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Mercado

XP mira derivativos e renováveis com aposta em comercializadora de energia

A nova empresa buscará aproveitar a carteira de clientes da XP e a capacidade do grupo em tecnologia

Por E-Investidor

25/03/2021 | 11:20 Atualização: 25/03/2021 | 11:27

Logotipo da XP, na sede da empresa (Foto: Matheus Lombardi/XP/Divulgação)
Logotipo da XP, na sede da empresa (Foto: Matheus Lombardi/XP/Divulgação)

(Reuters) – A XP Investimentos quer lançar ainda em 2021 uma nova unidade, de comercialização de energia, que deve apostar a princípio no interesse de grandes empresas pela compra de eletricidade gerada por fontes renováveis e produtos financeiros, como derivativos.

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A nova empresa buscará aproveitar a carteira de clientes da XP e a capacidade do grupo em tecnologia como diferenciais para crescer rapidamente em um nicho que tem atraído cada vez mais investidores no Brasil, disse à Reuters o responsável pela estruturação das operações, Cristian Nogueira.

As comercializadoras atuam no mercado livre de eletricidade, onde empresas com grande demanda como indústrias podem negociar diretamente contratos de suprimento e preços com fornecedores.

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O segmento já conta com diversas “tradings” controladas por grupos do setor financeiro, como BTG Pactual, Itaú Unibanco, Santander Brasil, ABC Brasil e Daycoval.

“A XP está acostumada a melhorar a vida das pessoas oferecendo produtos diferenciados e educando o mercado. Via energia você pode fazer isso. Vamos começar usando a rede enorme, com capilaridade muito grande, que o time corporativo tem aqui. Eles já fecham diariamente hedge de câmbio, de juros, de inflação, e energia é mais um produto”, resumiu Nogueira.

Segundo ele, a XP vai explorar seu conhecimento do mercado financeiro para criar e oferecer produtos ainda pouco usuais no setor elétrico, como os derivativos de energia, que assim como contratos futuros de outras commodities podem ser usados por empresas travar custos, por exemplo.

Atualmente, derivativos de eletricidade já são negociados no Brasil, inclusive por meio de uma plataforma eletrônica voltada a transações no mercado livre, a BBCE, mas com pouca liquidez.

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“No ano passado o mercado livre girou perto de 121 bilhões de reais, e se você for ver o quanto de derivativos foram negociados nesse mercado são poucos milhões. Então é um mercado que ainda não existe”, apontou Nogueira.

Também estão no radar da XP operações de venda de energia renovável para clientes corporativos, em meio à atenção cada vez maior do mundo empresarial e financeiro à chamada agenda ESG –focada em temas de meio ambiente, sustentabilidade e governança.

“Energia é um insumo básico, necessário. E energia renovável é em cima de ESG, que é um tema que está cada vez mais movendo os mercados”, disse Nogueira, ao destacar que o fato de a marca XP já ser conhecida ajudará a fomentar os negócios.

Além dos derivativos e contratos de energia limpa, a XP oferecerá transações financeiras para agentes do mercado elétrico, como compra antecipada da produção de geradores, extensão de prazo para pagamento por consumidores e intermediação de cessões contratuais entre agentes do setor.

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Questionado sobre a ambição da XP em energia, Nogueira disse que seria realista pensar na comercializadora do grupo girando volumes equivalentes a 3 bilhões de reais em dois ou três anos.

“Temos uma meta, um sonho grande, ousado. De que dentro de três anos, quando qualquer cliente pensar em comprar ou vender energia no Brasil, no mercado livre de energia, sejamos a referência número 1”, afirmou.

Hoje existem cerca de 400 comercializadoras de energia em atividade no Brasil, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

TECNOLOGIA NO CENTRO

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Um dos diferenciais da XP será uma forte aposta em tecnologia para amparar as operações no mercado elétrico, disse Nogueira.

“Temos um caminho enorme aqui nessa parte, de usar inteligência artificial, redes neurais… as comercializadoras ainda estão engatinhando nesse negócio, e a XP tem uma super estrutura para isso.”

Ele também disse ver potencial para levar no médio prazo as operações envolvendo energia elétrica a clientes de varejo, por meio de produtos como fundos de investimento. Isso poderia ser viável em um prazo de dois a três anos, projetou.

Atualmente, o mercado livre de energia tem visto uma nova onda de crescimento, com a forte alta das tarifas de energia no Brasil levando cada vez mais empresas a buscarem redução de custos nas negociações bilaterais do setor.

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Mas o governo do presidente Jair Bolsonaro tem apoiado planos de uma reforma regulatória que poderia reduzir exigências para atuação nesse nicho, inclusive abrindo o mercado para clientes residenciais no futuro.

Apesar do foco atual em empresas, a XP quer estar preparada para essa futura abertura, disse Nogueira.

Ele também revelou que corretora vê a comercializadora gerando oportunidades de negócios para outras áreas do grupo.

Assim, um gerador que procure a área de comercialização da XP para vender a produção futura de seu empreendimento poderia acabar fechando acordos também para estruturação de financiamentos ou até para ofertas de ações, explicou.

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