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Bradesco BBI: empresas brasileiras devem captar cerca de US$ 30 bilhões no exterior em 2026

Mercado aquecido e prêmios de risco mais baixos atraem emissores, mas escalada dos juros nos EUA exige cautela

Por Cynthia Decloedt

20/05/2026 | 18:34 Atualização: 20/05/2026 | 18:34

Empresas brasileiras aproveitam janela favorável para captações internacionais, de olho nas taxas dos Treasuries. (Imagem: Adobe Stock)
Empresas brasileiras aproveitam janela favorável para captações internacionais, de olho nas taxas dos Treasuries. (Imagem: Adobe Stock)

O mercado de dívida externa já acumula um volume de ofertas no exterior superior ao acumulado no mesmo período do ano passado – portanto, não é difícil acreditar que em 2026 as empresas vão levantar lá fora ao menos US$ 30 bilhões, prevê o diretor de renda fixa e de produtos estruturados do Bradesco BBI, Felipe Thut. Neste ano, as companhias e o Tesouro levantaram US$ 21 bilhões, contra US$ 12 bilhões entre janeiro a maio de 2025, diz ele.

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A projeção para este ano é próxima aos R$ 35 bilhões captados por emissores brasileiros no exterior em 2025, que foi comemorado e o dobro do emitido há dois anos. A fila (pipeline) de empresas que miram o mercado de dívida externa já sinaliza pelo menos US$ 30 bilhões, de acordo com Thut.

“O mercado está aberto, será uma decisão das empresas sobre captar lá fora ou aqui, porque sempre tem a questão do swap, o custo de conversão para o real”, explica.

De acordo com Thut, o grande risco para novas operações de dívida no exterior é uma eventual escalada do juro norte-americano. O juro do Treasury de 10 anos, taxa de juro norte-americana que é referência para as captações externas, vem subindo desde o início da guerra no Oriente Médio e nesta semana avançou para o maior patamar em 12 meses.

Por enquanto, o mercado externo não se fechou, acrescenta. Tampouco em razão dos eventos de crédito entre grandes companhias, que estão tendo de renegociar suas dívidas e impediram que algumas empresas fossem levantar recursos no mercado externo. A prova disso é que, além do volume levantado até o momento este ano, muitas empresas captaram com prêmio inferior a transações anteriores, afirma Thut.

“Não existe aversão, os investidores estão privilegiando as melhores empresas e que já são conhecidas, exigindo mais prêmio para um emissor novo”, afirmou.

No entanto, sua visão é de que as empresas podem fazer contas e deixar uma operação para 2027 ou ainda considerar o mercado local se o Treasury começar a incomodar.

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Por aqui, o executivo do Bradesco estima que as captações de títulos de crédito privado devam ficar 10% ou 20% abaixo dos mais de R$ 550 milhões do ano passado. Após alguns meses com o mercado parado, sua expectativa é de que as empresas voltem a captar, uma vez que os prêmios de risco das companhias estão, desde o final de abril, em uma direção de baixa e mais acomodados em relação ao pico dos meses anteriores.

Ele nota que os prêmios de risco estão também abaixo do ciclo eleitoral anterior e não acredita que este seja um evento que possa ter impacto no interesse das empresas em acessar o mercado. Em um gráfico, Thut mostra que em maio de 2022, os títulos de dívida das empresas com classificação de risco AAA – de melhor qualidade – operavam pagando um prêmio de 1,33% acima do CDI (Certificados de Depósitos Interbancários). Hoje, esse prêmio está em 0,75%.

O prêmio de risco das companhias não voltou ao patamar bastante comprimido que estava antes dos eventos de crédito. Por isso, até mesmo companhias que podem captar por meio de títulos com incentivo fiscal, como as debêntures, estão fazendo contas. “Antes era óbvio que o custo menor estava nas incentivadas, agora as companhias comparam custos com o mercado em CDI”, explica.

A análise também é feita em termos de prazo, já que as debêntures incentivadas têm vencimentos mais longos do que os papéis referenciados pelo CDI.

“Para não perder o incentivo, algumas empresas estão captando a um prazo de quatro anos, que é o mínimo permitido, para alongar mais à frente”, afirmou.

Thut aposta também no fluxo de recursos que circulam naturalmente no mercado, a partir do pagamento de juro dos papéis, para sustentar a tese de retomada do mercado de crédito local.

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Ele analisa um universo de R$ 2,1 trilhões de fundos de renda fixa que têm um mínimo de 10% investido em crédito privado, sendo 5% em debêntures remuneradas ao CDI. Segundo o executivo, considerando somente o que há de juro a ser pago por essas debêntures, os fundos recebem anualmente R$ 300 bilhões.

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