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Ibovespa futuro sobe 1,16% após pesquisa indicar empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro; mercado repercute discurso de Trump

Mercado reage a dados eleitorais que mostram queda na aprovação de Lula e avanço de Flávio Bolsonaro, enquanto investidores acompanham resultado primário, falas do Fed, balanço da Nvidia e desempenho das commodities

Por Manuela Miniguini

25/02/2026 | 9:43 Atualização: 25/02/2026 | 9:45

Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa futuro abre em alta de 1,16%, aos 197 mil pontos, com o pregão atento à agenda fiscal doméstica e a eventos no exterior. No Brasil, a agenda de quarta-feira (25) tem como destaque o resultado primário do governo central de janeiro, indicador que mede a diferença entre receitas e despesas antes do pagamento de juros da dívida, e a pesquisa eleitoral AtlasIntel.

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Divulgada pela manhã, os dados mostram piora na avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com leve avanço na desaprovação e queda mais acentuada na aprovação do governo. Segundo o levantamento, 46,6% dos entrevistados aprovam o desempenho de Lula na Presidência, enquanto 51,5% desaprovam.

A pesquisa também aponta recuo nas intenções de voto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no principal cenário de primeiro turno das eleições presidenciais. No cenário considerado principal pelo levantamento, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 37,9%. Saiba mais sobre a pesquisa nesta reportagem ao vivo. 

Os dados indicam cenário de forte polarização em simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, com empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ambos aparecem empatados pela primeira vez nas simulações do instituto.

No principal confronto testado, Flávio aparece com 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46,2%, configurando empate dentro da margem de erro. Em relação ao levantamento anterior, o petista recuou três pontos porcentuais, enquanto o senador subiu 1,4 ponto.

Agenda exterior conta com dados de energia e balanço de gigante da tecnologia

Nos Estados Unidos, dirigentes do Federal Reserve, o banco central dos EUA, participam de eventos ao longo do dia, enquanto o Departamento de Energia divulga os estoques semanais de petróleo, dado que influencia as cotações da commodity e, por consequência, ações do setor.

No fechamento do mercado americano a gigante da tecnologia, Nvidia, divulga seu balanço trimestral, o que pode influenciar os humores do pregão de hoje e de amanhã. O trade ainda digere as falas do presidente dos EUA, Donald Trump, no congresso americano na noite de terça-feira (24). Durante 1 hora e 48 minutos, o chefe da Casa Branca fez uma defesa enfática de sua agenda econômica.

Trump voltou a criticar a decisão da Suprema Corte que invalidou seu poder de usar a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) para taxar os parceiros comerciais. Em duas ocasiões durante o discurso, chamou a medida de “infeliz” e prometeu revidá-la de forma “ainda mais forte”.

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O tema da inflação surgiu logo nos primeiros minutos da fala, quando Trump voltou a culpar Biden pelos preços elevados nos EUA. Mas, segundo ele, seu governo promoveu uma “reviravolta histórica” e agora o país vivencia uma “era de ouro”.

Na área energética, Trump disse que seu governo pediu às grandes empresas de tecnologia que arquem com suas próprias necessidades de energia para que os preços não subam. “Muitos americanos também estão preocupados com o fato de que a demanda de energia dos data centers de IA [Inteligência Artificial] podem aumentar injustamente suas contas de luz”, afirmou. “E, em muitos casos, os preços da eletricidade diminuirão para a comunidade, e diminuirão substancialmente.”

Por fim, o chefe da Casa Branca enfatizou sua agenda externa. De acordo com ele, seu time trabalha “muito duro” para encerrar a nona guerra durante sua gestão, entre a Rússia e a Ucrânia, e citou a Venezuela como “novo amigo” dos EUA.

Trump disse ainda que busca impedir que o Irã tenha armas nucleares e criticou a repressão aos protestos pelo regime, em janeiro. “Como presidente, buscarei a paz onde quer que seja possível, mas jamais hesitarei em confrontar as ameaças à América onde quer que seja necessário”, concluiu.

Investidores também acompanham a leitura final do índice de preços ao consumidor da zona do euro, o CPI, indicador-chave para as decisões do Banco Central Europeu sobre juros. A combinação de agenda fiscal, inflação e falas de autoridades monetárias pode calibrar o apetite por risco.

Bolsas no exterior operam em alta

Os futuros de Nova York sobem após o discurso de Donald Trump não trazer sobressaltos. Os índices futuros das bolsas de Nova York operam em torno da estabilidade e, às 9h22 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones caía 0,03%, o S&P 500 avançava 0,01% e o Nasdaq subia 0,03%.

As bolsas europeias avançam, e os papéis do HSBC disparavam mais de 5% na bolsa de Londres após lucrar mais do que o previsto.

Às 9h22 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,95%, a de Paris avançava 0,26% e a de Frankfurt ganhava 0,25%. As de Milão, Madri e Lisboa, por sua vez, tinham respectivas altas de 0,80%, 0,39% e 0,17%.

As bolsas asiáticas fecharam em alta, com o índice japonês Nikkei liderando ganhos de 2,20% em Tóquio, ao patamar inédito de 58.583,12 pontos.

Commodities e dólar ganham força

Os contratos futuros de petróleo operam em alta moderada e, às 9h20 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para abril subia 0,46% na Nymex, a US$ 65,93, enquanto o do Brent para maio avançava 0,43% na ICE, a US$ 70,88.

O contrato mais negociado do minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para maio de 2026, fechou em alta de 1,42%, cotado a 752,5 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 109,3. O segundo contrato mais negociado, para setembro de 2026, terminou o pregão em alta de 1,24%, a 735,5 yuans, o equivalente a US$ 106,83 por tonelada.

O dólar, por sua vez, cai ante euro e libra, mas ganha leve força em relação ao iene. Às 9h24 (de Brasília), o euro subia a US$ 1,1801, a libra avançava a US$ 1,3519 e o dólar se fortalecia a 155,81 ienes. Já o índice DXY do dólar – que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes – tinha baixa de 0,16%, a 97,68 pontos.

*Com informações de Luciana Xavier, Silvana Rocha, Aline Bronzati e Sérgio Caldas, da Broadcast

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