• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Juros fecham em queda, com perspectiva fiscal e exterior no radar

Além disso, o mercado ignorou fatores com potencial de pressionar as taxas para cima, como o IPCA de maio

Por Denise Abarca

11/06/2024 | 18:18 Atualização: 11/06/2024 | 18:18

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam a sessão desta terça-feira (11) em baixa, embalados pelo clima ameno no exterior e modesta melhora na perspectiva fiscal. Influenciado ainda pela correção técnica vista ontem, o mercado ignorou fatores com potencial de pressionar as taxas para cima, como o IPCA de maio no teto das estimativas.

Leia mais:
  • Ibovespa hoje: índice fecha em alta com suporte de grandes bancos
  • Dólar hoje: moeda fecha em alta no maior valor desde janeiro de 2023
  • Bolsas de NY fecham mistas enquanto S&P 500 e Nasdaq renovam recordes
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 caía a 10,640%, de 10,681% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2026 recuava de 11,31% para 11,20%. O DI para janeiro de 2027 tinha taxa de 11,52% (11,61% ontem) e o DI para janeiro de 2029, taxa de 11,90% (11,95% ontem).

A combinação de fatores internos e externos, além das questões técnicas, conseguiu manter as taxas em queda durante todo o dia. Nas mesas de renda fixa, profissionais destacam o papel exercido pelos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) na redução dos prêmios de risco das taxas locais, com a T-Note acelerando a queda ao longo da sessão e tocando mínimas abaixo de 4,40%, após um leilão de T-notes de 10 anos com demanda acima da média.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“A queda nos juros dos Treasuries favoreceu o alívio nos DIs, que haviam subido muito na sexta-feira. Essa melhora na curva americana oferece um ponto de entrada para o investidor aproveitar as taxas que ficaram bastante atraentes”, afirma o estrategista-chefe e sócio da EPS Investimentos, Luciano Rostagno, lembrando que alguns vértices vinham operando nas máximas desde novembro.

Pelo lado fiscal, o mercado se animou com a perspectiva de que o cortes de gastos entre na pauta do governo, o que poderia reduzir a dependência da geração de receitas para atender às premissas do arcabouço fiscal. Beto Saadia, diretor de investimentos da Nomos, vê o anúncio, mesmo que incipiente, de que o ministro Fernando Haddad levará uma proposta à Lula para limitar o reajuste de gastos de saúde e educação em 2,5%, como um dos fatores a neutralizar a reação da curva ao IPCA. “A Fazenda também manifestou que analisará as regras de reajustes dos benefícios previdenciários”, acrescentou. Resta saber sobre a disposição do presidente em concordar.

Nesse contexto, a devolução parcial da Medida Provisória (MP) que restringe o uso dos créditos do PIS/Cofins, editada pelo governo como forma de compensar a desoneração da folha de pagamentos, foi absorvida sem sustos, até porque o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia determinado que a desoneração estará garantida somente se houver compensação à renúncia bilionária do benefício. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, informou a devolução no fim da tarde.

O IPCA acabou não fazendo preço nem na ponta curta, apesar da leitura negativa do índice cheio e dos preços de abertura. Na opinião de Rostagno, o ajuste técnico decorrente da escalada recente das taxas acabou prevalecendo. Já o presidente da Legacy Capital, Felipe Guerra, disse que o mercado tem preocupações maiores do que o IPCA: as políticas fiscal e monetária. “A inflação corrente continua perto da meta e não é problema no Brasil”, afirmou, ao programa Cabeça de Gestor, do Broadcast TV.

Publicidade

De todo modo, o IPCA não deixa de ser um reforço na ideia de que o Copom deve manter a Selic em 10,50% na reunião da próxima semana. A curva a termo segue apontando precificação marginal de uma alta de 25 pontos-base, com probabilidade em torno de 12% perto das 16 horas, para junho. Para o fim do ano, projeta taxa de 11%.

A inflação acelerou de 0,38% em abril para 0,46% em maio, no teto das estimativas da pesquisa do Projeções Broadcast, cuja mediana era de 0,40%. Em 12 meses, acumula alta de 3,93%. Houve surpresa com preços de alimentação, já captando efeitos do choque de oferta em função do desastre no Rio Grande do Sul. A abertura mostrou preços de serviços disparando de 0,05% para 0,40% entre abril e maio, ante 0,34% apontado pelo levantamento do Projeções Broadcast.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • Juros
  • Treasuries
Cotações
28/02/2026 11h34 (delay 15min)
Câmbio
28/02/2026 11h34 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Instabilidade política nos EUA enfraquece o dólar como porto seguro e beneficia Trump

  • 2

    IR 2026: o que realmente muda e o que é mito na nova fase de fiscalização da Receita

  • 3

    Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com Vale (VALE3) em baixa e repercussão do balanço da Nvidia

  • 5

    JP Morgan acredita que fluxo gringo para Brasil ainda pode ser duas vezes maior este ano

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Logo E-Investidor
Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Imagem principal sobre o Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Logo E-Investidor
Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário: veja 2 exemplos de bloqueio do saldo do FGTS
Logo E-Investidor
Saque-aniversário: veja 2 exemplos de bloqueio do saldo do FGTS
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 motivos para cair na malha fina
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 motivos para cair na malha fina
Últimas: Tempo Real
Dirf 2026: declaração foi extinta? Veja o que mudou e como ficam as obrigações
Tempo Real
Dirf 2026: declaração foi extinta? Veja o que mudou e como ficam as obrigações

Extinta como declaração anual, a Dirf não será entregue em 2026, mas erros nos sistemas que a substituíram ainda podem gerar penalidades

27/02/2026 | 19h39 | Por Ana Ayub
Dólar pode testar novas mínimas após cair 2,16% em fevereiro; o que esperar do câmbio em março
Tempo Real
Dólar pode testar novas mínimas após cair 2,16% em fevereiro; o que esperar do câmbio em março

Moeda americana perde força pelo segundo mês seguido e já devolveu mais da metade da valorização registrada em todo o ano de 2025

27/02/2026 | 18h32 | Por Murilo Melo
Bradsaúde estreia na Bolsa, faz Odontoprev subir 25%, Bradesco disparar e causa tombo da Qualicorp; acompanhe as ações
Tempo Real
Bradsaúde estreia na Bolsa, faz Odontoprev subir 25%, Bradesco disparar e causa tombo da Qualicorp; acompanhe as ações

Movimento do Bradesco (BBDC3; BBDC4) via IPO reverso redesenha o mapa da saúde na B3 e provoca reação em cadeia nas ações; Itaú BBA e Safra veem potencial de destravamento de valor e ganhos para acionistas

27/02/2026 | 15h56 | Por Igor Markevich
Novo horário da B3 começa em março; veja como fica
Tempo Real
Novo horário da B3 começa em março; veja como fica

Mudança adequa operação ao horário de verão dos Estados Unidos e reduz o pregão à vista, enquanto futuros ganham horário estendido

27/02/2026 | 15h23 | Por Manuela Miniguini

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador