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Mercado

Quem é o presidente que o mercado espera para a Vale (VALE3)

Mandato de Eduardo Bartolomeo, atual CEO, acaba em 26 de maio. Ele pode renovar, mas há outros nomes na mesa

Por Daniel Rocha

15/02/2024 | 3:00 Atualização: 16/02/2024 | 7:30

A Vale é responsável pela maior fatia da carteira teórica do Ibovespa. (Imagem: saravut em Adobe Stock)
A Vale é responsável pela maior fatia da carteira teórica do Ibovespa. (Imagem: saravut em Adobe Stock)

O mandato de Eduardo Bartolomeo, atual CEO da Vale (VALE3), encerra no próximo dia 26 de maio e, até essa data, os membros do Conselho de Administração da mineradora devem decidir quem irá comandar a companhia nos próximos anos. A escolha acontece em um cenário de pressões políticas e depreciação do papel em torno de 14% no acumulado de 2024 na Bolsa de Valores. Por enquanto, a solução apontada pelo mercado como a mais viável é a continuidade do atual presidente, embora haja indicações de outros nomes.

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Na primeira semana de fevereiro, os membros do conselho se reuniram para debater a sucessão da companhia. O encontro não resultou em uma decisão, assim como ocorreu em outra assembleia extraordinária ocorrida na última quinta-feira (16) que “terminou de forma inconclusiva”, conforme nota do presidente do Conselho de Administração da Vale, Daniel Stieler. Uma nova reunião será marcada nos próximos dias.

Até o momento, segundo a apuração do Broadcast, uma das propostas defende a renovação do mandato de Bartolomeo por um prazo de apenas um ano no lugar de três.

  • Leia mais: Novas dívidas de R$ 70 bilhões assombram a Vale

No entanto, uma possível renovação do atual presidente não agrada a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (BBAS3) e um dos sócios da companhia. O motivo se deve ao desempenho da Vale e da fragilidade da relação da companhia com o governo. Em janeiro, a mineradora foi notificada pelo governo federal, por meio do Ministério dos Transportes, a pagar uma dívida de R$ 25,7 bilhões pela renovação antecipada de concessões ferroviárias.

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Para alguns acionistas ouvidos pelo Broadcast, o episódio teria sido evitado caso Bartolomeu tivesse uma relação próxima com Brasília. Em janeiro, o governo federal tentou indicar Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, mas logo recuou com a proposta após a repercussão negativa do mercado.

“O presidente Lula desaprova Bartolomeo, o qual era um forte aliado de seu adversário político, [o ex-presidente Jair] Bolsonaro, e critica a forma como a Vale lidou com a situação de Mariana e Brumadinho”, diz Victor Ary, gestor de fundos e sócio da Grifo Asset. Isso quer dizer que, caso seja reeleito, um dos desafios de Bartolomeo na sua próxima gestão será construir uma relação mais próxima com Brasília.

Por outro lado, o distanciamento do atual CEO com o governo federal é visto como positivo por evitar interferências políticas na administração da mineradora. “A influência que o presidente quer ter na companhia não se concretizará”, acrescenta Ary. Por essa razão, as expectativas do mercado se voltam para a renovação do mandato do atual CEO da Vale.

Nomes em avaliação para presidir a Vale

Segundo João Abdouni, analista da Levante Corp, a opção em manter o atual presidente da mineradora no cargo parece fazer mais sentido diante do conhecimento e da experiência que Bartolomeo tem sobre a companhia. “O executivo tem experiência de dez anos na Vale, já tendo exercido a posição de diretor de Logística, Operações Integradas e diretor de Metais Básicos no Canadá. Nos últimos cinco anos está no cargo e concorre à reeleição”, afirma Abdouni.

Outros nomes também estão sendo avaliados pelos membros do Conselho de Administração da Vale. Um deles é Luiz Henrique Guimarães, ex-presidente da Cosan (CSAN3), e um dos membros do conselho da mineradora. “A Cosan é uma empresa que tem bom relacionamento com Lula e ao final da discussão pode acabar sendo o nome que consiga formar um consenso”, avalia o analista da Levante.

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Segundo a Vale, o processo de escolha do novo presidente acontece conforme as práticas de governança corporativa e com as legislações aplicáveis, previstas em seu Estatuto Social, e a decisão deve acontecer até maio. O comunicado foi produzido após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) questionar a companhia sobre o adiamento da troca de CEO.

Por que a sucessão na presidência da Vale é tão importante?

As ações da Vale iniciaram o ano de 2024 no campo negativo. O pessimismo se deve às expectativas ruins para a demanda de minério de ferro no mercado internacional, especialmente na China. A situação não compromete apenas o desempenho dos papéis da mineradora como de outras companhias do setor e siderúrgicas, como mostramos nesta reportagem.

Segundo Fabiano Vaz, sócio e analista de Ações da Nord Research, a companhia tem feito um trabalho de renovação do seu negócio ao olhar para outros minérios. O projeto busca reduzir a dependência da companhia à demanda internacional pela commodity e torná-la mais competitiva no mercado. “Isso é interessante para o futuro da empresa e acho que estão fazendo um bom trabalho. O desafio (para a próxima gestão) é manter esses projetos avançando”, diz Vaz.

A mineradora também viu suas dívidas subirem com a notificação do governo sobre a multa no valor de R$ 70 bilhões pela renovação antecipada de concessões ferroviárias e também pela condenação da Justiça Federal sobre a tragédia de Mariana (MG). A situação exige que o comando da companhia trabalhe para viabilizar as negociações com a Justiça e dar sequência a medidas de segurança de barragens.

  • Brumadinho completa 4 anos: Por que o mercado ainda ignora tragédias ambientais?

A soma desses problemas reflete no desempenho das ações. No acumulado de 2024, os papéis da Vale somam desvalorização de 14%. Já em 2023, a mineradora registrou uma depreciação de 5,73%, a pior performance dos últimos oito anos.

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