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Negócios

Faria Lima está de olho em um lugar fora de SP para investir; saiba qual

Julio Capua, ex-sócio da XP, e mais 60 empresários decidiram investir R$ 200 milhões em um projeto imobiliário

Por Daniel Rocha

25/09/2023 | 3:00 Atualização: 25/09/2023 | 10:14

A praia do Preá, no município de Cruz, é um dos principais destinos para os praticantes de kitesurf 
(Foto: Grupo Carnaúba)
A praia do Preá, no município de Cruz, é um dos principais destinos para os praticantes de kitesurf (Foto: Grupo Carnaúba)

As praias do litoral do Ceará, na região Nordeste, conquistaram um novo público cativo: os investidores da Faria Lima, avenida da capital paulista conhecida por reunir o principal centro financeiro do País. Ao contrário do que se possa imaginar, o interesse desse público não está voltado apenas em aproveitar a região para passar as férias ou praticar esportes, como o kitesurf. Eles também enxergam uma oportunidade interessante de fazer negócios.

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Julio Capua, ex-sócio da XP, faz parte desse grupo de investidores. Visitante assíduo da praia do Preá, a 283 km de Fortaleza, há quase 10 anos em função da prática do kitesurf, ele enxergou no local um espaço ideal para a construção de um condomínio de alto padrão, o Vila Carnaúba. “O acesso era muito ruim, mas em 2018 fui para a região de avião e percebi que havia uma grande oportunidade de crescimento por causa do aeroporto”, diz Capua.

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É por meio da ponte aérea no Aeroporto Regional Comandante Ariston Pessoa, localizado na cidade de Cruz, que os turistas de outras cidades brasileiras conseguem chegar até a Vila de Jericoacoara, um dos principais pontos turísticos do Ceará, mas sem passar por Fortaleza. Devido à proximidade com a famosa “praia de Jeri”, a praia do Preá tem entrado nos holofotes.

O Vila Carnaúba trata-se de um condomínio de luxo a poucos metros da praia do Preá (Foto: Grupo Carnaúba)

Por enxergar o potencial de crescimento, Capua decidiu comprar um terreno de 500 metros quadrados no município de Cruz para ser o local do seu primeiro projeto imobiliário: o Vila Carnaúba. “Trata-se de um condomínio para levar infraestrutura para a região que só possuía oferta hoteleira rústica e sem grande conforto. Era uma região apenas para quem queria velejar”, ressalta. Além do condomínio, o local também vai receber um hotel de luxo Anantara e Carnaúba Wind House, uma espécie de clube de luxo.

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Mas a ideia que esses projetos não sejam os únicos. Há outros empreendimentos em vista que devem sair do papel nos próximos anos, como a construção de um hostel e até condomínios residenciais do Minha Casa, Minha Vida. Segundo Capua, o objetivo é levar para a Vila do Preá uma infraestrutura, por meio desses outros empreendimentos, capaz de evitar um crescimento desordenado na região. “Teremos na praia uma série de condomínios e hotéis para vários perfis de público (de luxo ao perfil econômico), além de bairros residenciais para as classes baixas e médias para que todos possam morar de forma adequada”, afirma Capua.

O investimento

A compra do primeiro terreno para dar início ao empreendimento partiu de um investimento próprio de Capua. Em sequência, o ex-sócio da XP convidou outros 60 investidores para comprarem mais de 12 milhões de metros quadrados próximo à praia do Preá. O grupo desembolsou cerca de R$ 200 milhões para a aquisição das terras.

Em agosto, a XP Asset lançou o fundo imobiliário FII XP Grupo Carnaúba para investir no Grupo Carnaúba, holding responsável pela propriedade. As ofertas destinadas apenas para os investidores profissionais conseguiram levantar R$ 100 milhões e compraram 15% do grupo.

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Segundo Capua, a entrada do fundo vai permitir a execução dos empreendimentos de forma paralela e o lançamento do condomínio Minha Casa, Minha Vida em breve. “Estamos conversando com a XP para fazer uma segunda rodada voltada para o investidor qualificado, a fim de levantar mais R$ 100 milhões”, diz.

As obras do condomínio Vila Carnaúba são as únicas mais avançadas, até o momento, com previsão de entrega da primeira fase para o próximo ano. Já as obras do Hotel de luxo, da marca Anantara, e do Carnaúba Wind House devem iniciar apenas em 2024. Os outros projetos ainda não têm previsão para início das construções.

O E-Investidor entrou em contato com a XP Asset para saber mais detalhes sobre o fundo e a viabilidade da segunda rodada de negociação, mas a gestora preferiu não comentar sobre o assunto.

Outras iniciativas

O FII XP Grupo Carnaúba não é o único posicionado em empreendimentos no Ceará. Em julho deste ano, a Suno Asset levantou R$ 50 milhões após encerrar as ofertas de um fundo imobiliário voltado para energia limpa. O recurso foi utilizado para a compra de terrenos localizados em três municípios brasileiros: Amontada (CE), Petrolina (PE) e João Pinheiro (MG) para a instalação de painéis solares.

Segundo Rafael Menezes, especialista em energia na Suno Asset, a decisão de investir no município litorâneo do Ceará não se limitou apenas pelo clima da região, que costuma ter dias ensolarados em quase todos os períodos do ano. Os custos para a construção da usina de energia solar também interessam os investidores.

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“As terras possuíam preços acessíveis. Quando olhamos para a região dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, os terrenos são muito caros. A tarifa de energia do Ceará também é bastante competitiva”, afirmou Menezes.

Vale lembrar que o Ceará também se destaca pela liderança na produção de hidrogênio verde no Brasil. Em janeiro deste ano, a EDP Brasil (ENBR3) investiu R$ 42 milhões para lançar o projeto-piloto da sua usina de produção de hidrogênio verde (H2V) no município de São Gonçalo do Amarante. Outras companhias, como a Unigel e a Raízen (RAIZ4), seguem de olho na demanda que o H2V pode conquistar nos próximos anos.

Na ótica do investidor, a temática pode representar retornos financeiros atrativos à medida que as projeções das companhias produtoras desse combustível apontem para um crescimento de receita no longo prazo. De acordo com uma pesquisa da McKinsey & Company, consultoria empresarial norte-americana, o H2V deve criar uma oportunidade de investimento de US$ 200 bilhões no mercado brasileiro em 20 anos (2020 – 2040). Veja mais detalhes nesta reportagem.

As gestoras cearenses também se movimentam para lançar fundos de investimentos a fim de atrair investidores ao Estado e tornar o financiamento de empreendimentos via mercado de capitais mais comum na região.

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A Grifo Asset Management, gestora cearense de investimentos, está em processo de estruturação de um fundo imobiliário para investir em empreendimentos imobiliários em Fortaleza. A expectativa é que a oferta do produto esteja nas prateleiras até o primeiro trimestre de 2024 e seja destinado apenas para os investidores profissionais e qualificados. O objetivo da Grifo é arrecadar recursos para a construção de prédios residenciais de alto padrão em Fortaleza.

“O primeiro projeto é um prédio residencial na avenida Beira-Mar (cartão postal da capital cearense). Por enquanto, não posso dar detalhes ainda sobre o empreendimento”, diz Victor Ary, gestor de portfólio da Gifro. Nesse primeiro momento, o fundo imobiliário será restrito apenas para os investidores qualificados e profissionais. No entanto, a tendência é que, nos próximos anos, as cotas do FII sejam negociadas pelo público geral à medida que o fundo for adquirindo novos empreendimentos.

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