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A Axia é uma das preferências do setor elétrico do banco, que tem uma visão positiva para a empresa após a conclusão do processo de privatização e que agora vê oportunidades para a nova gestão reduzir os custos com Pessoal, Material, Serviços de Terceiros e Outros (PMSO) em mais de 50% para suas principais subsidiárias e simplificar a complexa estrutura da holding.
Para a TIM, o Santander espera que 2026 seja um ano de continuidade das tendências observadas em 2025 e acredita que a companhia está bem-posicionada para continuar entregando resultados dentro do guidance (projeções). O banco projeta alta de 5% da receita líquida consolidada na comparação anual e espera que a empresa consiga aumentar novamente os preços no segmento móvel.
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Em relação à Copasa e à Localiza, o banco observa que, embora continue avaliando as empresas com uma visão construtiva, ele optou por incluir uma companhia de um setor menos volátil (TIM), em meio a um cenário global de maior incerteza. No caso da Copasa, a alta de 7% desde a inclusão da ação na Carteira Valor, em fevereiro deste ano, abriu espaço para a realização de ganhos.
Na carteira de Small Caps (companhias pequenas da Bolsa) para maio, o Santander incluiu as units da Alupar (ALUP11) e excluiu as ações da GPS (GGPS3). O portfólio segue com 3Tentos (TTEN3), Aura Minerals (AURA33), C&A (CEAB3), Direcional (DIRR3), Fleury (FLRY3), Iguatemi (IGTI11), Marcopolo (POMO4), Orizon (ORVR3), Pague Menos (PGMN3) e Sanepar (SAPR11).
Para o banco, a Alupar ainda é a ação do segmento de transmissão mais interessante em sua cobertura e apesar da acirrada competição em leilões de transmissão no Brasil, os movimentos da empresa para se expandir em outros países da América Latina chamam a atenção. Além disso, o perfil não cíclico da empresa proporciona uma proteção contra inflação, tornando o papel uma opção defensiva para o portfólio.
O GPS, por outro lado, foi excluído pela perspectiva mais desafiadora no curto prazo, embora o Santander continue avaliando a empresa com visão construtiva a médio/longo prazo.
“Considerando um ambiente de repasse de custos mais complexo e possível compressão de margens à frente, não descartamos alguma revisão baixista das projeções de Ebitda [Lucro Operacional + Depreciação + Amortização] e lucro pelo consenso de mercado para 2026”, observa o banco.
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