A operadora de saúde Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de cerca de R$ 244 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 41,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
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A operadora de saúde Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de cerca de R$ 244 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 41,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
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O resultado reflete a dinâmica de utilização ao longo do período, influenciada por fatores sazonais, pelo ramp-up de novas unidades da rede própria e por iniciativas operacionais, parcialmente compensados por crescimento de receita, avanço do tíquete médio e disciplina financeira.
De janeiro a março, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) somou R$ 346 milhões, um recuo de 46,8% ante um ano antes. Já o indicador ajustado totalizou R$ 803 milhões, queda de 20,0%.
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No primeiro trimestre, a receita líquida somou R$ 7,892 bilhões, alta de 5,2% em relação ao apurado um ano antes.
A dívida líquida fechou o período em R$ 5,165 bilhões, alta de 24,0% em relação ao reportado um ano antes. Com isso, a alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, ficou em 1,38 vez, aumento de 0,41 vez na comparação anual.
No primeiro trimestre, a sinistralidade caixa alcançou 72,2%, alta de 0,4 ponto porcentual (p.p.) em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo a dinâmica de utilização e a evolução da operação ao longo do período.
Ao fim de março, a carteira de beneficiários totalizou cerca de 8,7 milhões de vidas em planos de saúde e 7,2 milhões no segmento odontológico.
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O tíquete médio do primeiro trimestre ficou em R$ 305, alta de 7,3% na comparação anual, refletindo reajustes contratuais e o mix de produtos.
As provisões técnicas da operadora de saúde Hapvida totalizaram R$ 2,811 bilhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 8,8% em relação ao observado em igual período do ano passado.
No período, as provisões de eventos a liquidar totalizaram R$ 1,024 bilhão, queda de 7,5% na base anual de comparação. A Peona (Provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisados) aumentou 5,3% no período, para R$ 1,027 bilhão. A provisão para remissão foi de R$ 3,2 milhões, queda de 3,0% ante o mesmo intervalo de 2025.
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