• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

A gestora que atingiu R$ 1,5 bi sob custódia com modelo diferente do AAI

O formato 'Wealth' começa a acelerar no Brasil, e o escritório é um dos mais tradicionais do segmento no momento

Por Fabrizio Gueratto

21/12/2023 | 14:59 Atualização: 21/12/2023 | 16:19

Receba esta Coluna no seu e-mail
Mario Melilli (Divulgação Portogallo)
Mario Melilli (Divulgação Portogallo)

Hoje, dificilmente um investidor brasileiro não conhece a XP. Diferente de 20 anos atrás, em que haviam poucas opções, além dos bancos tradicionais, a mudança trazida pelo Guilherme Benchimol mudou o mercado. Escritórios de agentes autônomos se espalharam pelo País e bilhões de reais deixaram as instituições financeiras tradicionais.

Leia mais:
  • 10 motivos para não investir em ações de companhias aéreas
  • Como Lucas Pitmoney investe a sua fortuna?
  • Quanto rende R$ 10 mil nos melhores CDBs com liquidez diária?
Cotações
26/05/2026 2h25 (delay 15min)
Câmbio
26/05/2026 2h25 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nestes casos, a remuneração destes profissionais é feita por meio de uma comissão sobre  os investimentos que os clientes dos agentes autônomos de investimentos (AAIs) fazem.

Agora, um novo modelo, já consolidado em países como Estados Unidos e Inglaterra, começa a acelerar no Brasil, o formato Wealth. Neste segmento, focado em alta renda, o cliente paga um percentual do valor total investido, que geralmente gira entre 0,5% e 1% ao ano. Em compensação, todo “rebate” que a instituição financeira passaria para o escritório de Wealth, é devolvido para o cliente.

Publicidade

Como tenho observado que este modelo de assessoria tem crescido muito no País, resolvi conversar com o Mario Melilli, sócio na Portogallo Investimentos, um dos mais tradicionais escritórios desse segmento, com mais de R$ 1,5 bilhão sob gestão, para entender qual a visão dele de mercado para 2024 e como o segmento de Wealth tem sido a escolha de grandes fortunas.

Confira abaixo a entrevista exclusiva:

Quais investimentos de renda fixa e renda variável devem apresentar boa performance em 2024?

Acreditamos que em 2024 os juros permaneçam próximo de dois dígitos, continuam bastante atrativos, mantemos alocação em renda fixa LCA, LCI, CRI e CRA como oportunidades seguras e rentáveis. Preferimos ficar fora da renda variável, pelo risco e pouco espaço depois da alta de 12% em novembro.

Publicidade

Com a queda da Selic, a renda fixa começará a perder atratividade no ano que vem?

Não, de forma alguma, dois dígitos ou próximo disso é bastante atrativo, o juro real no Brasil ainda é um dos maiores do mundo.

Em 2024, ainda será possível rentabilizar a carteira em mais de 1% ao mês?

Será uma missão mais difícil encontrar bons ativos e taxas. Talvez aumentar a exposição em multimercados e também analisar o perfil de cada família ao risco, será uma lição de casa.

Publicidade

A Portogallo tem clientes com grandes fortunas. Como está sendo feito o rebalanceamento da carteira desses clientes para 2024?

Somos um Multi Family Office conservador. Nossa prioridade é preservar o capital das famílias que cuidamos, por isso tomamos muito cuidado nas realocações e posições, dependendo do cenário podemos aumentar a parcela no mercado internacional, mas vai depender de uma avaliação com o cliente e perfil.

Vocês são escritório de Wealth. Qual a diferença, para o investidor, em relação a um escritório de agente autônomo tradicional?

O nosso modelo é voltado 100% para os interesses dos clientes, não recebemos comissões ou rebates dos bancos, pelo contrário, devolvemos para os clientes todos os rebates e comissões, desta forma mitigamos o conflito de interesse, e somos remunerados apenas pelos clientes. No modelo de AAI a remuneração é por venda de produtos, que geralmente têm comissões diferentes por emissor.

Publicidade

Outro diferencial é que uma parcela da nossa remuneração vem da performance da carteira, ou seja, estamos alinhados com o retorno e interesse dos nossos clientes.

Vocês acreditam que este modelo de remuneração será a tendência do mercado financeiro nos próximos 10 anos?

Sim, acredito que esse modelo há anos vem se consolidando nos Bancos e Plataformas, é um modelo mais transparente.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Carteira
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investidores
  • Investimentos
  • mercado
  • Renda fixa
  • Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os novos hábitos da alta renda para economizar no dia a dia sem abrir mão de viagens e hotéis de luxo

  • 2

    Ibovespa sobe com alívio global após avanço nas nеgociações entre EUA e Irã; dólar cai

  • 3

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 4

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

  • 5

    Tokenização tem potencial, mas precisa se materializar para investidor, diz gestora da 21Shares

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabrizio Gueratto em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Imagem principal sobre o MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Logo E-Investidor
MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Imagem principal sobre o Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Logo E-Investidor
Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Últimas: Colunas
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom
Marco Saravalle
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom

Mesmo após o corte da Selic para 14,50%, juros longos dispararam, fluxo estrangeiro perdeu força e o mercado passou a exigir prêmio maior para carregar risco brasileiro

25/05/2026 | 14h37 | Por Marco Saravalle
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda
Samir Choaib
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda

Entenda as regras que continuam confundindo e assustando investidores brasileiros em 2026

24/05/2026 | 07h00 | Por Samir Choaib
Mercados preditivos, stablecoins e a tentação brasileira de proibir o inevitável — e ficar para trás
Fabrício Tota
Mercados preditivos, stablecoins e a tentação brasileira de proibir o inevitável — e ficar para trás

O Brasil pode liderar a nova infraestrutura financeira, mas corre o risco de expulsar usuários e empresas se exagerar na regulação das stablecoins

22/05/2026 | 17h44 | Por Fabrício Tota
Pais, não pressionem seus filhos para terem casa própria antes dos 30 anos
Fabrizio Gueratto
Pais, não pressionem seus filhos para terem casa própria antes dos 30 anos

O erro não está em comprar imóvel, mas em transformar essa compra na primeira grande meta da vida adulta

21/05/2026 | 17h18 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador