• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

CVM multa empresa em R$ 18 mi por fraude em oferta de debêntures

De acordo com o relatório, a área técnica da comissão identificou 11 problemas na oferta

Por Juliana Garçon

21/12/2023 | 16:53 Atualização: 21/12/2023 | 16:53

Comissão de Valores Mobiliários (CVM) (Foto: Fábio Motta/ESTADÃO)
Comissão de Valores Mobiliários (CVM) (Foto: Fábio Motta/ESTADÃO)

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) condenou, por unanimidade, a EBPH Participações S.A. à multa de R$ 18,2 milhões por operação fraudulenta na oferta de debêntures, no total de R$ 50 milhões, iniciada em junho de 2016. A EBPH Participações tem como objeto social a aquisição de participações societárias de outras empresas e fundos de investimentos que invistam em empreendimentos hoteleiros.

Leia mais:
  • CVM suspende oferta de fundo imobiliário administrado pela XP; entenda
  • Fundos de previdência privada decepcionam em 2023. Veja como escolher certo
  • A gestora que atingiu R$ 1,5 bi sob custódia com modelo diferente do AAI
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A escritura de emissão das debêntures emitidas em 2016 estabelecia que os recursos obtidos seriam usados na aquisição de participações em sociedades que desenvolvam empreendimentos hoteleiros; e no pagamento de custos relacionados à emissão, informa o relatório da diretora relatora, Flávia Perlingeiro.

De acordo com o relatório, a área técnica da CVM identificou 11 problemas, incluindo destinação de recursos em desacordo com o estabelecido na escritura de emissão; custos de distribuição acima da média de outras ofertas; garantias dependentes do sucesso do empreendimento; dívidas e cronograma atrasados quanto às obras do empreendimento; e pagamentos suspeitos recebidos pelo diretor presidente da EBPH por meio de empresa contratada na oferta.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Além disso, o agente fiduciário não teria atuado diligentemente para esclarecer as inconsistências na oferta, como em relação à qualidade das garantias; o relatório da agência de rating teria sido inconsistente, induzindo ao erro; a intermediária líder não teria cuidado para que informações completas sobre o investimento nas debêntures fossem prestadas aos investidores; os gestores dos fundos que subscreveram a oferta não teriam sido diligentes na aquisição das debêntures EBPH; os gestores dos fundos teriam decidido permanecer com o ativo mesmo após terem tido a oportunidade de votar pelo vencimento antecipado em Assembleia Geral de Debenturistas; e os administradores dos fundos não teriam demonstrado evidências suficientes de que fiscalizaram as aquisições das debêntures EBPH (ativo de crédito) para a carteira dos fundos e de que agiram de forma diligente e com lealdade para com os cotistas.

Para a área técnica da CVM, o capital social da EBPH antes da oferta, de R$ 100, indicaria um capital próprio baixo em contraste à pretensão de atingir R$ 50 milhões em uma emissão de debêntures, o que “demonstra um baixo compromisso dos controladores da emissora ao projeto e na probabilidade de eles fornecerem suporte financeiro ou operacional futuro ao projeto, se necessário”.

Além de multar a EBPH, o Colegiado da CVM decidiu condenar a líder da oferta, Orla DTVM, à multa de R$ 400 mil pelo descumprimento do dever de diligência. Pelo mesmo motivo, a então diretora responsável pela atividade de distribuição da Orla, Lúcia Cristina Rodrigues Pinto, foi multada em R$ 200 mil.

A então diretora responsável pela avaliação de risco da agência LF Ratings (Argus Classificadora de Risco de Crédito), Maria Christina Tavares Maciel, foi condenada à multa de R$ 100 mil pela emissão de relatório de rating que induzia os usuários a erro. A agência foi dissolvida, por isso a punibilidade foi extinta.

Publicidade

O Colegiado também decidiu proibir Oswaldo Pano Filho e Alexandre Luiz Trigo Rodrigues (sócios da EBPH e conselheiros de administração) e Manuel Cerdeiriña Lamas (então diretor presidente da EBPH e conselheiro de administração) à proibição temporária, por cinco anos, de atuação em qualquer modalidade de operação no mercado de valores mobiliários.

A Orla foi absolvida da acusação de descumprimento do dever de fiscalização. Foram absolvidos também a Planner Trustee DTVM, da acusação de descumprimento de deveres por agente fiduciário; o diretor responsável da Orla, Paulo Dominguez Landeira, da acusação de descumprimento do dever de fiscalização; e a Única Administração e Gestão de Recursos, gestora de fundo de investimento que adquiriu debêntures da EBPH, na acusação de prática de operação fraudulenta e descumprimento do dever de fiscalização.

Também foram absolvidos da acusação de prática de operação fraudulenta: a FMD Gestão de Recursos, gestora de fundo de investimento que adquiriu debêntures da EBPH; Fábio Antônio Garcez Barbosa, diretor responsável da FMD; Elleven Gestora de Recursos, gestora de fundo de investimento que adquiriu debêntures a EBPH; Leonardo de Carvalho Iespa, diretor responsável da Elleven; Alberto Elias Assayag Rocha, diretor responsável pela gestão da Única; Terra Nova Gestão e Administração de Negócios, gestora de fundo de investimento que adquiriu debêntures da EBPH; José Vanderli Vieira, diretor responsável da Terra Nova Gestão; Bridge Gestora de Recursos, gestora de fundo de investimento que adquiriu debêntures da EBPH; e Sérgio Serrano de Lima, diretor responsável da Bridge.

Da acusação descumprimento do dever de fiscalização, foram absolvidos: José Carlos Lopes Xavier de Oliveira, diretor responsável pela gestão da Única; Intrader DTVM, administradora fiduciária de fundo de investimento que adquiriu debêntures da EBPH; Edson Hydalgo Junior, diretor da Intrader; Planner Corretora de Valores, administradora fiduciária de fundo de investimento que adquiriu debêntures da EBPH; Artur Martins de Figueiredo, diretor responsável da Planner; Gradual CCTVM, administradora fiduciária de fundo de investimento que adquiriu debêntures da EBPH; e Fernanda Ferraz Braga de Lima de Freitas, diretora responsável da Gradual.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Debêntures
  • Fraude
  • multa
Cotações
12/04/2026 3h06 (delay 15min)
Câmbio
12/04/2026 3h06 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    A última janela para doar bens em vida e reduzir impostos sobre herança em São Paulo

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde aos 197 mil pontos e dólar cai a R$ 5 pela primeira vez em dois anos

  • 3

    Gestoras de “special sits” avançam no Brasil e entregam retornos de até 40% ao ano

  • 4

    Ibovespa supera máximas impulsionado pelo cenário macro e fluxo estrangeiro: os 200 mil pontos chegam quando?

  • 5

    Bitcoin cai no susto — mas lidera depois: o que mostram as crises globais

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Quer migrar do saque-aniversário para o saque rescisão? Atente-se ao prazo de carência
Logo E-Investidor
Quer migrar do saque-aniversário para o saque rescisão? Atente-se ao prazo de carência
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem tem direito ao cashback do IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem tem direito ao cashback do IR?
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Imagem principal sobre o O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Logo E-Investidor
O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Imagem principal sobre o 15 doenças que dão direito à aposentadoria
Logo E-Investidor
15 doenças que dão direito à aposentadoria
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Últimas: Tempo Real
Quem precisa declarar o Imposto de Renda 2026? Veja regras atualizadas, limites e quem cai na obrigatoriedade
Tempo Real
Quem precisa declarar o Imposto de Renda 2026? Veja regras atualizadas, limites e quem cai na obrigatoriedade

Receita reforça cruzamento de dados e alerta que declaração vai além da renda, envolvendo patrimônio, investimentos e até criptomoedas

11/04/2026 | 06h30 | Por Isabela Ortiz
Santander (SANB11) aprova pagamento de R$ 2 bilhões em JCP; veja quem recebe
Tempo Real
Santander (SANB11) aprova pagamento de R$ 2 bilhões em JCP; veja quem recebe

O pagamento está programado para o dia 7 de maio, segundo o banco

10/04/2026 | 18h38 | Por Amélia Alves
Goldman Sachs rebaixa recomendação de Localiza (RENT3) de compra para neutro
Tempo Real
Goldman Sachs rebaixa recomendação de Localiza (RENT3) de compra para neutro

Analistas acreditam em perspectivas sólidas de longo prazo para as ações da companhia, que pode se beneficiar caso o ambiente macroeconômico brasileiro apresente melhora

10/04/2026 | 15h28 | Por Vinícius Novais
Rio Bravo amplia estratégia em renda variável e fortalece fundo Radix com nova captação
Tempo Real
Rio Bravo amplia estratégia em renda variável e fortalece fundo Radix com nova captação

Com a operação, a área de renda variável da gestora passou a somar mais de R$ 380 milhões

10/04/2026 | 13h47 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador