Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para setembro subiu 2,02%, mas caiu 0,60% na semana, a US$ 3,5520 por libra-peso. Por volta das 14h20 (de Brasília), a tonelada do cobre para três meses negociada na London Metal Exchange (LME) tinha alta de 1,89%, a US$ 7.889,00.
Commodities atreladas à atividade global superaram o fortalecimento do dólar e ganharam impulso do payroll de julho, que mostrou abertura de vagas bem acima do estimado nos EUA, além de um recuo na taxa de desemprego após quatro meses consecutivos de estabilidade.
“Esperava-se que a inflação teimosamente alta e uma desaceleração econômica global puxassem para baixo a economia dos EUA, mas depois do relatório de empregos de hoje, isso não parece ser o caso”, comenta p analista Edward Moya, da Oanda.
Em relatório, o TD Securities destaca que o cobre foi beneficiado hoje pela notícia de que a rede estatal de energia da China planeja investir US$ 22 bilhões em linhas de altíssima voltagem no segundo semestre. Segundo o Commerzbank, o aporte seria 67% maior do que os gastos da primeira metade do ano, e deve elevar a demanda chinesa por cobre e alumínio.
Entre outros metais negociados na LME sob mesmo vencimento, no horário citado, a tonelada do alumínio subia 0,87%, a US$ 2.424,00, a do chumbo avançava 1,35%, a US$ 2.070,50, a do níquel tinha leve alta de 0,07%, a US$ 22.360,00, a do estanho ganhava 0,12%, a US$ 24.410,00, e a do zinco aumentava 0,13%, a US$ 3.469,00.