A Marcopolo (POMO4) reportou lucro líquido de R$ 264,6 milhões no primeiro trimestre de 2026. A cifra representa uma alta de 8,8% ante igual intervalo de 2025.
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A Marcopolo (POMO4) reportou lucro líquido de R$ 264,6 milhões no primeiro trimestre de 2026. A cifra representa uma alta de 8,8% ante igual intervalo de 2025.
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O Ebitda (Sigla em inglês para Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) da companhia subiu 16,3% na mesma base comparativa, atingindo R$ 304,8 milhões. Já a margem Ebitda atingiu 18,14%, crescimento anual de 2,8 pontos porcentuais.
A receita operacional líquida da Marcopolo somou R$ 1,655 bilhão entre janeiro e março, 1,3% abaixo do resultado apresentado um ano antes. A queda foi puxada pelo recuo na receita de exportação do Brasil, que cedeu 9%, para R$ 159,3 milhões.
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As receitas no Brasil caíram 3,5% ano contra ano, somando R$ 899,7 milhões. Por outro lado, a receita no exterior totalizou R$ 596,2 milhões, avanço de 4,6% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
Segundo a empresa, a redução da receita líquida é explicada pela queda no volume de unidades faturadas no mercado brasileiro e nas exportações a partir do Brasil, bem como pelo desempenho da controlada mexicana Polomex.
“A formação do mix de vendas no Brasil, com produtos de maior valor agregado, e a boa performance da operação australiana Volgren contribuíram para compensar parcialmente a queda dos volumes”, pondera a Marcopolo.
O resultado financeiro líquido do trimestre da Marcopolo foi positivo em R$ 69,6 milhões, ante um resultado também positivo de R$ 109,3 milhões registrado um ano antes. A empresa destaca que, no trimestre, apurou uma variação cambial positiva associada à valorização do real frente ao dólar norte americano sobre a carteira de pedidos em dólares.
“A companhia realiza o hedge do câmbio das exportações no momento da confirmação dos pedidos de venda, assegurando a margem dos negócios”, diz a Marcopolo. A empresa complementa afirmando que à medida que os produtos são entregues e faturados, captura os efeitos da valorização ou desvalorização do Real em suas margens operacionais ou no resultado financeiro, como foi o caso nesse primeiro trimestre.
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