No final de semana, Trump deu ao Irã um ultimato de 48 horas para reabrir o Estreito de Ormuz, sob ameaça de ataques à infraestrutura de energia do país. A ameaça fez com que o petróleo disparasse, mas a situação foi alterada nessa manhã.
Às 9h50 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para maio caía 9,09% na Nymex, a US$89,17, enquanto o do Brent para junho recuava 9,24% na ICE, a US$ 96,58. Veja aqui a cobertura completa da cotação da commodity.
Cenário internacional anima as bolsas de Nova York
Enquanto o petróleo cai, os índices futuros das bolsas de Nova York disparam, mudando o cenário da semana passada.
A agenda econômica dos EUA dessa segunda traz um índice de atividade e dados de investimentos em construção. Às 9h50 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones subia 1,72%, o S&P 500 crescia 1,61% e o Nasdaq subia 1,57%.
Treasuries recuam com queda do petróleo
Os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries, operam em leve baixa nessa manhã, revertendo os ganhos da sessão anterior e saindo dos maiores níveis desde o segundo semestre de 2025.
O movimento é altamente influenciado pelas incertezas econômicas relacionadas à guerra, que levaram grandes bancos centrais, incluindo o norte-americano, o Federal Reserve (Fed), a deixar suas taxas de juros inalteradas na semana passada.
Às 9h50 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos caía a 3,858%, o da T-note de 10 anos recuava a 4,364% e o do T-bond de 30 anos recuava a 4,940%.
Dólar perde força no mercado
Seguido pela reviravolta na guerra e pela nova queda do petróleo, o dólar hoje despenca ante outras moedas de economias desenvolvidas. O índice DXY do dólar, que acompanha as flutuações da moeda norte-americana em relação a outras seis divisas relevantes, tinha queda de 0,42%, a 99,23 pontos.
Às 9h50 (de Brasília), o euro avançava a US$ 1,160 e a libra subia a US$ 1,342.
Com informações do Broadcast.