De acordo com o Ministério da Educação (MEC), os estudantes beneficiários do programa recebem R$ 1.000 ao concluírem cada série do ensino médio. No entanto, esse valor fica disponível para resgate apenas depois da formatura. Caso o jovem decida investir esse dinheiro, o Pé-de-Meia disponibiliza a ferramenta do Tesouro Selic aos jovens logo após o término com aprovação do primeiro ano.
Conheça o Tesouro Selic
De acordo com o Governo Federal, o Tesouro Selic é classificado como um título de renda fixa pós-fixado, cuja rentabilidade acompanha a taxa básica de juros da economia. Atrelado também ao programa Pé-de-Meia, ao adquirir este título, o jovem empresta o dinheiro ao Tesouro Nacional e recebe a rentabilidade da taxa básica de juros do Brasil, conhecida como taxa Selic.
Segundo o MEC, por ser garantido pelo governo, o ativo é classificado como de baixo risco, oferecendo a proteção para quem optar por resgatar o valor. Além disso, em 2024, o ativo registrou uma valorização aproximada de 10,83% em relação ao rendimento.
O que é a taxa Selic?
Conforme o Banco Central do Brasil (BC), a taxa Selic é a principal ferramenta para o controle da inflação no país. Ao definir a meta da Selic, o BC regula as expectativas para o poder de compra e para a remuneração de ativos financeiros. Por ser a base de juros do país, a Selic influencia desde as taxas de crédito até a valorização dos recursos aplicados em títulos públicos.
Quais estudantes podem investir no Tesouro Direto?
Assim que receber a primeira parcela do incentivo após a aprovação do primeiro ano do ensino médio, o estudante já pode investir o dinheiro no Tesouro Direto. A aplicação só é possível nesse caso.
Assim, vale destacar que, ao escolher o Tesouro Selic, todas as parcelas do incentivo serão transferidas automaticamente para o investimento, segundo a Caixa Econômica Federal. Além disso, para estudantes com menos de 18 anos, é necessária a autorização do responsável legal para confirmar a aplicação do benefício no ativo.
Colaborou: Kawan Novais.