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Tempo Real

Ibovespa hoje segue NY e fecha em queda com payroll e tarifas de Trump; dólar cai

Parado por falha técnica no início do pregão, o Ibovespa retomou atividades enquanto investidores reagiam ao payroll dos EUA e ao impacto do tarifaço de Trump

Por Camilly Rosaboni

01/08/2025 | 8:47 Atualização: 01/08/2025 | 17:56

O payroll dos EUA está entre os destaques do mercado financeiro hoje. (Foto: Adobe Stock)
O payroll dos EUA está entre os destaques do mercado financeiro hoje. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou o dia com queda de 0,48%, aos 132.437,39 pontos. As atenções do mercado ficaram com o relatório oficial de emprego dos Estados Unidos, o payroll, de julho. O índice chegou a enfrentar “dificuldades técnicas” no início do pregão, informou a B3. A falha não acarretou problemas a investidores.

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O indicador do mercado de trabalho americano, um dos principais índices monitorados pelo Federal Reserve (Fed) para balizar as decisões de juros nos EUA, veio abaixo do esperado, reforçando apostas de cortes de juros nos próximos meses. Mas as atenções se voltaram às revisões expressivas para baixo no payroll de meses anteriores.

Esses dois acontecimentos – a desaceleração na criação de vagas de emprego nos EUA mostrada pelo indicador, e a revisão dos meses anteriores – viraram tema político. O presidente americano, Donald Trump, disse que o payroll estava sendo manipulado para prejudicá-lo e ordenou a demissão do responsável pelos dados. Depois, Adriana Kugler, diretora do Fed, renunciou ao cargo.

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Lá fora, as Bolsas de NY tiveram um dias de baixas acentuadas. O Dow Jones caiu 1,23%, aos 43.588,58 pontos, enquanto o S&P 500 cedeu 1,60%, aos 6.238,01 pontos. O Nasdaq teve queda de 2,24%, aos 20.650,13 pontos.

A renúncia no Fed e a incerteza que rondou o payroll também pesaram no dólar globalmente. No fim da tarde, o índice DXY, que mede a performance da moeda americana contra seis divisas fortes, caía 1,2%. Contra o real, o dólar à vista fechou o dia com queda de 0,99%, a R$ 5,5456.

  • Veja também: Goldman, JPMorgan, BofA e Citi recuam mais de 2% em NY sob temor de tarifas e payroll

Por aqui, o receio sobre o tamanho dos impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos a vários países ainda impõe cautela nos mercados no primeiro dia de agosto.

Na quinta-feira (30), o presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu decreto impondo tarifas para dezenas de parceiros comerciais. O documento estabelece tarifas “recíprocas” de 10% a 41% para 69 países. O Brasil ficou com taxa de 40%, e quase 700 itens foram excluídos da taxação extra.

Aqui, ainda fica no foco a alta de 0,1% na produção industrial em julho ante junho, menor do que a mediana de 0,3% das projeções. O dado pode reforçar a ideia de desaquecimento gradual da atividade brasileira e corroborar a expectativa de que a Selic siga em 15% ao ano por um longo período.

  • Leia mais: Como ficam os seus investimentos com a manutenção da taxa Selic em 15%

Ibovespa hoje: os principais assuntos desta sexta-feira (1º)

B3 enfrenta problema técnico

O Ibovespa ficou sem sinal devido a problema técnico. Mesas de operação também relataram, no início do pregão, que estão sem cotações. Por volta das 13h30, a B3 informou que todos os índices da Bolsa haviam retornado à normalidade. Mais detalhes você pode ler aqui.

Agenda econômica do dia

O destaque da agenda econômica desta sexta-feira (1º) foi o relatório oficial de emprego dos Estados Unidos, o payroll, de julho. No Brasil, foi acompanhada a produção industrial de junho no Ibovespa hoje.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou os trabalhos nesta sexta-feira, após o recesso de julho, com uma cerimônia de abertura do segundo semestre. O plenário será palco de desagravo ao ministro Alexandre de Moraes, após os EUA anunciarem uma série de sanções com base na Lei Magnitsky, e da defesa das decisões tomadas pela Corte.

A Lei Magnitsky é destinada para autoridades de regimes ditatoriais e condenados por tortura e tráfico humano. Entre as penalidades estão a proibição de entrar nos Estados Unidos e o bloqueio de bens e propriedades que estejam localizados no território americano – entenda mais sobre o caso nesta matéria.

Também serão conhecidos na agenda econômica hoje índices de gerentes de compras referentes à economia americana, o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, investimentos em construção.

EUA anunciam tarifas para 69 parceiros comerciais, incluindo o Brasil

Vaivém das tarifas dita cautela no mercado em dia de payroll. (Foto: Adobe Stock)

A Casa Branca divulgou na noite da quinta-feira uma lista de tarifas recíprocas ajustadas para 69 parceiros comerciais, de 10% a 41%, que entram em vigor no dia 7.

O documento indica uma tarifa de 15% para países como Venezuela, Costa Rica, Bolívia, Nigéria e Turquia. A tarifa ajustada para Taiwan é de 20%, ante 32% quando anunciada em 2 de abril.

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A lista das tarifas recíprocas divulgada pelos EUA menciona a cobrança de 10% para o Brasil, que se somará à tarifa adicional de 40% sobre certos produtos brasileiros.

A Casa Branca emitiu o comunicado poucas horas antes da meia-noite do prazo de 1° de agosto imposto por Donald Trump após decisão anterior em que tinha feito uma pausa em faixas mais elevadas. Trump sinalizou que está aberto à negociação de novos acordos, inclusive com o Canadá.

Bolsas globais abrem mês sob cautela com tarifas

Agosto começa com cautela global, com queda generalizada nas bolsas, após a Casa Branca divulgar ontem à noite uma lista de tarifas recíprocas ajustadas. Há expectativa com o payroll dos EUA.

As bolsas de Nova York intensificaram queda e renovaram mínimas intraday após piora no PMI industrial, além de dados de sentimento do consumidor e investimentos em construção dos EUA.

Os investidores também repercutem balanços e indicadores. As ações da Apple subiam 1,5% nesta manhã e as da Amazon tombavam 8% após os resultados.

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A libra ampliou perdas ante o dólar após o Índice de Gerentes de Compras (PMI) industrial do Reino Unido ficar abaixo da estimativa inicial. O PMI industrial da Alemanha também frustrou, e o da zona do euro confirmou a leitura anterior. Na China, o PMI industrial caiu e segue abaixo de 50, assim como os europeus, indicando contração da atividade em meio às incertezas com o comércio global.

Payroll dos EUA vem abaixo das projeções em julho

A economia dos Estados Unidos criou 73 mil empregos em julho, em termos líquidos, segundo relatório publicado pelo Departamento do Trabalho do país. Analistas consultados pelo Projeções Broadcast esperavam criação de 0 a 170 mil vagas, com mediana de 101 mil.

Os sinais de enfraquecimento do mercado de trabalho podem antecipar apostas de início da queda de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), o que se tornar um incentivo para mercados emergentes como o Brasil.

Dólar registra pior mês do ano com tarifaço contra o Brasil

Veja como está a operação do dólar hoje. (Foto: Adobe Stock)

O dólar teve um pregão volátil na última quinta-feira (31), depois de abrir a sessão com ganhos contra o real. A moeda americana chegou a bater R$ 5,62, mas reduziu o ritmo até encerrar o dia a R$ 5,5456, com uma queda de 0,99%.

O desempenho do dia consagrou julho como o pior mês do câmbio em 2025, com uma valorização acima de 3% do dólar à vista – maior desde novembro de 2024.

Vale (VALE3) reduz lucro para US$ 2 bi no 2º trimestre

A Vale (VALE3) registou lucro líquido atribuível de US$ 2,117 bilhões, recuo de 24% na comparação anual e avanço de 52% ante o trimestre imediatamente anterior. A mineradora apresentou lucro líquido (proforma) de US$ 2,117 bilhões no segundo trimestre deste ano, avanço de 6% ante igual período de 2024. Na comparação trimestral, a mineradora avançou 44% nesse indicador – confira o balanço na íntegra.

O resultado financeiro da Vale entre abril e junho deste ano surpreendeu ao superar parte das estimativas de algumas corretoras e bancos de investimentos. O lucro líquido (proforma) de US$ 2,117 bilhões, por exemplo, superou em 41% as estimativas do mercado que foram compiladas pelo Prévias Broadcast. Esse desempenho reflete o efeito positivo da variação cambial do resultado financeiro – veja aqui todas as análises do mercado.

  • Leia mais: Vale anuncia pagamento de R$ 1,89 por ação em JCP; veja quem recebe

Commodities em queda: veja o impacto em Vale e Petrobras

Os contratos futuros do petróleo recuavam no início desta tarde, ampliando perdas de mais de 1% de ontem, após o governo Trump anunciar tarifas “recíprocas” para parceiros comerciais, em uma iniciativa que pode prejudicar o crescimento da economia global e pesar na demanda pela commodity. Por volta das 12h15 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para setembro caía 1,69%, a US$ 67,57, enquanto o do Brent para outubro recuava 1,81%, a US$ 69,44.

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Entre as commodities hoje, o minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para setembro de 2025, fechou em queda de 0,19%, cotado a 783 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 108,73.

EUA sancionam ministro Alexandre de Moraes (STF)

Na quinta-feira, a justiça dos EUA anunciou sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que será punido pela Lei Magnitsky. A legislação é destinada para autoridades de regimes ditatoriais e condenados por tortura e tráfico humano. Entre as penalidades estão a proibição de entrar nos Estados Unidos e o bloqueio de bens e propriedades que estejam localizados no território americano – entenda mais sobre o caso nesta matéria.

Além disso, a Advocacia-Geral da União (AGU) avalia acionar a Justiça dos EUA contra a sanção ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Esses e outros dados do dia ficam no radar de investidores e podem impactar as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa hoje.

*Com informações de Maria Regina Silva, Thais Porsch, Patricia Lara, Luciana Xavier e Silvana Rocha, do Broadcast

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