Às 12h40 (de Brasília) o Dow Jones (DJIA) caía 0,86%, enquanto o S&P 200 também registrava queda de 0,29% e o Nasdaq tinha baixa de 0,10%.
Os contratos de petróleo voltaram a ganhar força nas últimas horas, refletindo a cautela dos investidores com os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. A Agência Internacional de Energia (AIE) chegou a propor a maior liberação de reservas estratégicas de petróleo da história, potencialmente superior aos 182 milhões de barris colocados no mercado em 2022, segundo o The Wall Street Journal.
Na véspera, as cotações haviam despencado mais de 11% após relatos de que alguns navios conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz. Já às 12h40, o barril do WTI para abril subia 4,30%, a US$ 87,10, na Nymex, enquanto o Brent para maio avançava 4,56%, a US$ 91,80, na ICE.
Treasuries avançam e dólar opera sem direção
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos Treasuries também avançam levemente, estendendo os ganhos da sessão anterior, enquanto investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA e um leilão de US$ 39 bilhões em T-notes de 10 anos. Por volta das 12h40, o juro da T-note de 2 anos subia 3,634%, o da T-note de 10 anos avançava para 4,205% e o do T-bond de 30 anos era negociado a 4,852%.
No câmbio, o dólar operava sem direção única frente a outras moedas fortes. Às 12h40, o euro caía a US$ 1,157 e a libra registrava baixa a US$ 1,340, enquanto o dólar ganhada força diante do iene, a 158,25. Já o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana frente a uma cesta de seis divisas relevantes, registrava leve alta de 0,39%, aos 99,215 pontos.
* Com informações do Sergio Caldas, da Broadcast