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J.P. Morgan avalia que a alta da Selic para 14,75% pode marcar o fim do ciclo de alta

Banco não descarta um aumento de 0,25 ponto em junho, caso expectativas de inflação pressionem

Por Leo Guimarães

08/05/2025 | 12:12 Atualização: 08/05/2025 | 12:12

J.P. Morgan estima que a inflação em 2025 deve encerrar entre 5,0% e 5,2%. Foto: AdobeStock
J.P. Morgan estima que a inflação em 2025 deve encerrar entre 5,0% e 5,2%. Foto: AdobeStock

O J.P. Morgan divulgou relatório após a decisão do Banco Central de elevar a Selic para 14,75%, nesta quarta (7). Segundo a visão de seus analistas, esse aumento de 0,50% ponto percentual pode marcar o fim do atual ciclo de alta, apesar de não descartarem uma alta final de 0,25 p.p para a reunião de junho, pelo “tom flexível” do comunicado.

Leia mais:
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A projeção do banco é que a taxa permaneça nesse patamar até novembro, quando é esperada desaceleração econômica e os sinais de desinflação comecem a abrir espaço para o início de cortes.

O J.P. Morgan estima que a inflação em 2025 deve encerrar entre 5,0% e 5,2%, acima da meta e das projeções anteriores do Banco Central, mostrando que a inflação ainda demora a ceder e que os efeitos dos juros altos chegam com atraso de alguns meses.

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Para o quarto trimestre de 2026 (horizonte da política monetária), o banco projeta inflação entre 3,6% e 3,8%, próxima da meta de 3%. Os analistas notam que, pela primeira vez em muito tempo, o Banco Central reduziu suas projeções de inflação em todos os prazos, com a queda das commodities sendo vista como fator desinflacionário.

As estimativas do J.P. Morgan consideram a trajetória da Selic esperada pelo mercado e se baseiam nos dados dos relatórios trimestrais de inflação do Comitê de Política Monetária (Copom). O Copom, no entanto, ainda enxerga riscos de inflação fora da meta (desancoragem das expectativas), o que poderia exigir juros altos por mais tempo.

Como esperado, dizem os analistas, o Copom evitou dar sinais claros sobre os próximos passos. Com o ciclo já avançado e os efeitos defasados da política monetária, o BC destacou a necessidade de cautela e flexibilidade.

A expressão “cautela adicional” remete à reunião de agosto de 2022, quando havia previsão de ajuste residual que acabou não se concretizando. “Acreditamos que o BC deve manter os juros na próxima reunião, mas não descartamos um último aumento de 0,25 ponto em junho, caso a inflação e as expectativas pressionem.”

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