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Ibovespa hoje bate 7º recorde de fechamento seguido com Copom e produção industrial no radar

Queda das Bolsas de NY e das principais commodities limitaram os ganhos do índice. Veja o que moveu os investidores hoje (4)

Por Camilly Rosaboni e Beatriz Rocha

04/11/2025 | 7:58 Atualização: 04/11/2025 | 18:32

Ibovespa é o principal índice da Bolsa. (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa é o principal índice da Bolsa. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou em alta, depois de alcançar nova máxima histórica mais cedo, aos 150.887,55 pontos. Nesta terça-feira (4), o índice encerrou o pregão em valorização de 0,17% aos 150.704,20 pontos, batendo o seu sétimo recorde de fechamento seguido. As atenções do mercado estiveram em dados da produção industrial brasileira e no primeiro dia de Comitê de Política Monetária (Copom), além da temporada de balanços.

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Com exceção de Itaú (ITUB4), que caiu 0,3%, as ações do setor bancário avançaram, com destaque para o Banco do Brasil (BBAS3), que registrou ganho de 0,86%. O Itaú divulga balanço após o fechamento da B3. “Acho que o balanço deve vir positivo. O problema é que o mercado já está bem otimista com o resultado”, diz Bruno Takeo, estrategista da Potenza Capital.

O pregão foi marcado pela aversão ao risco dos índices de Nova York e pelas quedas do petróleo (-0,69%) e do minério de ferro (-1,71%).

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No campo macroeconômico, o destaque do dia foi o dado sobre produção industrial. Houve queda de 0,4% em setembro após alta de 0,7% em agosto (dado revisado), idêntica à mediana das expectativas. O resultado não deve alterar as apostas de manutenção da Selic em 15% na decisão do Copom desta quarta-feira, segundo analistas.

Em paralelo, a temporada de balanços no Brasil conduziu o pregão. A Embraer (EMBJ3) publicou balanço do 3º trimestre antes da abertura da B3, que mostrou uma queda de 76% no lucro líquido ajustado, enquanto Itaú e CSN (CSNA3) divulgam após o fechamento.

Entre ações individuais, a Klabin (KLBN11) ficou entre os destaques positivos do Ibovespa hoje, com alta de 2,95%, após anunciar pagamento de dividendos e lucro de R$ 478 milhões no terceiro trimestre de 2025, ambos divulgados nesta manhã. Na ponta negativa, a Cosan (CSAN3) caiu 3,12% após informar o preço por ação de sua oferta pública.

Nos Estados Unidos, pesaram no sentimento incertezas sobre futuros novos cortes dos juros básicos americanos e a paralisação do governo Trump. O shutdown entrou hoje em seu 35º dia, igualando-se ao recorde da paralisação de 2018-2019.

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No câmbio, o dólar hoje se valorizou ante moedas fortes e ante o real. No fechamento, a moeda americana subiu 0,77%, a R$ 5,3989 na venda.

Ibovespa hoje: os principais assuntos do mercado de ações nesta terça (4)

Bolsas globais recuam com incertezas sobre juros e shutdown americanos

Os índices de Nova York caíram nesta terça-feira, pressionados por incertezas sobre novos cortes de juros nos EUA e pelo tombo das ações da Palantir Technologies. O shutdown do governo Trump também pesou no sentimento.

O líder da maioria no Senado, John Thune (Republicano), disse que não há votos para encerrar o filibuster (mecanismo legislativo que permite prolongar debates e atrasar votações no Senado) e alertou que “não há vencedores” na paralisação. O presidente da Câmara, Mike Johnson (Republicano), relatou conversa com o presidente Donald Trump sobre o Programa de Assistência Nutricional Suplementar (SNAP), afetado pelo shutdown.

A diretora do Fed, Lisa Cook, afirmou que a paralisação distorce dados econômicos, mas não altera o tom “moderadamente restritivo” da política monetária.

Na Europa, as Bolsas fecharam majoritariamente em queda. Destaque negativo, a Telefónica tombou 12,67% em Madri, depois de anunciar que cortará pela metade os dividendos de 2026.

Copom se reúne para definir a taxa Selic

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, participou nesta terça-feira, das 10h às 12h, da primeira sessão da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A reunião continuou à tarde, das 14h às 17h18.

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Trata-se da primeira sessão da reunião, que definirá o rumo dos juros amanhã. A expectativa do mercado é de manutenção da taxa Selic em 15% ao ano, como já indicava o Boletim Focus desta semana.

  • Leia mais: Como aproveitar a Selic a 15% para turbinar seus investimentos

Produção industrial recua em setembro

Produção industrial recua em setembro após alta em agosto. (Foto: Adobe Stock)

A produção industrial caiu 0,4% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal. O resultado foi igual à mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, que iam de queda de 0,9% a alta de 0,2%.

A produção industrial de setembro reforça a leitura de que a indústria está em um movimento de transição para um quadro estável no quarto trimestre, avalia o economista do ASA Leonardo Costa.

Para Claudia Moreno, economista do C6 Bank, apesar da alta registrada em setembro, os dados dos últimos meses indicam que o segmento de bens de capital, ligado a investimentos em máquinas e equipamentos, vem perdendo força.

“A desaceleração da indústria ao longo deste ano é um dos sinais de que a economia brasileira, de maneira geral, deve crescer menos do que em 2024. Essa perda de fôlego é reflexo dos juros altos, que tendem a reduzir o espaço para novos investimentos e limitar o crescimento da atividade econômica. Nossa expectativa é de que o PIB cresça 2% em 2025 e 1,5% em 2026.”, projeta Moreno.

Agenda econômica do dia

Na agenda econômica, a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no Bloomberg Green Summit ficou na mira dos investidores. “Não tem como sustentar 10% de juros real. Com inflação a partir de 4,5%, você vai sustentar um juro (básico, Selic) a 15%?”, disse na ocasião.

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O ministro afirmou que o Brasil está em uma situação melhor do que analistas afirmam. “Economia é indicador e eles parecem não prestar atenção nos indicadores”, sinalizou.

Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com ministros em Belém (PA) em meio aos preparativos da COP30.

Mais cedo, o Tesouro realizou leilões de venda de Notas do Tesouro Nacional – Série B (NTN-B, títulos públicos com rendimento atrelado à inflação) e de Letra Financeira do Tesouro (LFT, título pós-fixado com rentabilidade atrelada à taxa de juros).

No exterior, as atenções se voltaram para declarações da vice-presidente de supervisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Michelle Bowman, após divergências sobre o rumo dos juros entre integrantes do BC americano.

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Bowman comentou sobre aspectos de regulação do sistema financeiro e destacou que o tema deve ser abordado de maneira “muito pragmática e prática”, ao participar de painel da Conferência Internacional do Santander, nesta terça-feira. “Nos EUA, ressalto a importância de ter certeza de ter o nível apropriado e escrutínio de regulação e supervisão para a complexidade de risco e tamanho adequados de uma instituição financeira”, acrescentou.

Na ocasião, Bowman não comentou política monetária ou perspectivas econômicas que pudessem sinalizar a trajetória das taxas de juros do Fed.

Devido à paralisação do governo dos EUA, o relatório Jolts (relatório sobre a abertura de novas vagas de trabalho), a balança comercial e as encomendas à indústria no país não foram divulgados. Balanços da AMD, Super Micro Computer e da seguradora AIG serão publicados após o fechamento das Bolsas em Nova York.

No final do dia, a China divulga Índices de Gerentes de Compras (PMIs) composto e de serviços de outubro.

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Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa hoje.

*Com informações de Maria Regina Silva, Fernanda Bompan, Silvana Rocha e Luciana Xavier, do Broadcast

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