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Maiores gestores do País dizem o que falta para ações brasileiras subirem

Luis Stuhlberger, da Verde, André Jakurski, da JGP, e Rogério Xavier, da SPX, estiveram no CEO Conference 2024

Por Luíza Lanza

06/02/2024 | 14:12 Atualização: 06/02/2024 | 14:12

Luis Stuhlberger, da Verde, foi um dos convidados do CEO Conference 2024. (Foto: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO)
Luis Stuhlberger, da Verde, foi um dos convidados do CEO Conference 2024. (Foto: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO)

Contrariando as expectativas positivas que embalaram a reta final de 2023 e fizeram o mercado brasileiro viver um verdadeiro rali, o Ibovespa devolveu parte dos ganhos em janeiro, mês em que acumulou uma desvalorização mensal de 4,79%. Com juros em queda, o fiscal sem grandes novidades e um cenário externo mais desenhado para o ano, o que falta para os ativos caminharem? Atrair o fluxo de investidores de volta para a Bolsa.

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Essa foi a avaliação dos principais gestores do País na CEO Conference 2024, evento promovido pelo BTG Pactual, em São Paulo, nesta terça-feira (6). O painel, moderado pelo sócio-sênior do BTG André Esteves, contou com André Jakurski, sócio-fundador da JGP, Luís Stuhlberger, sócio-fundador da Verde Asset, e Rogério Xavier, sócio-fundado da SPX Capital.

A visão de que as ações brasileiras estão “baratas” é unanimidade, mas cada um dos três apontou gatilhos diferentes que podem levar os ativos da Bolsa a uma recuperação.

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Para Jakurski, da JGP, o movimento de saída dos investidores estrangeiros da B3, que ajudou a derrubar os ativos, foi inédito para um mês de janeiro. E para além do cenário macro no exterior, foi motivado também pela “concorrência” dos títulos isentos, como Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), Certificados de Recebíveis Agrícolas (CRIs) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRAs).

Por serem isentos de Imposto de Renda (IR), esses ativos ganharam espaço nas carteiras de investimento de tal forma que o governo acaba de alterar algumas regras. “É uma concorrência que prejudica dramaticamente o mercado de capitais do Brasil, pois são papéis com liquidez quase que diária, rentabilidade e segurança. Mas isso vai mudar”, disse Jakurski. “No momento que os juros estiverem mais comportados, vai haver uma mudança de fluxo e os ativos vão andar.”

Prêmio grande

Mas o cenário externo também precisa ajudar, pontuou Xavier, da SPX. Para o gestor, enquanto as taxas de juros americanas estiverem estacionadas no maior patamar de décadas e o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) não sinalizar que o primeiro corte está mesmo próximo, o fluxo de capital estrangeiro continuará afastado dos emergentes. “O trigger das economias emergentes será quando o mundo desenvolvido começar a cortar os juros, o que é normal.”

Luis Stuhlberger, da Verde, colocou ainda um terceiro elemento na análise: o risco fiscal. O CEO da Verde Asset voltou a elogiar o trabalho feito pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad, mas destacou que a taxa de juros longa ainda está sendo pressionada pelo risco fiscal – que faz grande pressão no mercado de ações.

“O Brasil é um País onde os ativos são baratos. A Bolsa está barata, o câmbio hoje está cerca de 5% acima do fair value (valor justo), o que é o normal. Mas o prêmio grande é a taxa de juros longa e é onde o risco fiscal se manifesta.”

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