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Ibovespa hoje ignora NY e recua com incertezas fiscais e commodities; veja ações em destaque

A piora nas perspectivas para inflação também geram cautela no índice hoje. Confira detalhes

Por Maria Regina Silva e Camilly Rosaboni

11/11/2024 | 12:15 Atualização: 11/11/2024 | 12:19

O Ibovespa é o principal índice da B3 (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)
O Ibovespa é o principal índice da B3 (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)

O Ibovespa hoje ampliou o ritmo de queda registrado na abertura de negócios desta segunda-feira (11). Às 12h05 (de Brasília), o índice recua 0,30%, aos 127.462 pontos.

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O recuo das commodities, decepção com medidas na China, a piora nas projeções de inflação no boletim Focus e o impasse em relação ao plano de corte de gastos do governo federal são alguns dos fatores que norteiam os negócios principal índice da B3 hoje. O movimento vai na compramão do otimismo nos mercados de Nova York.

Na sexta-feira (8), o Índice Bovespa fechou com desvalorização de 1,43%, aos 127.829,80 pontos, em meio a elevadas incertezas fiscais, já que o tão esperado pacote de corte de despesas – prometido para depois do segundo turno da eleição municipal – ainda não foi concluído pela equipe econômica.

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A liquidez pode ser reduzida em razão do feriado no mercado de Treasuries (títulos da dívida americana), por conta da celebração ao Dia do Veterano nos EUA, e na sexta-feira (15), devido à comemoração da Proclamação da República brasileira. Confira aqui a agenda semanal completa.

A semana tem divulgações importantes, como Índice de Preços ao Consumidor (CPI) americano e ata do Comitê de Política Monetária (Copom), além de falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), inclusive do presidente Jerome Powell.

O que movimenta o Ibovespa hoje

Boletim Focus

A mediana do boletim Focus para a taxa Selic no fim de 2024 se manteve em 11,75%, pela sexta semana consecutiva. Esse movimento consolida a avaliação do mercado de que o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentará os juros em 0,5 ponto porcentual na última reunião do ano, no dia 11 de dezembro.

Na semana passada, o colegiado elevou a taxa básica de juros para 11,25%, uma alta de 0,5 p.p.. As medianas para a Selic em prazos mais longos tiveram comportamento diverso, indicando que o Banco Central (BC) terá um espaço limitado para cortar juros nos próximos anos, em meio à desancoragem das expectativas, atividade forte e disparada do dólar.

A mediana do relatório Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024 subiu pela sexta semana seguida de 4,59% para 4,62%, mantendo-se acima do teto da meta de inflação, de 4,50%. Um mês antes, ela estava em 4,39%.

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Se essa projeção se confirmar, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vai terminar a sua gestão escrevendo a terceira carta aberta para explicar o descumprimento da meta.

Dólar

O dólar subiu 1,07%, cotado a R$ 5,7359, na sexta-feira (8), em linha com o exterior e por dúvidas fiscais no Brasil, e os juros futuros subiram, após a falta de conclusão da reunião entre ministros para discutir as questões fiscais. Nesta segunda-feira, tanto o dólar quanto os juros voltam a avançar.

A moeda no mercado à vista chegou a tocar máxima a R$ 5,8164, mas arrefeceu o ritmo, embora continue com alta superior a 1,00%, ainda refletindo incertezas em relação ao novo governo americano.

Pacote fiscal

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já está em Brasília, ao retornar de São Paulo, e espera-se que novos encontros sejam feitos para debater o projeto de corte de gastos e ordenar as contas públicas do País.

“A variável mais importante para a evolução da economia brasileira e para os preços dos ativos locais será a credibilidade do ajuste fiscal”, afirma Alexandre Mathias, estrategista-chefe da Monte Bravo.

Segundo ressalta em carta mensal antecipada ao Broadcast, o mercado segue na expectativa das medidas e, a despeito da prática pouco usual de chamar os representantes das áreas que terão cortes para a mesa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisa ser pragmático e entregar um ajuste fiscal robusto que detenha o crescimento explosivo da despesa e da dívida, cita a Monte Bravo.

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Sem uma redução dos riscos fiscais, o dólar pode passar rapidamente para R$ 6,00 e seguir em alta, estima a corretora. Isso geraria uma crise econômica grave, semelhante à fase terminal do governo de Dilma Rousseff.

Além da solução do quadro fiscal brasileiro, a Monte Bravo considera que o desenho do cenário e as perspectivas dos preços dos ativos dependem ainda do tipo de política econômica que o futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotará. Isso, diz, poderá influenciar o nível das taxas de juros americanas e a força do dólar.

Medidas na China e commodities

O noticiário chinês também fica no radar, após na semana passada o mercado ter se decepcionado com o tamanho da medida de estímulo anunciado pelo gigante asiático.

Além disso, a inflação chinesa relativa a outubro mostrou arrefecimento, elevando as preocupações quanto ao desaquecimento do país.

Assim, o minério de ferro fechou com queda de 2,87%, em Dalian. Já o petróleo recua acima de 2,20%, com o dólar forte. Isso impacta as ações de maior peso na composição do índice hoje – Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3; PETR4).

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Por volta das 12h (de Brasília), a mineradora cedia 2,24%, negociada a R$ 59,27. Já os papéis ordinários da petroleira mostravam avanço de 0,41%, a R$ 39,24, enquanto os preferenciais subiam 0,53%, no valor de R$ 36,37.

Destaques na Bolsa

As ações da Alpargatas (ALPA4) sobem 6,13%, a R$ 6,93, liderando as altas da Bolsa hoje, apesar do baixo número de negócios (cerca de 1,5 mil). Os papéis recuperam parte das perdas de sexta-feira (8), quando encerraram em queda de 7,90%, após a empresa divulgar o resultado do terceiro trimestre.

Já na ponta negativa do Ibovespa hoje, estão as ações da CSN (CSNA3), com queda de 3,74%, cotadas a R$ 11,31. A desvalorização acompanha o movimento do minério de ferro.

* Com informações do Broadcast

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