• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Ibovespa futuro cai aos 190 mil pontos após bombardeios no Oriente Médio; petróleo dispara e mercado reage às projeções do Focus

Mercado fica de olho em empresas de petróleo e Petrobras (PETR4) deve se beneficiar ao longo do pregão

Por Manuela Miniguini

02/03/2026 | 9:36 Atualização: 02/03/2026 | 9:38

Ibovespa é o principal índice da Bolsa de Valores brasileira, a B3 (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa é o principal índice da Bolsa de Valores brasileira, a B3 (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa futuro abre em queda de 0,76%, aos 190 mil pontos, atento aos desdobramentos dos ataques ocasionados pelos EUA e Israel ao Irã, no Oriente Médio. Após os bombardeios vistos a partir do sábado (28), o preço do petróleo disparou no mercado futuro e foi o assunto destaque no pregão na Ásia, com ações de petroleiras sustentando a bolsa chinesa. No Brasil, investidores também dividem atenção nesta segunda-feira (2) com o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) às 8h30.

Leia mais:
  • Como o mercado brasileiro deve abrir após escalada da guerra no Oriente Médio; veja previsões para dólar, juros e Bolsa
  • Feito para homens, ocupado por elas: como o mercado financeiro tenta se adaptar ao público que sempre ignorou
  • Ibov avança, petróleo dispara e juros sobem com guerra no Oriente Médio; Petro ganha quase 4%
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

As projeções reúnem a visão do mercado financeiro sobre a inflação, Produto Interno Bruto (PIB) e taxa Selic, a taxa básica de juros.  A mediana do boletim Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de 2026 (IPCA), a medição oficial da inflação no Brasil, permaneceu em 3,91%, 0,91 ponto  percentual acima do centro da meta, de 3%.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de 2026, por sua vez, caiu pela quarta semana seguida, de 3,71% para 3,18%. A cotação do dólar no fim de 2026 caiu pela segunda semana seguida, de R$ 5,45 para R$ 5,42.

  • Boletim Focus: projeção da Selic para o fim de 2026 recua e dólar cai pela quarta semana consecutiva

Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, as medianas apontam que, em 2026 permaneceu em 1,82%. Um mês antes, era de 1,80%.

As estimativas publicadas no Focus desta segunda-feira (2), foram enviadas pelo mercado ao Banco Central até a última sexta-feira (27). Assim, as informações não incorporam a forte alta dos preços do petróleo dos últimos dias, motivada pelo ataque de Estados Unidos e Israel contra o Irã visto no sábado, mas que devem influenciar os desdobramentos do Ibovespa hoje.

As ações da Petrobras (PETR4) tendem a se beneficiar do salto do petróleo, com possíveis reflexos no Ibovespa, em meio também ao aumento de 9,4% no preço do querosene de aviação anunciado pela estatal, equivalente a R$ 0,31 por litro desde 1º de março, acompanhando a valorização da commodity em meio às tensões geopolíticas. Apesar do reajuste mensal, o combustível ainda acumula queda de 1,5% em 2026 e recuo de 29,5% desde dezembro de 2022.

Tensões no Oriente Médio impactam mercados mundiais

A escalada das tensões geopolíticas após os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã no sábado, que mataram o líder supremo iraniano Ali Khamenei, domina o foco dos mercados neste início da primeira semana de março. Depois do conflito, o dólar se fortaleceu, levando o Índice DXY – que mede a força da moeda americana entre as principais moedas do mundo – à máxima em cinco semanas, enquanto rendimentos dos Treasuries também avançam.

O presidente dos EUA, Donald Trump, estima a duração da operação no Irã em quatro semanas, e o premiê Benjamin Netanyahu sinalizou intensificação dos ataques. O principal oficial de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que não negociará com Washington, enquanto o chanceler Abbas Aragchi indicou definição de novo líder supremo em até dois dias.

Com dólar forte e petróleo disparando, as bolsas americanas parecem não seguir o mesmo ímpeto. Às 9h30 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones caía 1,41%, o S&P 500 recuava 1,42% e o Nasdaq tinha perda de 1,78%.

  • Dow Jones e futuros de NY caem até quase 2%, com aversão a risco por Oriente Médio

China e União Europeia pediram diplomacia, expectativa que deve perdurar pelos próximos dias. As bolsas europeias operam em baixa firme. Às 9h33 (de Brasília), a bolsa de Londres caía 1,18%, a de Paris recuava 2,01% e a de Frankfurt perdia 1,94%. As de Milão, Madri e Lisboa, por sua vez, tinham respectivas quedas de 1,93%, 2,86% e 0,30%.

As bolsas asiáticas, por sua vez, fecharam majoritariamente em baixa. O índice japonês Nikkei caiu 1,35% em Tóquio, mas papéis ligados ao setor de defesa como os de Mitsubishi Heavy Industries (+3,61%) e IHI Corp. (+2,97%) avançaram.

  • Bolsas da Ásia fecham em baixa com Oriente Médio, mas petróleo e defesa limitam perdas

Na China continental, o Xangai Composto driblou o mau humor regional e subiu 0,47%, graças a ações de petrolíferas como as de Sinopec e PetroChina, que saltaram cerca de 10% diante da forte reação de alta do petróleo às tensões no Oriente Médio, mas o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,68%.

Petróleo como protagonista nesta segunda-feira

Os contratos futuros do petróleo avançaram até mais de 9% na madrugada desta segunda-feira, depois de chegarem a reduzir o ímpeto de alta horas atrás, enquanto investidores aguardam desdobramentos do conflito no Oriente Médio deflagrado por ataques dos EUA e de Israel ao Irã no fim de semana.

  • Saiba a diferença entre petróleo WTI e Brent e o papel da commodity nos investimentos

O maior temor é de fechamento prolongado do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial.

Traders apostam que o fornecimento de petróleo do Irã e de outros países do Oriente Médio vai desacelerar ou até parar por completo. Ataques na região – entre eles os disparados contra dois navios que cruzavam o Estreito de Ormuz – têm reduzido as exportações de petróleo para o resto do mundo.

  • Petróleo salta mais de 9% após conflito no Oriente Médio entre Eua, Irã e Israel

“Cerca de um quinto do fluxo global de petróleo e GNL (gás natural liquefeito) passa pelo Estreito de Ormuz. Não se trata de um canal obscuro. É a aorta do sistema energético global”, disse Stephen Innes, da SPI Asset Management, em comentário.

Às 9h33 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para abril subia 8,21% na Nymex, a US$ 72,52, enquanto o do Brent para maio aumentava 8,41% na ICE, a US$ 79,00.

Ouro, minério e EWZ não ficam de fora

Os preços do ouro não ficaram de fora da volatilidade ocasionada pelo conflito no Oriente Médio e operam em forte alta, ultrapassando o patamar de US$ 5.400 por onça-troy. Pela manhã, o ouro para abril subia 2,98% na Comex, a US$ 5.404,50 por onça-troy. No mesmo horário, a prata para maio avançava 2,57%, a US$ 95,59 por onça-troy.

O contrato mais negociado do minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para maio de 2026, fechou em alta de 0,87%, cotado a 754,5 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 110,01.O segundo contrato mais negociado, para setembro de 2026, terminou o pregão em alta de 0,55%, a 733,5 yuans, o equivalente a US$ 106,95 por tonelada.

O EWZ, principal fundo de índice (ETF) brasileiro negociado em Nova York, cai 1,24% no pré-mercado norte-americano nesta manhã, em reflexo às tensões mundiais. Em meio à escalada do petróleo, os American Depositary Receipts (ADRs) da Petrobras (PETR4) disparam 3,79%, enquanto os da Vale (VALE3) caem 0,23%. Entre bancos, os do Itaú (ITUB4) sobem 0,22% e os do Bradesco (BBDC4), 0,24%.

*Com informações de Cícero Cotrim, Cecília Mayrink, Sérgio Caldas, Luciana Xavier e Silvana Rocha, da Broadcast

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Boletim Focus
  • dólar hoje
  • Estados Unidos
  • ibovespa futuro
  • Inflação
  • Israel e Irã
  • oriente médio
  • Petróleo
Cotações
02/03/2026 12h49 (delay 15min)
Câmbio
02/03/2026 12h49 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Geração Z impulsiona volta do vinil e dos livros físicos, e isso pesa no bolso dos pais

  • 2

    Como a guerra entre os EUA, Israel e o Irã pode afetar bolsa, dólar e petróleo; ouro e prata sobem quase 3%

  • 3

    Pix em 2026: aproximação, pagamentos automáticos e novas regras moldam o futuro

  • 4

    IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?

  • 5

    Ibov avança, petróleo dispara e juros sobem com guerra no Oriente Médio; Petro ganha quase 4%

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (02)?
Logo E-Investidor
Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (02)?
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: datas de vencimentos da terceira parcela já estão liberadas
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: datas de vencimentos da terceira parcela já estão liberadas
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo App Meu Social
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo App Meu Social
Imagem principal sobre o Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Imagem principal sobre o Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Logo E-Investidor
Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Imagem principal sobre o Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Logo E-Investidor
Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Últimas: Tempo Real
Petrobras (PETR4) dispara mais de 5% com tensões no Oriente Médio e petróleo nas máximas
Tempo Real
Petrobras (PETR4) dispara mais de 5% com tensões no Oriente Médio e petróleo nas máximas

Setor petroleiro também mostra fortes ganhos com petróleo acima de 8% nos contratos futuros

02/03/2026 | 10h26 | Por Cecília Mayrink
Boletim Focus: projeção da Selic para o fim de 2026 recua e dólar cai pela segunda semana consecutiva
Tempo Real
Boletim Focus: projeção da Selic para o fim de 2026 recua e dólar cai pela segunda semana consecutiva

Relatório do Banco Central do Brasil mantém IPCA de 2026 em 3,91%, mostra recuo da Selic para 12% no fim do próximo ano e aponta nova queda do dólar e do IGP-M

02/03/2026 | 09h19 | Por Manuela Miniguini
Dow Jones e futuros de NY caem até quase 2%, com aversão a risco após ataques de EUA e Israel contra o Irã
Tempo Real
Dow Jones e futuros de NY caem até quase 2%, com aversão a risco após ataques de EUA e Israel contra o Irã

Enquanto petróleo dispara, Treasuries sobem e dólar atinge máxima em cinco semanas

02/03/2026 | 07h48 | Por Manuela Miniguini
Petróleo salta mais de 9% após operação militar e temor com fechamento do Estreito de Ormuz
Tempo Real
Petróleo salta mais de 9% após operação militar e temor com fechamento do Estreito de Ormuz

Mercados reagem ao conflito e ações de defesa e petrolíferas avançam, como ExxonMobil, Chevron, PetroChina e Mitsubishi

02/03/2026 | 07h30 | Por Manuela Miniguini

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador