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Educação Financeira

7 dicas para introduzir educação financeira na rotina do seu filho em 2025

De mesada a brincadeiras, especialistas revelam segredos para ensinar as crianças a lidar com dinheiro

Por Leo Guimarães

22/02/2025 | 7:00 Atualização: 21/02/2025 | 16:56

Entre 3 e 6 anos já é possível usar cofrinhos como instrumentos de educação financeira para incentivar a poupança. (Imagem: JenkoAtaman em Adobe Stock)
Entre 3 e 6 anos já é possível usar cofrinhos como instrumentos de educação financeira para incentivar a poupança. (Imagem: JenkoAtaman em Adobe Stock)

Com o retorno das aulas escolares, um assunto que volta a despertar a atenção de pais e educadores é a educação financeira. Especialistas destacam que o contato com noções básicas sobre dinheiro por volta dos três ou quatro anos de idade por meio de abordagens lúdicas e práticas pode evoluir gradualmente à medida que a criança se desenvolve. Assim, a reportagem procurou especialistas no tema para orientar os pais a como ensinar educação financeira para os pequenos.

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Ao incorporar temas como planejamento financeiro e consumo consciente em uma abordagem de educação financeira nas escolas, as crianças passam a compreender que o dinheiro não é apenas um recurso para ser gasto, mas uma riqueza que deve ser gerida com responsabilidade.

Confira a seguir sete dicas de especialistas, consultores em finanças e professores dão para introduzir a educação financeira na rotina de seu filho.

Dicas para ensinar educação financeira a crianças

1 – Cada idade, uma abordagem

Mariana Conegero, especialista em investimentos e sócia da The Hill Capital, conta que, desde cedo, é possível introduzir conceitos financeiros. Entre três e seis anos, ensinar a diferença entre necessidades e desejos, usar cofrinhos para incentivar a poupança e simular compras em brincadeiras ajuda a criar familiaridade com o dinheiro.

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A partir dos sete anos, a mesada se torna aliada para ensinar planejamento financeiro. Aos 11, vale incentivar o registro de despesas e ensinar sobre orçamento e contas bancárias. Já aos 15, temas como crédito, impostos, investimentos e reserva de emergência devem ser apresentados, estimulando a autonomia financeira.

2 – Aprendendo com as brincadeiras

Criar um mercado ou banco fictício em casa, utilizando dinheiro de brinquedo, permite simular transações, ensinando sobre preços, troco e orçamento de forma prática. Outra abordagem incentiva pequenos empreendimentos, como vender doces ou desenhos, mostrando na prática a relação entre esforço, recompensa e responsabilidade, reforça Mariana Conegero.

3 – Vamos às compras?

Introduzir conceitos financeiros desde a infância deve ser um processo prático e natural. Ensinar a diferença entre querer e precisar, reconhecer moedas e cédulas e simular trocas — como a compra de um brinquedo — estão entre os primeiros passos. O aprendizado se torna mais eficaz quando está contextualizado no dia a dia.

No supermercado, por exemplo, dar um valor fixo para que a criança escolha o que comprar a ajuda a desenvolver noções de prioridade e limite financeiro. “Também vale permitir que a criança pague pequenas despesas pessoais, como uma aula de futebol, para que entenda o valor do próprio esforço e a importância de administrar seus recursos”, comenta Ângelo Belitardo Neto, da Hike Capital.

4 – Jogos de tabuleiro e aplicativos

Andressa Bergamo, planejadora financeira e sócia-fundadora da AVG Capital diz que jogos como Banco Imobiliário, Monopoly e Cashflow for Kids são excelentes para introduzir conceitos financeiros de forma lúdica, abordando compra, venda, investimentos e fluxo de caixa. Eles incentivam a tomada de decisões e a gestão de recursos.

Além disso, aplicativos como PiggyBot tornam o aprendizado interativo, ajudando as crianças a entenderem poupança, planejamento e divisão do dinheiro. Essas ferramentas permitem visualizar metas financeiras de maneira clara e até simular compras, tornando o ensino mais dinâmico e envolvente.

5 – Papel e caneta à mão

Uma abordagem criativa e sensorial para crianças pequenas usa apenas papel e caneta para criar gráficos de metas ou incentivar a contagem de moedas e notas, unindo aprendizado financeiro e coordenação motora.

Essas atividades tornam o ensino mais envolvente, permitindo que a criança experimente a gestão do dinheiro de forma prática e lúdica, estimulando a participação ativa e o desenvolvimento de habilidades essenciais enquanto se diverte. “Essas ferramentas funcionam porque tornam o aprendizado ativo e engajante”, diz Bergamo.

6 – A boa e velha mesada

A educadora parental certificada pela Positive Discipline Association (PDA) Priscilla Montes diz que a mesada continua sendo uma ferramenta valiosa para ensinar crianças a gerenciar dinheiro, desde que tenha um propósito educativo.

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O recurso, no entanto, não deve ser usado como moeda de troca por comportamento ou desempenho escolar. Mais do que apenas entregar um valor semanal ou mensal, os pais devem aproveitar esse momento para ensinar orçamento, planejamento e responsabilidade. A criança deve ter autonomia para decidir como gastar e aprender com as consequências.

7 – Introduzindo o conceito de prioridades

Ensinar sobre prioridades é essencial, mostrando que itens básicos, como legumes e carnes, devem vir antes de doces e supérfluos. Também vale incentivar o uso do tempo em atividades que agreguem valor, como esportes e leitura.

Uma base financeira sólida na infância ajuda a valorizar o dinheiro, distinguir necessidades de desejos e evitar gastos impulsivos, lembra Ângelo Belitardo Neto. Confira aqui mais reportagens sobre educação financeira.

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