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Investimento de longo prazo, um desafio para os brasileiros

Yuri Freitas, do UBS, explica a filosofia dos 3 “L”s para estruturar investimentos de curto, médio e longo prazo em meio às incertezas econômicas e tributárias do Brasil

Por Yuri Freitas, Head de Wealth Planning para o Brasil no UBS Global Wealth Management

12/08/2025 | 15:00 Atualização: 12/08/2025 | 16:38

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Yuri Freitas, do UBS, explica a filosofia dos 3 “L”s para estruturar investimentos de curto, médio e longo prazo em meio às incertezas econômicas e tributárias do Brasil. (Foto: Adobe Stock)
Yuri Freitas, do UBS, explica a filosofia dos 3 “L”s para estruturar investimentos de curto, médio e longo prazo em meio às incertezas econômicas e tributárias do Brasil. (Foto: Adobe Stock)

Recentemente temos discutido inúmeras mudanças tributárias. Desde aumento de IOF, passando pela reforma do Imposto de Renda sobre aplicações financeiras e chegando à tributação de dividendos, não faltaram pautas. Na coluna deste mês, vou me arriscar a trocar o disco e mudar um pouco de assunto, afinal nem tudo na vida são impostos. No mundo ideal o investidor racional leva muitos outros fatores em consideração para alocar sua carteira e organizar o seu patrimônio. Hoje pretendo abordar como a coisa deveria funcionar na prática.

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O primeiro passo para construir um portfólio e uma estrutura patrimonial ideal é fazer as perguntas certas. O bom e velho diagnóstico. Qual o objetivo do investimento (uma viagem, aposentaria, a compra de um carro novo)? Qual o prazo para a realização deste objetivo? Qual o nível de conhecimento financeiro e apetite a risco do investidor? Qual o momento de vida do investidor (ele ainda tem outras fontes de renda ou espera viver exclusivamente da renda do investimento financeiro)?

Estas e outras perguntas vão pautar a alocação. A regra de ouro vai ser dividir para conquistar. Separar a alocação em três estratégias diferentes para melhor atender os diferentes objetivos vai ser o caminho. Para isso, vamos segregar os investimentos em três “cofres” diferentes de curto, médio, longo/longuíssimo prazo e alocar os recursos com base nestes diferentes horizontes. Algo que no UBS chamamos de filosofia dos 3 “L”s.

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O primeiro L é a estratégia de LIQUIDEZ, aquela que é usada para os recursos de curto prazo, cujos rendimentos serão utilizados para a gastos correntes e a manutenção do estilo de vida. O horizonte considerado para este cofre serão os próximos 3 a 5 anos. O investimento aqui deveria focar em ativos líquidos (rápido e facilmente resgatáveis) e que não sejam muito voláteis (valor de mercado da carteira flutuando o mínimo possível). A regra de bolso é: “posso precisar do ativo a qualquer momento e, se precisar, não serei penalizado por movimentos de mercado”.

Uma vez atendidas as necessidades imediatas, o segundo “L” corresponde à LONGEVIDADE. Os recursos desta estratégia são destinados à realização dos seus sonhos e objetivos (aqui entrarão a casa maior, o carro melhor, aquela viagem inesquecível). Você vai investir esses recursos com o ideal de melhorar o seu estilo de vida. No horizonte que considera de 5 anos ao final da vida do investidor buscaremos retornos maiores. Podemos correr um risco maior, uma vez que os recursos não serão utilizados no curto prazo, priorizando rentabilidade sobre liquidez.

Por fim, o terceiro L é a estratégia de LEGADO, que vai guiar a construção de um portfólio para gerar frutos para a próxima geração ou para uma causa social. Tentaremos responder à pergunta: “De todo o meu portfólio, que montante eu não precisarei utilizar em vida e posso, portanto, destinar à minha sucessão ou a uma causa beneficente?” A alocação desta estratégia focará no longo/longuíssimo prazo e os movimentos de mercado deveriam impactar menos a sua tomada de decisão. Aqui o recurso deveria ser alocado nas teses que devem ser vencedoras no longo prazo porque capturam tendências globais e tecnologias que serão disruptivas (investimento em inteligência artificial, saúde, economia grisalha – investimento no envelhecimento populacional –, mudança climática, entre outros).

Entender o seu momento de vida e dividir os recursos entre as três estratégias são fundamentais para uma alocação que gerará os melhores resultados. É verdade que desenhar este tipo de planejamento de longo prazo (especialmente os dois últimos “L”s) encontra desafios práticos importantíssimos. Ao estruturar uma alocação com horizonte acima de dez anos, o investidor precisa levar em consideração a segurança jurídica, carga tributária aplicável e a estabilidade econômica do país onde se investe.

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Neste contexto, o investidor brasileiro vem enfrentando uma série de instabilidades que prejudicam uma alocação mais estratégica. Nos últimos anos, vivemos desde reformas tributárias que são revistas em menos de dois anos (a exemplo da tributação de mercado financeiro reformada em 2023 e revisitada em 2025 via Medida Provisória) à insegurança jurídica de decisões que tentam reconstruir o passado (como a decisão do STF que revogou os efeitos do Decreto sobre IOF retroativamente). Resta a questão: é possível ter um planejamento sucessório e uma alocação para a próxima geração investindo exclusivamente no Brasil? Será que o investimento internacional não deveria fazer parte da sua estratégia? Em resumo, mudanças tributárias são importantes, mas se você ainda não fez sua lição de casa, já passou da hora de ter uma conversa estrutural sobre o seu patrimônio.

 

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