O Estadão apurou que, na reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na última segunda-feira, 8, Haddad defendeu a permanência de Prates no cargo e disse que seria um erro demiti-lo.
Líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) afirma que a solução para o pagamento dos dividendos extraordinários teve papel relevante para a redução da fritura. O governo, segundo ele, foi convencido de que pode remunerar os investidores sem que isso prejudique o plano de investimentos da estatal. O argumento é defendido por Prates para efetuar a distribuição dos dividendos.
O mercado reagiu mal à possibilidade de troca por Aloizio Mercadante, e parte do Congresso avaliou negativamente o avanço de Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, sobre a Petrobras. Leia mais nesta matéria do Estadão.