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Ibovespa hoje sobe mais de 1% com alívio externo e queda dos juros; dólar recua perto de 1%

Avanços diplomáticos no Oriente Médio reduzem prêmios de risco e impulsionam bolsas globais, enquanto investidores aguardam decisões de juros dos principais bancos centrais

O início da tarde é marcado por melhora gradual no humor global, à medida que o mercado aposta em avanços diplomáticos e operacionais para normalizar o tráfego em um estreito estratégico do Oriente Médio, o que arrefece os prêmios de risco, mas sem eliminar as tensões geopolíticas. As bolsas em Nova York e Europa buscam recuperação, enquanto o dólar e os rendimentos dos Treasuries, títulos do tesouro americano, recuam, em um pregão que também vê o ouro ceder, mesmo com a moeda americana mais fraca.

O petróleo recua, mas segue ao redor de US$ 100 por barril, preservando parte da cautela. A China anunciou dados mais fortes de atividade no bimestre (produção industrial e vendas no varejo) reforçando o sentimento de prudência em emergentes. Tudo isso ocorre às vésperas de decisões dos principais bancos centrais (EUA, zona do euro, Reino Unido e Japão), o que mantém o tom de prudência.

O Ibovespa acompanha o exterior mostrando recuperação. A curva de juros cede, acompanhando o movimento dos Treasuries e precificando maior probabilidade de corte de 0,25 pp na Selic nesta quarta-feira, ainda que uma parcela do mercado acredite no cenário de manutenção.

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No câmbio, o dólar recua perto de 1% frente ao real, apoiado por apetite a risco global, fluxo estrangeiro e saldo comercial favorável. O recuo dos juros futuros favorece ativos domésticos sensíveis à atividade, reforçando a alta de setores cíclicos. Com isso, às 13h45, o Ibovespa subia 1,02%, aos 179.465 pontos.

Entre as ações que compõem o Ibovespa, o alívio global e a queda dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) abrem espaço para alta das blue chips: Vale (VALE3) avança, enquanto Petrobras (PETR3; PETR4) sobe, apesar do recuo do petróleo, apoiada por revisão de recomendação em casa local.

Bancos operam em terreno positivo, acompanhando a melhora de prêmio de risco, e companhias cíclicas ligadas ao consumo e construção se beneficiam do fechamento da curva. No noticiário corporativo, Porto (PSSA3) recua após firmar termo de compromisso não vinculante com a Oncoclínicas (ONCO3), que reage em alta.

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