não está visível e nunca vi tantas ações de qualidade com múltiplos tão descontados.

E quais são essas ações? 

Todas, como as ações da Lojas Renner (LREN3), Localiza (RENT3) e os bancos. A própria Petrobras (PETR3/PETR4) ainda paga mais de 10% de dividendos ao ano, mesmo com as recentes mudanças na condução da empresa com os dividendos extraordinários. Em um horizonte de longo prazo, acho uma excelente oportunidade. Ainda assim, não sabemos qual será o cenário do Brasil em um ano; podemos ver uma série de mudanças institucionais.

E por que os estrangeiros não estão aproveitando essas oportunidades?

Publicidade

O Brasil não está fazendo o seu dever de casa. Pelo contrário, estamos trabalhando para piorar os nossos fundamentos [econômicos]. O México está em crescimento e não está destruindo as contas públicas, além de estarem se beneficiando de uma série de investimentos. Ainda assim, é uma economia menor do que a brasileira. A Índia também está crescendo mais do que o Brasil. Para investir, o estrangeiro olha para uma projeção de crescimento consistente e de longo prazo.

Que tipo de lição de casa pode virar esse jogo? 

Dependemos da política. Qualquer evidência real de preocupação constatado nas contas públicas, funcionaria bem para a bolsa de valores. O mercado não precifica hoje nenhum corte adicional na taxa Selic porque o Banco Central mudou a comunicação após a revisão das metas para os anos posteriores. Basicamente, o governo falou que novos ajustes serão realizados somente na próxima gestão. A reação negativa do mercado foi instantânea. Não temos segurança fiscal e tudo depende da âncora monetária. Portanto, para manter a inflação sob controle, os juros precisam ficar mais altos. O governo criou uma agenda muito bem sucedida de aumento de impostos, mas já está próximo do seu limite político. Ninguém fala de cortes de custos ou despesas. Não é um assunto que parece estar na mesa.

O mercado precificou de forma errada a responsabilidade do governo com as contas públicas?

Publicidade

O mercado nunca acreditou nos números implícitos do arcabouço fiscal, mas imaginava-se que o governo fosse tentar fazer o certo por mais tempo. Não deu nem um ano e já mexeram nas metas. Havia uma expectativa de que apenas a meta desse ano fosse ser mexida e acredito que essa tenha sido a surpresa.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • estrangeiros
  • EUA
  • Investidores
  • Investimentos
  • mercado
Cotações
24/01/2026 21h16 (delay 15min)
Câmbio
24/01/2026 21h16 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Master

  • 2

    Buffett e Bloomberg dão o mesmo conselho à Geração Z — e ele não é ganhar mais

  • 3

    FGC do Banco Master desencadeia corrida bilionária entre XP e BTG por realocação de CDBs

  • 4

    O risco de investir em CDBs após Master e Will Bank: o que a taxa de retorno esconde sobre liquidez e emissor do ativo

  • 5

    BRB entra na disputa por dinheiro do FGC e oferece CDBs de 120% do CDI; entenda os riscos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Por que o Bolsa Família exige a frequência escolar de crianças?
Logo E-Investidor
Por que o Bolsa Família exige a frequência escolar de crianças?
Imagem principal sobre o Como o valor do IPTU em São Paulo é calculado?
Logo E-Investidor
Como o valor do IPTU em São Paulo é calculado?
Imagem principal sobre o Foi demitido em 2026? Entenda como fica o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
Foi demitido em 2026? Entenda como fica o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Gás do Povo: o que é e como consultar a migração para a modalidade gratuita
Logo E-Investidor
Gás do Povo: o que é e como consultar a migração para a modalidade gratuita
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (23)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (23)?
Imagem principal sobre o 5 situações em que o saldo retido do FGTS pode ser liberado
Logo E-Investidor
5 situações em que o saldo retido do FGTS pode ser liberado
Imagem principal sobre o 4 formas para solicitar a aposentadoria para servidores públicos
Logo E-Investidor
4 formas para solicitar a aposentadoria para servidores públicos
Imagem principal sobre o Como fica a aposentadoria para professores que são servidores públicos federais em 2026?
Logo E-Investidor
Como fica a aposentadoria para professores que são servidores públicos federais em 2026?
Últimas: Mercado
Ibovespa dispara 8,5% em semana histórica: Cogna (COGN3) lidera e apenas duas ações ficam no vermelho
Mercado
Ibovespa dispara 8,5% em semana histórica: Cogna (COGN3) lidera e apenas duas ações ficam no vermelho

Índice terminou o período no patamar recorde de 178.858,54 pontos

23/01/2026 | 19h30 | Por Jenne Andrade
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) fecha no maior valor desde setembro; Vivara (VIVA3) tomba
Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) fecha no maior valor desde setembro; Vivara (VIVA3) tomba

Índice da B3 chegou a superar 180 mil pontos, com alta das principais commodities no pregão

23/01/2026 | 19h02 | Por Beatriz Rocha
A ascensão dos mercados de previsão nos EUA e as polêmicas envolvendo regulação e informações privilegiadas
Mercado
A ascensão dos mercados de previsão nos EUA e as polêmicas envolvendo regulação e informações privilegiadas

Fenômeno ganhou força nos anos 2010 à medida que as apostas políticas se tornaram populares

23/01/2026 | 17h39 | Por David Yaffe-Bellany, da Fortune
Bolsas globais recuam, mas fluxo para emergentes sustenta otimismo com o Brasil
CONTEÚDO PATROCINADO

Bolsas globais recuam, mas fluxo para emergentes sustenta otimismo com o Brasil

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador