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Dólar avança a R$ 5,66 com rombo registrado nas contas do governo no radar

Com o resultado de hoje, moeda acumula alta de 0,78% na semana, ganho de 1,06% no mês e alta de 16,39% no ano

Por Murilo Melo

26/07/2024 | 17:10 Atualização: 26/07/2024 | 17:37

Após dólar operar acima dos R$5, vale esperar para comprar? Confira. (Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)
Após dólar operar acima dos R$5, vale esperar para comprar? Confira. (Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)

O dólar fechou esta sexta-feira (26) com leve alta após começar o dia em baixa. No fechamento do mercado, às 17h, a moeda americana era comercializada a R$ 5,660, um avanço de 0,21%. Mais cedo, o câmbio chegou a custar R$ 5,67.

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No cenário doméstico, os investidores repercutem o rombo de R$ 38,8 bilhões registrado nas contas do governo. O déficit ocorre quando a arrecadação de tributos e impostos fica abaixo do gasto do período. O resultado foi negativo mesmo com a arrecadação recorde para o mês de junho.

Leia também: Ibovespa hoje: índice fecha acima de 127 mil pontos após dado de inflação nos EUA

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No cenário externo, repercutem no mercado os dados do Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE) nos Estados Unidos. Eles são monitorados de perto porque fornecem sinais sobre o futuro da política monetária do Federal Reserve (Fed), o banco central americano.

Contas do governo registram rombo de R$ 38,8 bilhões

O governo central acumulou um déficit primário de R$ 68,698 bilhões no primeiro semestre, conforme informado pelo Tesouro Nacional nesta sexta-feira (26). O secretário da pasta, Rogério Ceron, destacou que os resultados fiscais devem melhorar na segunda metade do ano, se aproximando da meta de déficit zero.

Segundo o Tesouro, o governo central registrou um déficit primário de R$ 38,836 bilhões em junho, acima das expectativas dos analistas consultados pela Reuters, que previam um déficit de R$ 37,4 bilhões. No mesmo mês do ano anterior, o déficit foi de R$ 45,067 bilhões.

O resultado, que abrange as contas do Tesouro, Banco Central e Previdência Social, indicou um aumento de 5,8% acima da inflação na receita líquida — que exclui transferências para governos regionais — em comparação com junho de 2023, totalizando R$ 160,482 bilhões.

As despesas totais, por outro lado, cresceram 0,3% em termos reais, atingindo R$ 199,318 bilhões.

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Em coletiva de imprensa após a divulgação dos dados, Ceron afirmou que o resultado semestral não impede o governo de alcançar a meta de déficit zero até o final do ano, explicando que o desempenho do primeiro semestre refletiu antecipações de despesas sazonais que não ocorrerão nos próximos meses.

Quanto ao resultado mensal, destacaram-se as receitas provenientes de tributos administrados pela Receita Federal, especialmente a arrecadação de Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Cofins.

Nas despesas, houve um impacto significativo dos desembolsos de Benefícios de Prestação Continuada (BPC), que aumentaram 16,0% devido ao crescimento do número de beneficiários e aos aumentos reais do salário mínimo em 2023 e 2024. Ceron enfatizou a necessidade de monitorar cuidadosamente as despesas do BPC e da Previdência.

Em 12 meses, as contas do governo central acumulam um déficit de R$ 260,7 bilhões, equivalente a 2,29% do Produto Interno Bruto (PIB).

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No início desta semana, os ministérios do Planejamento e da Fazenda confirmaram a necessidade de cortar R$ 15 bilhões em verbas ministeriais para manter a projeção de déficit primário do governo central em 2024 em R$ 28,8 bilhões, que é o limite da margem de tolerância da meta de déficit zero.

Sobre câmbio e política monetária, Ceron argumentou que as variações recentes na taxa de câmbio e na curva de juros não estão relacionadas a uma piora nas projeções fiscais do mercado, mas sim a mudanças significativas na perspectiva para a política monetária.

Ele observou que as projeções fiscais do mercado têm melhorado, com os agentes financeiros prevendo contingenciamentos para cumprir a meta de déficit zero. Segundo Ceron, resultados concretos, como o controle da inflação e o desempenho do resultado primário, vão contribuir para a retomada dos cortes na taxa Selic pelo Banco Central, melhorando as perspectivas futuras.

Inflação do PCE, medida principal do Fed

O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) para medir a inflação, registrou um aumento de 0,1% em junho em relação a maio, após permanecer estável no mês anterior, de acordo com o Bureau of Economic Analysis (BEA). O resultado veio em conformidade com as previsões de economistas consultados pelo The Wall Street Journal. Em termos anuais, o PCE subiu 2,5%, também alinhado com o esperado.

O núcleo do PCE – que exclui itens mais voláteis como energia e alimentos – aumentou 0,2%, conforme o consenso e superior aos 0,1% observados no mês anterior. Em base anual, o núcleo subiu 2,6%, novamente em linha com as expectativas e estável em relação ao mês anterior.

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Em junho, a renda pessoal dos americanos cresceu 0,2%, ou US$ 50,4 bilhões, abaixo dos 0,5% registrados no mês anterior e do consenso, que esperava um aumento de 0,4%. Já os gastos com consumo aumentaram 0,3%, ou US$ 57,6 bilhões, em junho, acima dos 0,2% do mês anterior e em linha com o consenso.

Ontem, o dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,647 na venda, em leve queda de 0,17%. Com o resultado, acumula alta de 0,78% na semana, ganho de 1,06% no mês e alta de 16,39% no ano.

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