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Mercado financeiro hoje: petróleo, inflação e cenário internacional pressionam bolsas; veja o que esperar do Ibovespa

A queda das bolsas internacionais indica pressão sobre o Ibovespa, embora as altas das commodities possam amenizar os ajustes

Por Silvana Rocha, Maria Regina Silva, Laís Almeida e Camila Lutfi*

13/01/2025 | 9:04 Atualização: 13/01/2025 | 9:22

Mercado financeiro hoje. Imagem: Adobe Stock
Mercado financeiro hoje. Imagem: Adobe Stock

O mercado financeiro hoje opera de olho na agenda econômica da semana, que traz os dados de inflação de Estados Unidos, zona do euro e Alemanha, além de comentários de dirigentes de diversos bancos centrais que devem modular as perspectivas para os juros. No entanto, a aversão ao risco domina os mercados nesta segunda-feira (13) de agenda esvaziada e com expectativas voltadas para o índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI).

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Ainda no exterior, a semana também marca o início da temporada de balanços corporativos americanos e os resultados de Produto Interno Bruto (PIB), vendas no varejo, produção industrial e decisão monetária do Banco Popular da China (PBoC).

No Brasil, as atenções ficam hoje com live com Diogo Guillen, diretor de Política Econômica do Banco Central, promovida pela Bradesco Asset e, nos próximos dias, na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br).

Os principais fatores que movimentam o mercado hoje

Mercados internacionais iniciam a semana com viés negativo

Os futuros das bolsas de Nova York e os mercados de ações europeus estendem perdas de sexta-feira, enquanto juros dos títulos públicos americanos e dólar voltam a subir, após os dados do relatório de emprego americano (payroll) muito forte em dezembro levarem à redução de apostas em alívio de juros dos EUA ao longo deste ano. Com o movimento, o índice DXY – que compara a moeda americana com outras divisas relevantes no mundo – renovou maior nível desde novembro de 2022, a 110,176 pontos, enquanto o euro caía a US$ 1,0177, e a libra o menor desde novembro de 2023, a US$ 1,2104.

O início da temporada de balanços americana e notícias sobre os planos da próxima administração de Donald Trump para a política fiscal e tarifária devem ainda afetar os ativos financeiros com a proximidade da posse na segunda-feira que vem. Citigroup, Goldman Sachs, JPMorgan e Wells Fargo publicam balanços nesta quarta-feira (15), enquanto Bofa e Morgan Stanley, na quinta-feira (16).

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As bolsas asiáticas fecharam em baixa, apesar do aumento das exportações chinesas e do superávit comercial maior que o esperado, com empresas tentando acelerar os envios antes da elevação de tarifas nos EUA. No entanto, os dados não foram suficientes para aliviar as preocupações sobre a economia chinesa. O Barclays destaca a posição delicada do BC chinês (PBoC), que enfrenta a desvalorização do yuan, queda nas ações e nos rendimentos dos títulos soberanos. O PBoC e reguladores de câmbio reforçaram promessas de defender o yuan.

Commodities mostram força

O petróleo avança mais de 1% nesta segunda-feira, impulsionado por tensões geopolíticas e sanções contra empresas da Rússia, apesar da alta do dólar e do sentimento de risco fragilizado em mercados globais. Já o contrato mais negociado do minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para maio de 2025, fechou em alta de 1,92%, cotado a 768,5 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 104,8.

Cenário doméstico: inflação e contas públicas em foco no Brasil

A queda das bolsas internacionais indica pressão sobre o Ibovespa hoje, embora as altas do petróleo e do minério de ferro nesta manhã possam amenizar os ajustes. O EWZ, principal fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) brasileiro negociado em Nova York, caía 0,44% no pré-mercado, enquanto o ADR da Petrobras (PETR3; PETR4) subia 0,07% e o da Vale (VALE3) estava estável no início da manhã (horário de Brasília).

Altas persistente dos juros dos Treasuries (títulos públicos americanos) e do dólar podem pesar também nos juros futuros e mercado de câmbio, além das projeções do boletim Focus para a inflação, em especial a de serviços, que é acompanhada de perto pelo Banco Central para decidir a trajetória da taxa Selic. A projeção para a a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) segue subindo, conforme o levantamento da Focus revelado nesta segunda-feira.

O Banco Central prevê que a inflação brasileira não vai convergir ao centro da meta, de 3%, nos próximos 30 meses, em carta aberta do presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em relação às contas públicas, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que “é natural” que a pasta tenha de adotar novas medidas para garantir a preservação do arcabouço fiscal, como o combate aos supersalários no serviço público e a idade mínima para aposentadoria dos militares, mas destacou que o governo cumpriu a meta de resultado de primário no ano passado com um déficit de R$ 12 bilhões, “contra todas as expectativas”.

Na agenda do mercado financeiro hoje, Galípolo participa, por videoconferência, das reuniões bimestrais do Banco de Compensações Internacionais (BIS) às 9h. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne-se com Sidônio Palmeira, futuro ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), às 9h e com outros ministros ao longo da sessão, incluindo Rui Costa (Casa Civil) e Fernando Haddad (Fazenda), além de líderes do governo no Congresso e na Câmara, às 11h.

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*Com informações do Broadcast

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