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Petróleo hoje opera estável com reforço para liberar Ormuz e possível alívio das sanções ao Irã

Mercado testa a consistência do alívio nos preços enquanto decisões políticas e militares reembaralham o equilíbrio entre oferta e risco global

Por Igor Markevich

20/03/2026 | 10:24 Atualização: 20/03/2026 | 11:35

Petróleo hoje oscila com tensões no Oriente Médio e negociações sobre o Estreito de Ormuz. Possível retorno do Irã ao mercado e incertezas sobre a Petrobras (PETR3; PETR4) movimentam investidores. (Imagem: Adobe Stock)
Petróleo hoje oscila com tensões no Oriente Médio e negociações sobre o Estreito de Ormuz. Possível retorno do Irã ao mercado e incertezas sobre a Petrobras (PETR3; PETR4) movimentam investidores. (Imagem: Adobe Stock)

O petróleo hoje, após os movimentos de alta da véspera, opera próximo à estabilidade. Nesta sexta-feira (20), por volta das 11h30 (horário de Brasília), o Brent recuava 0,07%, a US$ 108,53, enquanto o WTI subia 0,45%, cotado a US$ 96,00.

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A cotação da commodity reflete impactos do 21º dia de guerra no Oriente Médio e as negociações internacionais para garantir a passagem segura de embarcações pelo Estreito de Ormuz, por onde escoa cerca de um quinto do petróleo global.

Os contratos vinham caindo desde as primeiras horas do dia. Na madrugada, o WTI recuou 1,27%, a US$ 94,34. O movimento veio após Japão, Canadá e países europeus indicarem disposição para atuar na proteção da rota marítima, reduzindo o prêmio de risco geopolítico.

Na B3, o dia é de quedas expressivas após a disparada recente da commodity. Também às 11h30, Brava Energia (BRAV3) recuava 4,81%, a R$ 16,63; Petrobras (PETR3; PETR4) caía 2,35% na ação ordinária a R$ 50,36 e 2,69% nas preferenciais, a R$ 45,52; PetroReconcavo (RECV3) perdia 5,66%, a R$ 12,67; e PRIO (PRIO3) cedia 1,63%, a R$ 64,75.

Ainda assim, o ambiente não parece ficar tão menos instável. A Guarda Revolucionária do Irã anunciou novos ataques contra Israel, o que limita a duração de qualquer alívio nos preços do petróleo. A volatilidade continua sendo a principal referência do mercado.

Petróleo iraniano no radar

Nos Estados Unidos, o secretário de Energia Chris Wright afirmou que o país está menos exposto a choques de oferta por conta da produção interna. Ao mesmo tempo, indicou que cargas iranianas retidas em alto-mar podem começar a chegar aos portos em poucos dias.

A avaliação é reforçada pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, que mencionou a possibilidade de suspensão de sanções sobre o petróleo do Irã. Caso avance, a medida tende a ampliar a oferta global no curto prazo.

Pressão política sobre a commodity

No Brasil, a discussão extrapola o preço do barril. Uma reportagem do Estadão mostra que empresas da indústria do petróleo avaliam recorrer à Justiça contra a medida provisória do governo Luiz Inácio Lula da Silva que instituiu imposto de exportação de 12% sobre o petróleo bruto, como forma de compensar a desoneração do diesel.

O setor contesta os cálculos oficiais e vê viés arrecadatório na medida, além de apontar risco regulatório e impacto sobre investimentos. Entidades como o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) também criticam a falta de previsibilidade e lembram que a alta do petróleo já ampliaria naturalmente a arrecadação via royalties e participação especial.

Reflexo na Petrobras

No Brasil, a Petrobras (PETR3; PETR4) adiciona uma camada doméstica de incerteza. O novo decreto que detalha a metodologia do preço de referência do diesel, ligado ao subsídio de R$ 0,32 por litro, não deve alterar de forma relevante os preços, segundo o Citi.

O ponto de atenção está na aplicação das regras. Ainda não está claro se a companhia adotará o novo parâmetro para toda a sua produção, incluindo volumes importados. Hoje, o diesel gira em torno de R$ 3,65 por litro, patamar próximo ao equivalente de US$ 111 por barril, enquanto o refino segue pressionado.

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