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Ibovespa renova máxima com trégua tarifária dos EUA e avanço de Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3)

Tarifa de 10% nos EUA reduz estresse global, impulsiona emergentes e leva dólar a R$ 5,15; curva de juros recua no Brasil

A entrada em vigor de uma tarifa global de 10% nos Estados Unidos — abaixo dos 15% que chegaram a ser cogitados — reduziu parte do estresse recente e sustentou a recuperação das bolsas no início da tarde. Em Nova York, os índices avançam enquanto os rendimentos dos Treasuries, títulos do tesouro americano, oscilam perto da estabilidade, o dólar tenta recompor perdas recentes e o petróleo mantém alta moderada; o ouro realiza lucros em meio a “tensões geopolíticas” persistentes.

Na Ásia, a volta dos mercados chineses após o feriado trouxe minério de ferro misto – queda em Dalian e leve alta em Cingapura – o que reforça a leitura de volatilidade pontual nas commodities. A discussão sobre os possíveis desdobramentos da política tarifária americana incentiva alguma rotação para emergentes, alimentando fluxo para fundos e ações da região.

Em linha com o exterior e favorecido por commodities, o Ibovespa renovou máxima histórica acima de 191 mil pontos, puxado por Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3) e por ingressos de capital estrangeiro.

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No câmbio, o dólar virou para queda e tocou R$ 5,15, em movimento amparado por fluxo para emergentes e diferencial de juros. Para o mercado de juros, o dia é negativo, com praticamente toda a curva recuando.

Com isso, às 14h40 o Ibovespa subia cerca de 1,49% aos 191.614 pontos.

Entre as ações que compõem o Ibovespa, as blue chips (ações de grandes empresas) lideram os ganhos: Petrobras se beneficia do petróleo em alta e Vale avança apesar do minério misto entre Dalian e Cingapura.

Bancos mostram viés positivo, com exceção pontual dos units do BTG. Gerdau (GGBR3; GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) recuam após o 4T25, com leitura de margens mais fracas no Brasil, enquanto a operação na América do Norte atenua o quadro. Minerva (BEEF3) cai após rebaixamento de recomendação.

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