Fica no radar um relatório do Citi, que elevou o preço-alvo da Braskem de R$ 10 para R$ 14, considerando os dados operacionais do primeiro trimestre de 2026 da empresa, em meio à forte volatilidade e à correção dos preços globais de petroquímicos entre abril e maio de 2026.
O banco manteve recomendação neutra e classificação de alto risco para a companhia, citando incertezas relacionadas à estrutura de capital. Os analistas apontam que, após altas expressivas em março e abril, impulsionadas pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelas interrupções nas cadeias de suprimento, maio trouxe uma mudança de dinâmica para o mercado petroquímico, com o foco migrando das restrições de oferta para a fraqueza da demanda.
Ainda assim, o Citi enxerga possíveis catalisadores para uma visão mais positiva sobre a companhia, como melhores condições comerciais para aquisição de matéria-prima – o que poderia elevar as vendas – e uma possível extensão do conflito no Oriente Médio, que voltaria a pressionar a oferta global.
Assim como a Braskem, o Ibovespa hoje recua. Às 14h41, o principal índice da B3 recua 0,54% aos 175.643,39 pontos, em dia de queda dos contratos futuros de petróleo no exterior, o que, por consequência, penaliza a Petrobras (PETR3;PETR4): as ações ordinárias da petroleira (PETR3) recuam 1,08% e as preferenciais (PETR4) caem 0,9%.
*Com informações do Broadcast