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Um panorama global: existe futuro para o dinheiro físico?

Quando falamos em futuro do dinheiro, falamos em coexistência entre físico e digital

Por Dominic Hirsch, Diretor da RBR

29/11/2022 | 11:02 Atualização: 29/11/2022 | 11:02

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Muitas pessoas não abandonaram o papel-moeda, apesar da digitalização | Foto: Envato Elements
Muitas pessoas não abandonaram o papel-moeda, apesar da digitalização | Foto: Envato Elements

Mesmo com a digitalização dos meios de pagamentos, as pessoas, ou a grande maioria delas, não abandonam o uso do papel-moeda. Este comportamento notado em diferentes localidades está relacionado à cultura e à disponibilidade de novas formas de transação econômica em cada país.

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Isso significa que, quando falamos em futuro do dinheiro, falamos em coexistência entre físico e digital, que já é presente hoje em muitas sociedades e que deverá permanecer por muitos anos ainda, pois os meios de pagamentos estão relacionados, de alguma forma, e acabam se tornando complementares.

Um estudo realizado pela RBR, mostra que, em 2021, a demanda global por caixas eletrônicos cresceu 2%. Só para se ter uma ideia, na América Latina foram implementados mais de 31 mil caixas eletrônicos, que permitem a realização de transações bancárias, como saques, transferências, depósitos, saldo, entre outros. O crescimento do setor neste período representou um aumento de 19% na região.

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O mercado brasileiro sozinho teve um incremento de 25%, sendo que, apenas para o Banco do Brasil foram destinados mais de 4.300 equipamentos deste tipo. A pesquisa revela ainda que, em países como Brasil, México e Equador, o uso do dinheiro é mais recorrente, porque ainda há muitas pessoas que não possuem contas em banco. Ou se possuem, não a utilizam com regularidade.

Ou seja, mesmo que a pandemia tenha acelerado a transformação digital no País, os serviços bancários ainda podem crescer em diversas regiões e é justamente por isso que as instituições financeiras mantêm milhares de pontos de atendimento físicos em todo território nacional, porque boa parte da população, principalmente idosos e pessoas das classes C e D ainda necessitam este tipo de serviço.

No ano passado, a TecBan, gestora do Banco24Horas, foi a empresa que mais contabilizou saques de papel-moeda no mundo, superando a marca de 1 bilhão de operações no Brasil. Atrás dela estão as redes internacionais Seven Bank e Cardtronics.

Dominic Hirsch, diretor da RBR | Foto: Divulgação

O levantamento demonstra ainda que o uso de caixas eletrônicos está crescendo à medida em que a demanda por dinheiro se recupera após os primeiros dois anos da pandemia de Covid-19. No Reino Unido, por exemplo, pesquisas sugerem que as pessoas estão mais propensas a usar dinheiro como resultado do aumento da necessidade de acompanhar melhor os gastos. Desta forma, elas acreditam que saberão com mais clareza o quanto estão gastando, se poderão economizar ou conseguirão se manter dentro do orçamento.

Com cada vez mais pessoas utilizando papel-moeda como uma experiência de gerenciar o orçamento, é possível dizer que ele continuará a ser uma parte vital do ecossistema de pagamentos, mesmo em mercados mais maduros em termos de tecnologia.

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Fica evidente também que as criptomoedas e as principais moedas fiduciárias continuarão coexistindo e provando que as soluções de pagamento mais bem-sucedidas são aquelas que vão melhorar a experiência do usuário e que podem oferecer algo que ainda não existe hoje. E essa convergência entre o físico e o digital é o que gera mais benefícios para a população, que pode usufruir de diferentes opções para gerir e administrar o seu dinheiro, conforme a melhor opção que lhe convém.

Dominic Hirsch é diretor da RBR, referência mundial em pesquisa e consultoria em meios de pagamento e automação bancária.

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