Tal quadro foi parcialmente compensada pelo desempenho positivo do segmento de distribuição de energia, que no trimestre teve crescimento líquido de 7,9%, principalmente devido à onda de calor em diversas regiões do País.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) do período totalizou R$ 1,329 bilhão no período, queda de 6,3% na comparação com igual intervalo de 2023. Já o Ebitda ajustado, que desconsidera os resultados da Compagás e da termelétrica Araucária, em processo de desinvestimento, totalizou R$ 1,411 bilhão, queda de 10,3% em base anual de comparação.
A receita líquida totalizou R$ 5,417 bilhões, crescimento de 2,8% em base anual de comparação. Ela considera um aumento de R$ 309,1 milhões na receita de disponibilidade da rede elétrica, principalmente em função do crescimento no mercado fio da Copel, e do reajuste tarifário da tarifa de energia da distribuidora.
A dívida líquida ajustada somou R$ 8,819 bilhão ao final de março, montante 23,1% menor em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Já a dívida bruta somou R$ 15,046 bilhões, alta de 0,6% ante o anotado em dezembro de 2023.
A alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado ficou em 2,0 vezes no período, uma diminuição de 0,5 ponto porcentual (p.p.) frente aos 2,5 vezes observada um ano antes.