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Investimentos

Como a alta do risco político está mudando as recomendações da Petrobras (PETR4)

A redução de dividendos e falas de Lula acendem alerta na estatal; analistas se dividem sobre a recomendações

Por Luíza Lanza

13/03/2024 | 3:00 Atualização: 13/03/2024 | 7:33

Petrobras. (Foto: Geraldo Falcão/Petrobras)
Petrobras. (Foto: Geraldo Falcão/Petrobras)

A semana no mercado financeiro brasileiro começou com as atenções voltadas para a Petrobras (PETR3 e PETR4). Depois de optar pela não distribuição de dividendos extraordinários e de uma entrevista ácida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o fantasma do risco político voltou ao radar dos investidores.

Leia mais:
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  • 5 pontos para entender o que está acontecendo com a Petrobras na Bolsa

Na última quinta-feira (7), a estatal divulgou seu balanço referente ao quarto trimestre de 2023 com uma queda de 33,8% no lucro líquido anual. Os números vieram ligeiramente abaixo das estimativas iniciais, mas o problema veio com a decisão de manter a remuneração de dividendos no mínimo estabelecido pela Política de Remuneração aos Acionistas, de 45% do fluxo de caixa livre.

A redução dos proventos vem para suprir os investimentos em uma transição energética entre 2024 e 2028. O objetivo é que a estatal deixe de ser dependente de combustível fóssil e passe a prover também energia renovável – uma guinada que provoca dúvidas e não agrada a todos.

“A situação indica uma possível mudança na estratégia. A incerteza sobre o uso desses recursos pode ser um ponto de preocupação para os investidores, pois a falta de transparência pode impactar a confiança no futuro da empresa”, diz Fabio Murad, sócio da Ipê Investimentos.

  • O investidor de Eletrobras (ELET3) está blindado de riscos políticos?

O mercado reagiu mal ao balanço e à decisão sobre os dividendos, levando as ações da Petrobras a uma queda que não era vista há meses. A situação piorou na segunda-feira (11), quando Lula fez declarações defendendo que a petroleira faça investimentos para beneficiar a sociedade.

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“Nós tivemos uma conversa séria com a administração da Petrobras, porque a gente acha que é preciso pensar não só na empresa e nos acionistas, mas também no povo brasileiro. Eu tenho um compromisso com o povo brasileiro que é reduzir o preço da gasolina, o preço do combustível, o preço do gás de cozinha e o preço do óleo diesel”, afirmou o presidente. Veja como o mercado avaliou a entrevista.

Por trás das falas, prevaleceu uma mensagem que indica uma maior interferência política na companhia do que o mercado gostaria. “Esse ruído é ruim para a Petrobras”, avalia Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos. “Se a Petrobras começa a anunciar investimentos que fogem da sua especialidade, podemos ver os analistas cortando a recomendação para os papéis.”

A sequência dos eventos trouxe de volta as discussões que envolvem a tese de investimento na petroleira e que tinham sido suavizadas pelo bom desempenho das ações na Bolsa em 2023. O risco político voltou de vez às análises; e começa a levar os especialistas a olharem para PETR3 e PETR4 com outros olhos.

Nada de novo sob o sol

A volatilidade causada por discussões que envolvem a política não é novidade para investidores de estatais. Em 2022, na época das eleições presidenciais, essa foi a principal pauta que levou muitos analistas a recomendarem ficar de fora da Petrobras, mesmo com os preços do petróleo nas alturas e a empresa entregando lucros e dividendos crescentes.

O receio era que uma vitória de Lula trouxesse de volta uma gestão intervencionista da companhia, como aconteceu durante outros mandatos do PT. A volatilidade foi tanta que, em julho daquele ano, a PETR4 chegou a valer meros R$ 16 na Bolsa – hoje o papel é negociado a R$ 37.

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Em 2023, no entanto, essa precificação de risco se mostrou exagerada: boa parte dos receios saíram do radar à medida que as novas políticas de preço de combustível e de dividendos da estatal vieram em linha com práticas de mercado. Como consequência, a PETR3 e a PETR4 subiram. Contamos essa história aqui.

Mesmo com as quedas de 12,56% e 10,85% em março, os dois ativos acumulam uma valorização de 63,81% e 87,61% em 12 meses, respectivamente.

O momento atual pode retomar uma trajetória semelhante: a reação bastante negativa a um fato específico e, depois, se não houver nenhuma outra grande novidade, uma acomodação. Nesta terça-feira (12), as ações da Petrobras corrigiram e reverteram parte das perdas dos últimos dias com a perspectiva de que o Conselho de Administração reveja a questão dos dividendos. A PETR3 subiu 3,03%, a R$ 37,37; enquanto a PETR4 teve alta de 3,28%, levando o papel para R$ 36,82.

“É importante ter cuidado porque o mercado é imprevisível e não dá para garantir que a ação vai se recuperar só porque aconteceu no passado”, destaca André Sandri, sócio da AVG Capital e fundador do EDUCA$, instituição sem fins lucrativos que leva educação financeira aos brasileiros. “Existem inúmeras variáveis como, por exemplo, a política interna, o ambiente econômico e político global. Não dá para cravar que é um ruído exagerado.”

Recomendações em discussão: é risco ou exagero?

Os últimos acontecimentos relacionados à Petrobras têm levado alguns agentes do mercado a revisar as recomendações de investimento na estatal. O consenso do Broadcast, que conta com com 7 análises, mostra que 4 analistas ainda recomendam compra dos papéis, frente a 3 que mantêm a posição neutra – um número maior do que apontava o consenso da semana passada.

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O Bradesco BBI é um dos que, na sexta-feira (8), rebaixou a recomendação da PETR4 de compra para neutra, cortando o preço-alvo de R$ 48 para R$ 41. Em relatório enviado a clientes, os analistas Vicente Falanga e Gustavo Sadka destacaram que a decisão de não remunerar acionistas com dividendos extraordinários traz “incerteza à política, que costumava ser muito clara”.

A Ativa também tem recomendação neutra para PETR4, com preço-alvo de R$ 36; uma posição mantida já há algum tempo, mesmo durante os últimos meses quando o papel vinha performando bem. “A opção por reter integralmente os dividendos extraordinários coloca holofotes sobre as futuras decisões referentes à alocação de capital da empresa. Acreditamos que isso levará as ações da empresa a uma espiral negativa de precificação”, destacou em relatório o analista Ilan Arbetman.

Estes são dois exemplos de quem mudou ou reforçou a posição de maior cautela para com a tese de Petrobras, um caminho que, para muitos especialistas, corretoras e bancos de investimento devem acabar seguindo no curto prazo. Como mostramos aqui, há muita gente preferindo a Prio (PRIO3) dentro do setor de petróleo e gás.

“As informações indicam que alguns já reduziram o preço-alvo das ações da Petrobras e reconheceram o aumento do risco. As falas de Lula e a decisão de não pagar dividendos extraordinários podem levar a mais rebaixamentos na recomendação de analistas, especialmente considerando a quebra de confiança percebida com os acionistas”, pontua Fabio Murad, sócio da Ipê Investimentos.

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Mas esse ainda não é um call consensual entre analistas. Há quem veja que, apesar do aumento do ruído político e do não pagamento dos proventos extraordinários, houve pouca mudança no cenário da estatal. Os resultados operacionais permanecem sólidos, com forte geração de caixa e baixo custo; e, a contragosto do mercado, a distribuição de dividendos está dentro da normalidade.

Para o BB Investimentos, a queda de 11% da sexta-feira foi “exagerada”. “Em nosso entendimento, nada mudou na tese: vemos uma empresa robusta operacionalmente, com baixo lifting cost e forte geração de caixa operacional”, destacou em relatório o analista Daniel Cobucci.

Segundo ele, os dividendos são importantes para qualquer setor, mas o anúncio ainda mantém a companhia alinhada aos pares internacionais, “pagando 45% do fluxo de caixa menos investimentos, e a constituição da reserva de caixa, que não pode ser usada para investimentos, não muda nossa visão de longo prazo para a companhia.”

Leia também: 3 bancos ainda recomendam compra de Petrobras

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Cobucci reforça a visão otimista para o papel, ao entender que os assuntos que traziam grande preocupação, como a política de preços de combustíveis e de dividendos da estatal, tiveram um “encaminhamento satisfatório”. Por isso, o BB mantém a recomendação de compra para a PETR4, com preço-alvo de R$ 42.

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