Ainda assim, a corretora reconhece que a combinação de preços mais altos de cobre e a rotação de investimentos dos Estados Unidos para emergentes “pode sustentar o bom momento relativo do papel”, que acumula alta de 17% no ano.
No relatório, os analistas lembram que a companhia entregou desempenho acima do guidance na prévia operacional do 4º trimestre em todas as divisões e projetam Ebitda ajustado de US$ 4,8 bilhões para o trimestre, 4% acima da estimativa anterior.
A área de metais básicos foi o destaque: Salobo bateu recorde de volumes, enquanto o segundo forno de Onça Puma e a mina subterrânea de Voisey’s Bay avançaram no ramp-up. Esse ganho compensou a leve contração da margem de prêmios all-in do minério, que caiu US$ 1,2 por tonelada na comparação trimestral.
A produção de minério de ferro somou 90,4 milhões de toneladas, alta anual de 6%, impulsionada por Brucutu, Vargem Grande e Capanema, enquanto as remessas cresceram 7%. Já as vendas de pelotas recuaram 10% em 12 meses, reflexo de menor oferta, mas ficaram 6% acima da projeção da própria XP.
No cobre, as vendas avançaram 8% na comparação anual, apoiadas em um preço realizado médio de US$ 11.003 por tonelada, 12% superior ao trimestre anterior. “Os números reforçam a capacidade de Vale em capturar a tendência de transição energética”, avalia a XP.
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